sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: 21 anos sem raul Seixas

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: 21 anos sem Raul Seixas

21 anos sem Raul Seixas

Se na semana passada o mundo inteiro lembrou da morte do Rei do Rock Elvis Presley, amanhã é dia de lembrar a data em que perdemos o maior nome da história do rock nacional: Raul Seixas. Há 21 anos o Maluco Beleza ia para o lado de lá por um ataque cardiáco, as vésperas de lançar o disco (que virou tributo) Panela do Diabo. Pra não deixar passar batido esse acontecimento marcante no Brasil, Joinville e Blumenau organizam seus tributos ao baiano, que deixou uma imensidão de hits para serem pedidos pelo clássico: Toca Raul!





Raul Seixas



Raul Seixas

Nome completo Raul Santos Seixas
Apelido Raulzito, Maluco Beleza
Data de nascimento 28 de junho de 1945
Origem Salvador, Bahia
País Brasil
Data de morte 21 de agosto de 1989 (44 anos)
São Paulo, Brasil
Gêneros Rock and Roll, Rockabilly, Blues, Blues Rock, MPB, Rock Psicodélico
Instrumentos Vocal, guitarra e violão
Modelos de instrumentos Gibson ES-335 (1973 - 1977)
Guild (1977 - 1989)
Período em atividade 1963 - 1989
Gravadora(s) Odeon
CBS Discos
Philips/Phonogram
Warner Music
Eldorado
Som Livre
Copacabana
Afiliações Paulo Coelho
Marcelo Nova
Camisa de Vênus
Página oficial www.raulseixas.org/
Raul Santos Seixas (Salvador, 28 de junho de 1945 — São Paulo, 21 de agosto de 1989) foi um cantor, compositor, produtor e músico brasileiro.

Filho do engenheiro Raul Varella Seixas e da dona de casa Maria Eugênia Santos Seixas, Raul nasceu e cresceu na cidade de Salvador. Tinha um irmão, quatro anos mais novo, Plínio Seixas. Em casa, mergulhava nos livros que tinha à disposição, na biblioteca do pai
Seu gosto musical foi se moldando: primeiro, no rádio, acompanha o sucesso de Luiz Gonzaga, e nas viagens, onde acompanha o pai, ouve os matutos desfiarem repentes - e esta "raiz" nordestina nunca o abandonara. Porém, logo Raulzito (como era chamado em família) conheceu um estilo que influenciou muito sua vida: o Rock'n Roll. Teve contato com o Rock através do consulado norte-americano, que ficava próximo de sua casa. A partir daí, foram muitas horas diárias na loja "Cantinho da Música", ouvindo discos de rock e várias sessões nos cinemas, onde passou a apreciar as performances de Elvis Presley, de quem torna-se fã. Tão fã que assistiu vinte e oito vezes ao filme "O Prisioneiro do Rock" e chegou a fundar o "Elvis Presley Fã-Clube de Salvador".[1] Sempre gostou também de clássicos do rock dos anos 50 e 60.

Juntamente com alguns amigos de Salvador, monta um conjunto, "Os Relâmpagos do Rock"[2], a primeira banda de Salvador a utilizar instrumentos elétricos.[carece de fontes?] Mais tarde, a banda muda de nome, passa a se chamar "The Panters"[2], e por último "Raulzito e os Panteras". Fazem shows pelo estado em bailes e festinhas e até mesmo para um público de duas mil pessoas no Festival da Juventude. Mas o sucesso da banda não ultrapassava o eixo baiano, fato que aborrecia Raul.[carece de fontes?] A decepção com o mundo artístico foi reforçada pelo namoro com a americana Edith Wisner. A pedidos do pai da garota - que era pastor protestante - Raul abandona a carreira musical.[3] Algum tempo depois casa-se com Edith e passa a lecionar inglês e violão para ganhar a vida.

Em 1967, Jerry Adriani vai a Salvador realizar um show no Iate Club da Bahia, mas alguns de seus músicos foram barrados por serem negros. A título de urgência Os Panteras foram indicados para suprir a falta. Raul Seixas impressiona Jerry que o convida para acompanhá-lo numa turnê pelo Rio de Janeiro pedido este que Raul Seixas aceita de imediato. E lá ele grava um disco pela gravadora Odeon. Todavia, o disco não emplacou. O guitarrista Mariano Lanat deixa a banda e retorna a Salvador. Plínio Seixas, irmão de Raul, o substituiu, mas a banda estava mesmo com os dias contados no Rio e logo todos estavam desapontados de volta a Salvador.

Fase difícil na vida de Raul, que passava horas trancado no quarto lendo e escrevendo. Edith dava aulas de inglês para o sustento do casal.

Em 1970 Raul foi convidado por Evandro Ribeiro para ser produtor da CBS (atual Sony BMG), voltando então a morar no Rio de Janeiro com Edith. Na CBS participa da produção de diversos artistas da Jovem Guarda, como o amigo Jerry Adriani, Leno e Lilian e mais tarde Sérgio Sampaio, Diana, entre outros. Também compõe sessenta canções para a Jovem Guarda e Pós-Jovem Guarda.[4]. Uma das músicas que fizeram mais sucesso nesta fase, foram Ainda Queima a Esperança na voz de Diana, e Doce Doce Amor na voz de Jerry Adriani[4].

Em 1971, Raul acaba se rebelando. Aproveitando a ausência do presidente da empresa, grava seu segundo LP (intitulado Sociedade da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão das 10), em que faz parceria com Sérgio Sampaio, Miriam Batucada e Edy Star. O disco, todavia, foi retirado do mercado sob o argumento de não se enquadrar à linha de atuação da gravadora. Raul permaneceu ainda algum tempo na CBS após isso, mas insatisfeito por não estar cantando, pediu demissão.

Em 1972, participou do VII FIC (Festival Internacional da Canção), promovido pela Rede Globo, e conseguiu a classificação de duas músicas, "Let Me Sing, Let Me Sing" (um misto de baião e rockabilly)[5] e "Eu Sou Eu Nicuri é o Diabo". Devido à façanha, assinou com a gravadora Philips (atual Universal Music) para gravar o álbum Os 24 Maiores Sucessos da Era do Rock, que não tinha o seu nome na capa.

Auge e queda
No início dos anos 1970, Raul se interessou por um artigo sobre extraterrestres publicado na revista A Pomba e teve o seu primeiro contato com o escritor Paulo Coelho, que mais tarde, se tornaria seu parceiro musical.[3]

No ano de 1973, Raul conseguiu um grande sucesso com a música "Ouro de Tolo" no álbum Krig-Ha, Bandolo, uma música com letra quase autobiográfica, mas que debocha da Ditadura e do "Milagre Econômico".

O mesmo LP também continha outras músicas que se tornaram grandes sucessos, como: "Metamorfose Ambulante, "Mosca na Sopa" e Al Capone.

Raul Seixas finalmente alcançou grande repercussão nacional como uma grande promessa de um novo compositor e cantor.[carece de fontes?] Porém, logo a imprensa e os fãs da época foram aos poucos percebendo que Raul não era apenas um cantor e compositor.

No ano de 1974, Raul Seixas e Paulo Coelho criam a Sociedade Alternativa, uma sociedade baseada nos preceitos do bruxo inglês Aleister Crowley, onde a principal lei é "Faze o que tu queres, há de ser tudo da Lei". Em todos os seus shows, Raul divulgava a Sociedade Alternativa com a música de mesmo nome. A Ditadura, então, através do DOPS (Departamento de Ordem Política e Social) prendeu Raul e Paulo, pensando que a Sociedade Alternativa fosse um movimento armado contra o governo. Depois de torturados, Raul e Paulo foram exilados para os Estados Unidos onde Raul Seixas teria supostamente se encontrado com John Lennon.[2] No entanto, o seu LP Gita gravado poucos meses antes faz tanto sucesso com a música "Gita", que a Ditadura achou melhor trazer os dois de volta ao Brasil para não levantar suspeitas sobre seus desaparecimentos.[carece de fontes?] O álbum Gita rendeu a Raul um disco de ouro, após vender 600.000 cópias. Ainda neste ano, Raul separa-se de Edith, que vai para os Estados Unidos com a filha do casal, Simone.

Em 1975, casa-se com Gloria Vaquer, e grava o LP Novo Aeon, onde Raul compôs uma de suas músicas mais conhecidas, "Tente Outra Vez". O LP, porém, vendeu menos de 60 mil cópias.

Em 1976, Raul supera a má-vendagem do disco anterior com o disco Há Dez Mil Anos Atrás. Neste mesmo ano, nasce sua segunda filha, Scarlet.

Naquele final de década as coisas começaram a ficar ruins para Raul. A parceria com Paulo Coelho é desfeita. O cantor lança três discos pela WEA (hoje Warner Music Brasil), a partir de 1977, que fizeram sucesso de público e desgosto na crítica (O Dia Em Que A Terra Parou, que continha canções como "Maluco Beleza" e "Sapato 36"; Mata Virgem, em 1978 e Por Quem Os Sinos Dobram, em 1979). Por volta deste período, intensifica-se a parceria com o amigo Cláudio Roberto Andrade de Azevedo (geralmente creditado como Cláudio Roberto), com quem Raul compôs várias de suas canções mais conhecidas.

A partir do ano de 1978, começa a ter problemas de saúde devido ao consumo de álcool, que lhe causa a perda de 1/3 do pâncreas.[carece de fontes?] Separa-se de Glória, que vai embora para os EUA levando a filha Scarlet. Neste ano, conhece Tania Menna Barreto, com quem passa a viver.

No ano de 1979, separa-se de Tania
Em 1981 nasce a terceira filha, Vivian, fruto de seu casamento com Kika.

Em 1982 faz um show na praia do Gonzaga, em Santos, reunindo mais de 150 mil pessoas. No mesmo ano, Raul apresenta-se bêbado em Caieiras, São Paulo, e é quase linchado pela platéia que não acredita que Raul é o próprio, mas um impostor.[1]

Desde 1980 Raul estava sem gravadora e agora também sem perspectiva de um novo contrato. Mergulhado na depressão, Raul afunda-se nas drogas. Porém, em 1983, Raul é convidado para gravar um disco pelo Estúdio Eldorado. Logo depois, Raul é convidado para gravar o especial infantil Plunct, Plact, Zuuum da Rede Globo, onde canta a música "Carimbador Maluco". O álbum Raul Seixas (1983), que continha a canção, dá à Raul mais um disco de ouro. Em 1984 grava o LP "Metrô Linha 743" pela gravadora Som Livre. Mas depois Raul teve as portas fechadas novamente, devido ao seu consumo excessivo de álcool e constantes internações para desintoxicação. Também em 1984 a Eldorado lança o disco Ao Vivo - Único e Exclusivo.

Em 1985, separa-se de Kika Seixas. Faz um show em 1 de dezembro 1985, no Estádio Lauro Gomes, na cidade de São Caetano do Sul. Só voltaria a pisar no palco no ano de 1988, ao lado de Marcelo Nova.

Conseguindo um contrato com a gravadora Copacabana, em 1986 (de propriedade da EMI), grava um disco que foi lançado somente no ano seguinte, devido ao alcoolismo de Raul. O disco Uah-Bap-Lu-Bap-Lah-Béin-Bum! faz grande sucesso entre os fãs, chegando a ganhar disco de ouro e estando presente até em programas de televisão, como o Fantástico. Nesta época, conhece Lena Coutinho, que se torna sua companheira. A partir desse ano, estreita relações com Marcelo Nova (fazendo uma participação no disco Duplo Sentido, da banda Camisa de Vênus).


Um ano mais tarde, 1988, já separado de Lena, faz seu último álbum solo, A Pedra do Gênesis.

A convite de Marcelo Nova, faz alguns shows em Salvador, após três anos sem pisar num palco.

No ano de 1989, faz uma turnê com Marcelo Nova, agora parceiro musical, totalizando 50 apresentações pelo Brasil. Durante os shows, Raul mostra-se debilitado. Tanto que só participa de metade do show, a primeira metade é feita somente por Marcelo Nova.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

O Besouro Verde






Emissora: ABC.

Emissora no Brasil: Tv Tupi.
Ano de Produção: de 1966 a 1967 (26 episódios).
Cores.
Companhias Produtoras: 20th Century Fox Television e Greenway Production.


Besouro Verde começou sua carreira no rádio em 1936, onde era interpretado pelo ator Al Hodges. Criado pelo mesmo George Trendle de Cavaleiro Solitário, o seriado fez bastante sucesso, mas somente 30 anos depois se tornou uma série de TV.

Na década de 60, o seriado Batman fazia um enorme sucesso na TV e para aproveitar a onda, a Fox lançou uma série com o Besouro Verde, também um herói mascarado que tinha um parceiro mais jovem. Sem o humor de Batman, o seriado Besouro Verde (The Green Hornet) não conseguiu emplacar. Tanto o herói como seu ajudante apareceram em alguns episódios de Batman . Talvez o maior destaque seja a participação do astro das artes marciais Bruce Lee no papel de Kato.

A série mostra Britt Reid (Van Williams), o rico editor e dono do jornal "Sentinela Diária", como o homem que se transforma-se no Besouro Verde, uma figura mascarada que luta para defender o mundo dos piores criminosos. Britt é sobrinho-neto do Cavaleiro Solitário (também conhecido no Brasil por Zorro). Muitos o consideram um fora da lei, como o repórter do "Sentinela Diária", Mike Axford, que vive perseguindo o herói com matérias que distorcem a verdadeira postura do Besouro Verde.

Mas o herói possui alguns aliados que sabem que ele é uma eficiente arma no combate aos malfeitores. Apenas o seu amigo promotor Frank Scanlon, sua secretária Casey e seu criado Kato, sabem da sua verdadeira identidade.

Kato é seu companheiro na luta contra o mal, um expert lutador de artes marciais, que trabalha como chofer, mas que veste a máscara e corre para lutar contra o crime, Quando o perigo ameaça a cidade a dupla sae às ruas guiando seu arsenal sobre rodas, o veículo Beleza Negra.

Besouro Verde estreou nos Estados Unidos no dia 9 de setembro de 1966 e foi um grande estouro, principalmente pelo papel de Bruce Lee. Ele se esforçava para fazer com que suas cenas de luta fossem cada vez mais reais, tirando velocidade de seus movimentos, pois ele era muito rápido. Mas o programa não emplacou devido ao grande sucesso de Batman que acabou ofuscando a qualidade de Besouro Verde.

Numa desesperada tentativa de fazer com que a série continuasse, foi feito um combate entre Kato e Robin, tendo a luta empatada no final, para não entristecer os fãs de ambas as séries. Mas mesmo assim não teve jeito e o Besouro Verde saiu do ar uma temporada após o combate.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Barros de alencar

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Barros de alencar

Barros de alencar



Hoje dia 05 de Agosto é o aniversário do radia lista , apresentador e cantor Barros de Alencar . que foi um grande sucesso nas décadas de 70 e 80 quem não se lembra daquela musiquinha bom dia , bom dia , bom dia hoje estou tão feliz .
hoje Barros está fora do ar e afastado por problemas de saúde mais nos aqui do blog estamos torcendo por sua recuperação e dando - lhe parabéns por mais um ano de vida desse ícone do rádio .


sexta-feira, 30 de julho de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: 16 ANOS SEM MUSSUM

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: 16 ANOS SEM MUSSUM

16 ANOS SEM MUSSUM






São Paulo, 24 de Julho de 2010 - Antonio Carlos Bernardes Gomes, o Mussum foi homenageado no ultimo sabado (17/07) pela escola de samba Mangueira. A homenagem aos 16 anos de falecimento do mangueirense Mussum foi realizada no Palácio do Samba e contou com a presença do filho, o ator Antonio Carlos (Mussunzinho), Ivo Meireles e convidados no estilo do qual Mussum mais gostava, com “uma boa roda de samba”.

O programa Legendário da TV Record exibe a grande homenagem feita na quadra da Mangueira ao eterno Trapalhão Mussum, no quadro apresentado por João Gordo, que vai ao ar neste sábado (24/07) as 22h.

Durante a gravação do programa foi feito um grafite pelo artista Popó, em homenagem ao Legendário Mussum, que foi doado ao Departamento Cultural da escola.



Mussum nasceu em 7 de abril de 1941, no Morro da Cachoeirinha, no Lins de
Vasconcelos, subúrbio do Rio de Janeiro, serviu na Força Aerea Brasileira onde se formou em ajustador mecânico. Como músico e sambista fundou o grupo “Os Sete Modernos” onde passou a ser chamado mais tarde “Os Originais do Samba”. Gravou vários discos com Os Trapalhões e um solo dedicado ao samba.

Manguerense de coração, Mussum morreu em 29 de julho de 1994 aos 53 anos, informou a Assessoria de imprensa de Mussunzinho.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Adomiran Barbosa

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Adomiran Barbosa

O centenário de Adomiran Barbosa


Adoniran Barbosa nasceu em 06 de agosto de 1910, em Valinhos, SP. foi um colecionador nato de apelidos. Seu verdadeiro nome era João Rubinato - mas cada situação por ele vivida o transformava num novo personagem numa nova história.

Ele nos conta a vida de um típico paulistano, filho de imigrantes italianos, a sobrevivência do paulistano comum numa metrópole que corre, range e solta fumaça por suas ventas. Através de suas músicas, canta passagens dessa vida sofrida, miserável, juntando o paradoxo bom humor / realidade - para quê lamúrias?

Tirou de seu dia a dia a idéia e os personagens de suas músicas. Iracema nasceu de uma notícia de jornal - quando uma mulher havia sido atropelada na Avenida São João.

Adoniran nasceu e morreu pobre - todo o dinheiro que ganhou gastou ajudando ou comemorando sucessos com os amigos - seu combustível era a realidade - porque então querer viver fora dela? Talvez soubesse que o valor maior de suas canções eram interpretações como a de Elis ou Clara Nunes.



Foi um grande colecionador de amigos, com seu jeito simples de fala rouca, contador nato de histórias, conquistava o pessoal do bairro, dos freqüentadores dos botecos onde se sentava para compor o que os cariocas reverenciaram como o único verdadeiro samba de São Paulo. Mais do que sambista, Adoniran foi o cantor da integridade.

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Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: A volta de Mario Fofoca

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: A volta de Mario Fofoca

Mario Fofoca




Quem não se lembra de Mario Fofoca o detetive particular desastrado que estreiou na novela elas por elas em 1982 > Criado por Cassiano Gabus Mendes o personagem interpretado pelo ator Luis Gustavo conquistou o Brasil naquela época o sucesso foi tanto que ele ganhou no ano seguinte um seriado propio as aventuras de Mario Fofoca . E agora depois de 27 anos depois Mario fofoca retorna no remaker da novela Ti TI Ti .Com certeza fará o mesmo sucesso dos anos 80 novamente.