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terça-feira, 28 de junho de 2011

por onde anda você?????



Por ande anda essas atrizes que fizeram parte de nossas vidas nas decadas de 70 e 80 eis aqui uma singe-la homenagem do nosso blog recordar é viver

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Gil gomes Lhes es diz



Quem de nós com mais de 30 , 40 anos não ouviu Programa policial Gil Gomes sucesso absoluto de audiencia nos anos 70 e 80 com suas historias e casos especiais que floravam a nossa imaginação eis aqui a minha homenagem a esse profissional do rádio que atualmente está na radio record am .

O começo no rádio Gil Gomes nasceu numa família pobre e na infância vendia balas e santinhos na porta de uma igreja, onde mais tarde foi aceito como congregado mariano.

Sofria de gagueira e para superá-la tentava imitar os locutores esportivos que ouvia pelo rádio. O método funcionou graças, segundo afirma, a sua força de vontade. Foi, então, convidado a ser locutor nas quermesses da igreja e descobriu que a comunicação era sua vocação. Abandonou assim a idéia de ser médico, como desejava seu pai.

Numa dessas quermesses recebeu aos 18 anos o convite para seu primeiro emprego na Rádio Progresso, como locutor esportivo. Na mesma função, passou por vários rádios da Capital e do interior paulistas até chegar à Rádio Marconi. Quando a Rádio Marconi parou de fazer coberturas esportivas, Gomes passou a integrar o departamento de jornalismo da emissora cuja chefia assumiu no final dos anos 60.

Na mesma rádio trabalhava Ana Vitória Vieira Monteiro (Dramaturga, Poetisa e Escritora), com quem Gomes casou e teve três filhos, de um casamento que durou 14 anos, antes da separação: Guilherme Gil, Daniel e Vilma. Guilherme Gil o primeiro trabalhou com o pai até sua morte prematura, de hepatite C. O segundo filho o empreendedor de sucesso Daniel Gil Gomes ocupa o posto deixado vago pelo irmão, é casado e pai de tres filhas.A terceira filha Vilma Gil Gomes é Advogada, casada e mãe de um filho. Gil Gomes tem orgulho de ser amigo de sua ex. mulher, com a qual desevolveram uma relação de respeito e amizade.

Um incidente ocorrido em 1968 fez nascer acidentalmente o repórter policial Gil Gomes. Ele realizava entrevistas pelo telefone com políticos, quando tomou conhecimento que um caso de agressão sexual estava ocorrendo no edifício onde a rádio estava instalada. Num impulso, resolveu fazer a cobertura do caso ao vivo. Desceu as escadas do prédio com o microfone na mão, fazendo locução e entrevistando os envolvidos e as testemunhas.

A Rádio Marconi obteve uma audiência recorde com essa cobertura e Gil Gomes concluiu que um programa policial ao vivo era o caminho a seguir. Mas foi um caminho difícil, o regime militar não tolerava críticas ao trabalho da polícia. Para agravar a situação, a Rádio Marconi já era visada pelas autoridades por adotar, em seu noticiário, uma linha de oposição ao governo.

Várias vezes – mais de trinta, conforme afirma Gil Gomes – ele e sua equipe foram presos e a rádio retirada do ar. De todas as prisões, conseguiu se safar sem maiores conseqüências por conta de sua amizade com policiais. Quando a programação da rádio começou a sofrer censura prévia, Gomes narrava no ar historinhas infantis e receitas culinárias em substituição ao noticiário censurado.

Mas não só as autoridades o hostilizavam. Ao colaborar, com sua equipe, na elucidação de crimes, passou também a sofrer ameaças de morte de bandidos.

Concorria com o primeiro repórter policial da rádio Bandeirantes, José Gil Avilé, o Beija-Flor.

[editar] Na TV: Aqui Agora

Gil Gomes e seu gesto característico.Em 1991 o SBT- Sistema Brasileiro de Televisão, rede comandada por Sílvio Santos, lançou o jornal diário Aqui Agora. Para se diferenciar do jornalismo sisudo e bem comportado da Rede Globo, Sílvio idealizou o Aqui Agora como um jornal popular no formato e na linguagem. Entre os convidados para integrar a equipe de locutores e repórteres do jornal estava Gil Gomes, que aparecia ao lado de Sônia Abrão, Celso Russomanno, Jacinto Figueira Júnior (o homem do sapato branco) e Wagner Montes, entre tantos outros.

Como o programa jornalístico dava ênfase a reportagens sobre acidentes graves e crimes de toda sorte, Gil Gomes teve um papel destacado. Foi no Aqui Agora que ele aprimorou o visual, a voz e o gestual que cairam no gosto do grande público e serviram de inspiração para os imitadores dos programas de humor.

Vestido invariavelmente com uma camisa de cores berrantes, como se tivesse sido comprada numa banca de camelô de um bairro popular, a mão direita empunhando o microfone e a esquerda gesticulando em horizontal como se alisasse o pelo de um cão, Gil Gomes narra os fatos diretamente da cena do crime com sua voz arrastada e grave, que cresce em volume nos momentos mais dramáticos. Usa frases curtas, que às vezes nem chega a completar. Nas entrevistas, não adota uma posição neutra: se emociona diante das vítimas e explode de indignação diante dos criminosos.

O Aqui Agora fez tanto sucesso que passou a ter duas edições diárias. Mas, com o aparecimento de concorrentes, foi perdendo audiência e saiu do ar em 1997. Alguns anos após, Gomes foi aproveitado no programa humorístico Escolinha do Barulho da TV

Record.


Em 1998 foi contratado pela TV Gazeta para ser repórter do Mulheres.

A Escolinha do Barulho foi ao ar em 1999 quando a Rede Globo deixou de apresentar a Escolinha do Professor Raimundo com Chico Anísio e dispensou diversos atores cômicos do elenco, que a Record resolveu contratar para fazer um programa semelhante. Como inovação, em vez de um único professor, a Escolinha do Barulho da Record teve quatro professores fixos, Dedé Santana, Miele, Benvindo Siqueira e Gil Gomes.

Gil Gomes apresentou um programa na Rádio Tupi e desde 2007 integra o casting da Rádio Record de São Paulo .

Em 2004/05 foi repórter e apresentador do Repórter Cidadão na RedeTV!.

domingo, 27 de junho de 2010

um maluco no pedaço







Quem não lembra de um dos mais conhecidos e queridos seriados já exibidos, Um Maluco no Pedaço ou “The Fresh Prince of Bel-Air” (título original), ainda hoje é considerado por muitos um dos melhores já produzidos.

Mas por onde andam e o que fazem atualmente os atores que fizeram deste seriado um sucesso?

Will Smith

O malandro, interpretado por Will Smith.

Tio Phill
Interpretado por James L. Avery, ainda trabalha na TV, fazendo participações especiais em alguns seriados (como por exemplo o seriado Divisão Criminal que passa atualmente nas madrugadas do SBT) e dublando


Vivian Banks

Muitos não antenderam porque a atriz de repente mudou. A primeira atriz, Janet Hubert-Whitten, saiu por frequentes desentendimentos com Will Smith, entrando então a 2ª Vivian, interpretada por Daphne Maxwell Reid.

Hilary Banks

A prima burra, interpretada por Karyn Parsons, hoje produtora, com projetos principalmente focados em programas infantis.

Carlton Banks

O hilário primo, interpretado por Alfonso Lincoln Ribeiro, continua trabalhando no ramo televisivo, como diretor e produtor.

Ashley Banks

A mocinha, agora uma mulher, Tatyana Marisol Ali, continua trabalhando na televisão, já participou de vários curta-metragens e leva uma carreira de cantora, seu primeiro álbum lhe rendeu um disco de ouro em 1999.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Araken o show man



De 1983 a 1986, Araken, o Showman! era o personagem da Rede Globo que anunciava os programas da emissora. Interpretado pelo publicitário José Antonio de Barros Freire, mais conhecido como Barrinhos, Araken representava o brasileiro que não perde o otimismo por nada nesse mundo. Em encenações rápidas e divertidas, o baixinho de cabelos escuros tentava de mil maneiras vender suas idéias para os empresários, que o ignoravam.

Sua última aparição foi na Copa do Mundo de 94 em uma propaganda de sapatos e em outra de imóveis.À época, Barrinhos usou o sucesso do seu personagem para fazer campanhas para doação de sangue, recadastramento eleitoral e alfabetização.

Hoje, aos 57 anos, o documentarista mora no interior de São Paulo e trabalha com produção de vídeos de responsabilidade social e programas para televisão.

Um dos projetos recentes foi sobre música erudita e popular para jovens, que foi exibido pela TV Cultura. Além dele, Barrinhos trabalha em um documentário sobre a Opera Yoruba, que será exibida na Nigéria, ao lado da professora da Unicamp Inaicyra Falcão.

sábado, 5 de junho de 2010

Dr. cacareco


Dr. Cacareco & Cia

Quem se lembra do programa Dr. Cacareco e Cia? Foi exibido pela rede Record em 1987. Outros personagens como Quebra, Seu Lelé, Pelota, Modinha, Gatinha Azul também faziam parte da turma. Me lembro mais ou menos da música: "Dr. Cacareco que constrói um teco-teco, mais leve que o ar, e sob a magia dos seus dedos coisas leves se transformam em festa e brinquedo".
http://doutorcacareco.blogspot.com/

por onde anda???



Tic-Tac quer resgatar figura do palhaço


Palhaço Tic-Tac: projetos junto às crianças, em escolas e instituições

Ruas, avenidas, praças de Rio Preto, quase tudo ainda é novidade para Marilam Sales, que há dois meses deixou o turbilhão de riscos da Capital para viver tranqüilo com a família no Interior. Ícone de uma geração que hoje deve estar beirando a casa dos 30 anos, Marilam foi por quase quatro anos o palhaço Tic-Tac, do programa Bambalalão, da TV Cultura, mesmo personagem que o acompanha até hoje, em shows que se tornam cada vez mais esporádicos. Ao lado de Gigi Anheli e de outros personagens, como o Professor Parapopó, as brincadeiras e estripulias de Tic-Tac nas tardes brasileiras revolucionaram as propostas de programas infantis da época. O Bambalalão unia o educativo ao lúdico, e atingia como uma flecha o imaginário da molecada. “O programa era ao vivo, tínhamos uma liberdade criativa muito grande. Assim, conseguíamos mostrar às crianças que elas também podiam criar suas próprias histórias”, diz Marilam.

Parte dessa proposta foi levada por ele a Osvaldo Sangeorge, até então diretor de cultura da emissora. Marilam cuidara de parte da divulgação, naquele tempo, da nova cara do Bambalalão. Ia de porta em porta nas escolas, pessoalmente, distribuir panfletos e chamar a garotada para grudar o olho no que vinha por aí. O Bambalalão existia antes da chegada de Tic-Tac, em 81, e continuou após sua saída, em 85, mas nunca mais foi o mesmo. “A década de 80 foi a década do palhaço”, lembra. Entra a década de 90 e o que Marilam define como “Era Xuxa” - um efeito cascata que trouxe várias outras apresentadoras imitando o estilo da “rainha dos baixinhos” - esmagou não só o seu espaço na telinha (estava na TV Gazeta, onde fazia o programa “Brincando na Paulista”), mas de outros palhaços que ganharam destaque por meio da televisão, como Torresmo e Pururuca, Atchim e Espirro ou Picolino. A TV perdia parte do riso fácil e inocente.

Tic-Tac deu início então a projetos pessoais. Montou o Circo Tic-Tac, que rodou a periferia de São Paulo, e continuou com os shows pelo País, no contato direto com a molecada, coisa que já fazia desde a década de 70, em Recife, onde trabalhou por muitos anos como o Palhaço Pimpão. Paralelo à vida de circo, passou a servir de consultor de empresas para eventos infantis. Além disso, começou a dar aulas de teatro para empresários e executivos. Foi num desses cursos que surgiu a opor- tunidade de se mudar para Rio Preto. “Foi um convite de Augusto Cury, da Academia da Inteligência. Queria que eu trabalhasse com ele. Até então, havia visitado a cidade apenas uma vez, em um show com o próprio Bambalalão, em 84”, diz. Hoje, Marilam é diretor de comunicação da Academia da Inteligência e dá aulas de teatro no colégio Esquema Universitário. Mas, aos 45 anos, a alma do palhaço ainda pulsa como antes. “Quero levar o Tic-Tac às escolas e outras instituições, divulgando a figura do palhaço esquecida em tantos descaminhos”, comenta.

Falta-lhe ainda “conhecer” a criança de Rio Preto, pois ela não é a mesma de São Paulo. “Gosto de conhecer a turminha antes de bolar as piadas e brincadeiras. Em São Paulo, as crianças estão mais agressivas e é preciso tomar cuidado para não empolgá-las demais. No Interior, elas são mais pacatas e o ritmo é outro”, diz. “Hoje a criança não conhece o palhaço. Ele não está mais na televisão nem na sua cidade, pois o circo não vem. E o palhaço é uma figura mágica, é a alma do circo, a criança que muitos adultos gostariam de ser”, afirma Tic-Tac, com a propriedade de quem há quase 30 anos espalha a arte de fazer sorrir.

Serviço:
Informações com Marilam Sales pelo telefone (17) 231-2609 ou 9721-8602

Personagem passou por várias emissoras
Marilam Sales queria ser ator. E foi, por muito tempo. Seguia na televisão e no teatro paralelo à paixão pela comicidade do palhaço. Estreou em 1972, na novela “A Revolta dos Anjos”, da TV Tupi. Ano seguinte contracenou com Nuno Leal Maia o seriado “Dom Camilos Cabeludos”, que passava às terças. Daí conheceu o teatro. Percorreu várias cidades com a trupe do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC). Carioca da gema, mudou-se para Recife em seguida. Ficou lá um tempo até o chamado da Globo para trabalhar em “Planeta dos Homens”, que tinha como protagonistas Jô Soares e Agildo Ribeiro, em 75. Fez participação no Sítio do Pica-pau Amarelo, como o mago Aladin, depois mais uma novela, até voltar para Recife, em 77. Lá cria o Palhaço Pimpão.

“Comecei com a história do palhaço só para servir de laboratório como ator. Acabei me apaixonando”, lembra. Ficou na Tupi de Recife até 80. Foi a época de fama de Marilam pelo Nordeste. Rodava a região com sua caravana e lotava ginásios. Outros artistas da época pegavam carona no seu show, como Giliard e Belchior. Em 81, vai para os Estados Unidos estudar a arte do palhaço, pesquisar o que de fato se fazia para criança, reciclar-se. Na volta, entrou para a Cultura e passou a atender por Tic-Tac até 85, personagem que levou para a Record em um outro programa matinal. Encerrou a carreira na televisão na TV Gazeta.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Humorista de “A Praça é Nossa” tem doença grave e pede ajuda na TV




Humorista de “A Praça é Nossa” tem doença grave e pede ajuda na TV
Viana Júnior, o Apolônio, está com ataxia cerebelar e contou seu drama no “A Tarde é Sua”
Nesta terça (12), Sônia Abrão recebeu no “A Tarde é Sua” o ator Viana Júnior, famoso como o Apolônio de “A Praça É Nossa”. O humorista contou que teve um tumor no cérebro e, desde então, sofre de ataxia cerebelar, doença que faz com que ele não tenha controle sobre os movimentos musculares.

Em uma cadeira de rodas, Viana afirmou que não consegue andar e que, desde que se afastou da TV, vive apenas de sua aposentadoria. O ator afirma que precisa de ajuda para se internar em um clínica, já que sua mulher Lurdes não consegue mais cuidar dele. “Eu não posso fazer nada, mas eu dou trabalho. Eu quero evitar dar esse trabalho, para que ela tenha mais sossego na vida”, disse. Viana Junior e sua mulher moram sozinhos e não tem filhos.

Muito lúcido, ele diz sentir falta do trabalho na TV. “Eu tenho ótimas lembranças. Quero falar aos meus amigos para que trabalhem direito, que aproveitem, para ter boas lembranças também”, afirma.
No meio do programa, a produção recebeu um telefonema de Marli Marley, ex-vedete e mulher de Ary Toledo. A atriz disse que vai organizar um show beneficente e toda renda será revertida para Viana Júnior. Ao ouvir a notícia, o humorista chorou e agradeceu à amiga.

No encerramento do programa, Sônia Abrão revelou que uma Clínica de Peruíbe estava oferecendo tratamento completo a Viana Junior e que a escritora Taty Hades, autora de “Homems Que Amam Demais”, vai oferecer ao humorista toda a renda da segunda edição de seu livro.