quinta-feira, 6 de maio de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: O Dublador do Bruce Willis e do Terence Hill

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: O Dublador do Bruce Willis e do Terence Hill

Newton da Matta






O dublador Newton
da Matta

Faleceu na tarde desta segunda-feira, 06/03, em Bragança Paulista, interior de SP, o ator e dublador veterano Newton da Matta. Ele estava hospitalizado devido a uma parada cardíaca que o levou a um coma. A causa morte foi divulgada como infecção hospitalar. Seu corpo foi velado e enterrado no cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro.

Newton era o dublador oficial do ator Bruce Willis, desde a série A Gata e o Rato (1985), que a Sony Pictures lançará em DVD no próximo dia 15, com dublagem original.

Newton tinha 61 anos e iniciou iniciou suas atividades artísticas aos 11 anos em rádio-teatro, atuando nas emissoras Tupi, Mayrink Veiga e Nacional, no Rio de Janeiro. Mais tarde, na Rádio Nacional, foi escritor de novelas e diretor de elenco. Na televisão, atuou como ator e autor de tele-peças, na TV Tupi, TV Rio e TV Globo. No teatro, foi o primeiro Pedrinho do "Sítio do Pica-Pau Amarelo". Mais tarde, montou peças de Pirandello, entre outras. Foi um dos diretores do musical "Alô Dolly" no Teatro João Caetano.

A partir de 1960, foi convidado por Herbert Richers e Vitor Berbara a dirigir e atuar como dublador. Foi o surgimento da dublagem no Rio de Janeiro. Desde então, atuou em diversos seriados, como o já citado Bruce Willis em A Gata e o Rato, Marc Singer em V - A Batalha Final, Richard Chamberlain em Dr. Kildare e Pássaros Feridos e o personagem Zeca em Primo Cruzado. Em longas-metragens, além de Bruce Willis (todos os filmes), dublou os atores Dustin Hoffman, Paul Newman, Louis Jordan, Mickey Rourke, James Farentino, Peter O'toole e vários outros. Dirigiu a dublagem do desenho Thundercats e dublou o personagem Lion-O, o chefe dos felinos.

Newton da Matta estava morando e trabalhando em São Paulo, onde ministrava um curso de dublagem para crianças, adolescentes e adultos, e ainda dirigia dublagens.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

A dubladora da Bruxa do 71



dubladora Helena Samara faleceu no último dia 8 de novembro, aos 74 anos de idade por falência múltipla dos órgãos, choque cardiogênico e miocadiopatia isquêmica.
A grande chance veio com a personagem Wilma do desenho "Os Flintstones", para a qual fez um teste e foi escolhida pelo próprio representante da Screen Gems no Brasil. Na seqüência, vieram outros grandes personagens que dariam à Helena Samara um lugar de destaque no universo da dublagem brasileiras: Endora, da série "A Feiticeira", na qual foi a terceira dubladora e a mais reconhecida, Maureen Robinson, a mãe de "Perdidos no Espaço", a Tenente Uhura de "Jornada nas Estrelas", na dublagem original, e Cinnamon Carter, interpretada por Barbara Bain na série "Missão: Impossível", cujo sucesso garantiu à Samara vários trabalhos de locução em comerciais da época.

Casada desde os 19 anos com o estudante de odontologia Manrico de Camilo, com quem teve uma filha, Fátima de Camilo, atualmente psicóloga, Helena separou-se do marido quando ele pediu que fizesse uma escolha: a família ou o trabalho.

Entre os mais recentes sucessos de Helena Samara estão as séries "Chaves", na qual dublava dona Clotilde, a bruxa do 71, e "The Nanny", na qual fez a voz da vó Yetta ao lado de Cecília Lemes, a voz de Fran Fine e da Chiquinha em "Chaves". Alguns de seus trabalhos como o desenho "Os Flitstones", as séries "A Feiticeira", "Missão: Ipossível", "Chaves", "Perdidos no Espaço" e "Jeannie é um Gênio", estão imortalizados em DVD lançados no Brasil com a dublagem original.

O Dublador do incrivel hulk , Falcão Azul , Batman


Nilton Valério

O ator e dublador Nilton Valério morreu no início de setembro. Há alguns anos afastado da dublagem devido a um derrame, Valério atuou nas casas do Rio de Janeiro. Entre seus trabalhos mais conhecidos estão a voz do Falcão Azul no desenho Dinamite, o Bionicão, a voz de Roy Thinnes em Os Invasores, a voz na redublagem de Guy Williams na série da Disney, Zorro, o Dr. McCoy na redublagem de Jornada nas Estrelas, série clássica, a voz de Bill Bixby na série O Incrível Hulk dos anos 70, e a voz oficial do ator Michael Keaton. E ainda:

"Robocop" (Miguel Ferrer), "Os Caçadores da Arca Perdida" (Rene Belloq), "Mecanicat" (Krypto), "X-Men" (Ciclope - desenho dos anos 90), "Batman" (na versão animada dos anos 70), "Carrossel" (Dr. Villaseñor), "Os Flintstones nos Anos Dourados" (Sr. Mau), "Loucademia de Polícia" (Sargento Proctor), "Uma Linda Mulher" (Jason Alexander), "Intriga Internacional" (Cary Grant), "Cinzas do Paraíso" (Sam Shephard), "Armageddon" (Jason Isaacs), "O Exorcista (Padre Dyer), "Tempo de Despertar (Robert DeNiro), "Querida, Estiquei o Bebê" (Gregory Sierra), "Proteção à Testemunha" (Daniel Zacapa), "Dossiê Pelicano" (James B Sikking), "O Feitiço de Áquila" (John Wood), "O Planeta dos Macacos", "A Fuga do Planeta dos Macacos" e "A Conquista do Planeta dos Macacos", "Uma Cilada para Roger Rabbitt" (Richard LeParmentier), "Superman - o Filme" (Marlon Brando - redublagem), "Butch Cassidy" (Paul Newman), "Casablanca" (Paul Henreid), "Os Três Mosqueteiros" (Gene Kelly), Fãs do dublador mantém uma comunidade no Orkut dedicado a ele e seu trabalho.

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Dublador do Fred Flintstone

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Dublador do Fred Flintstone

Dublador do Fred Flintstone




DUBLAGEM » MARTHUS MATHIAS


Marthus Mathias - Nasceu em ltajubá, MG, em 1927. Radicado em São Paulo, começa sua carreira em 1951 como rádio-ator, na Rádio Record de S. Paulo. Sua primeira rádio-novela se chama "A Cabana do Pai Tomás". Em seguida vai para a televisão, como ator, em transmissões ao vivo, pois não existe videotape, nos teledramas "Corcunda de Notre Dame" e "O Vestido de Noiva", ainda na década de 50. Depois faz as telenovelas "A Muralha" (63), Jerônimo, Herói do Sertão" (72), "Uma Rosa com Amor" (72), Vitoria Bonelli" (72) e "O Espantalho" (77), entre outras. Estréia no cinema em 1953 no filme "Cais do Vício" e desenvolve sólida carreira de mais de 70 filmes, com destaque para "Jeca Tatú" (59), "O Outro Lado do Crime" (79) e "Besame Mucho" (87). Quase sempre no papel de vilão, Marthus Mathias é um dos atores mais constantes do cinema brasileiro. Na década de 80, adere ao explícito.

Marthus Mathias havia se mudado para de S. Paulo para Goiânia (GO). Depois, mudou-se para o estado do Mato Grosso, onde veio a falecer em janeiro de 1995.

Marthus imortalizou a voz do Fred Flintstone. Fez também o Chefe dos Agentes da UNCLE, vivido pelo ator Leo G. Carroll.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

DUBLAGEM » OLDER CAZARRÉ




DUBLAGEM » OLDER CAZARRÉ

Older Cazarré: Para sempre, com Justiça.

Older Cazarré se consagrou como dublador e ator. Falecido em 1992, era incrivelmente eficaz no que fazia. Especialista em dublagens caricaturais, marcou época dando voz a Huckleberry Hound (no Brasil, Don Pixote). Fez a voz inesquecível do gato Gênio, da série Top Cat (Manda Chuva), Jaiminho nos episódios do restaurante da Dona Florinda na série mexicana Chaves.
Foi também a voz de Zé Colméia na série clássica, o zelador Henry Órbita (na série clássica Os Jetsons), Plic (no desenho Plic, Ploc & Chuvisco), Chumbinho (no desenho Bacamarte & Chumbinho), o Rei (no desenho Mosquete, Mosquito & Moscardo), Homem Fluído (no desenho Os Impossíveis), Loopy Le Beau e o Prof. Gizmo (na série animada Jambo e Ruivão).
Foi ator da Rede Globo, depois de passar por outras emissoras, entre elas a TV Tupi, onde permaneceu por mais de 20 anos. Era irmão do também falecido Olney Cazarré - também dublador - quee tem entre suas dublagens mais conhecidas a de Hadji Singh (série animada Jonny Quest), Coelho Ricochete (desenho Coelho Ricochete & Blau
Blau), Fofoquinha (Matraca-Trica e Fofoquinha), Jace (Space Ghost & Dino Boy) e James Stephens (voz do ator Dick York na fase colorida de A Feiticeira). Olney Cazarré chegou a fazer também a voz de James quando Dick York fora substituído por Dick Sargent.
Ao falecer, Cazarré tinha apenas 57 anos. Foi vítima de uma bala perdida enquanto dormia em seu apartamento. Por causa de um tiroteio, foi atingido no peito, por um projétil que atravessou a janela do seu quarto, localizado no segundo andar de um prédio de apartamentos. Embaixo, um grupo de traficantes do Morro do Pavão trocava tiros. Segundo os moradores, os bandidos atiraram dez vezes contra a fachada do edifício. Um vizinho do ator, quando ouviu os tiros, jogou-se no chão com o filho pequeno. Ainda de acordo com testemunhas, após o tiroteio, houve pânico na vizinhança. Naquela época, a troca de balas entre traficantes de drogas já era freqüente.
Com isso o meio artístico perdeu um dos seus melhores profissionais. Sua figura até hoje é lembrada por muitos com muito carinho e um sentimento que se traduz em muita saudade. Cazarré deixou marcas profundas que são sem sombra de dúvida exemplos a serem seguidos. Boa parte daquilo que fez pode não estar disponível por problemas que o nosso país tem quanto a preservação de arquivos. Mas foi graças ao volume de seu trabalho que até hoje podemos rever algo daquilo que nos proporcionou.
Sofremos com a falta de material que o Brasil nos proporciona. Mas Cazarré era bom. Tão bom que encontramos dados a respeito dele em sites que nem brasileiros são... consultem:

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Seriado A Feiticeira 1964 a 1972

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Seriado A Feiticeira 1964 a 1972

Seriado A Feiticeira 1964 a 1972



O publicitário James Stephens leva uma vida normal trabalhando com Larry Tate na agência "McMann & Tate", até casar-se com a bela Samantha (Elizabeth Montgomery). Essa delicada jovem muda para sempre sua visão do mundo ao lhe revelar sua real natureza: ela é uma feiticeira.

Para o casamento funcionar, James exige que ela desista da bruxaria e viva com ele como uma mortal. O acerto poderia funcionar, não fosse a constante interferência da família de Samantha, que de forma alguma concorda com essa nova existência mortal sem o uso da mágica. Assim, James passa a ser atormentado por sua sogra, Endora, e seu séqüito de bruxos e feiticeiras. A família de Samantha era composta pela Tia Clara, uma bruxa muita velha e que quase sempre errava nas mágicas; o pai de Samantha, Maurice, separado de Endora e que adorava fazer citações teatrais; o médico especialista, o Dr. Bombay; além do tio Arthur e a prima Serena (interpretada também por Elizabeth Montgomery).

Os Stephens tinham ainda um casal de vizinhos, o Sr. Abner Kravitz, um aposentado que vivia vendo televisão e lendo jornal, e sua esposa Gladys que tinha como paixão bisbilhotar a vida dos outros.

Samantha e James Stephens tiveram 2 filhos, Tabatha, que nasceu em 1966 com poderes de feitiçaria a exemplo da mãe e Adam que nasceu em 1969, mortal igual ao pai.

A partir da segunda temporada a série passou a ser exibida em cores. Naquele ano o seriado alcançou o sétimo lugar na audiência americana, com uma média de 23.4 pontos.

Durante a produção, ocorreram algumas mudanças de elenco. A primeira a sair foi Irene Vernon, que deixou a série em busca de melhores papéis, sendo substituída por Kasey Rogers na fase a cores da série. Para que o público não sentisse a mudança, Rogers teve que tingir seus cabelos ruivos para preto, voltando a sua cor natural mais tarde; O pai de James era vivido por dois atores, Roby Roberts e Robert F. Simon, porque cada um era contratado por episódio. Assim, quando um não estava disponível, chamavam o outro; Já Alice Pearce morreu vítima de câncer e em seu lugar chamaram Sandra Gould, 20 anos mais jovem que George Tobias, que interpretava seu marido; Quem também morreu durante a produção foi Marion Lorne, a Tia Clara, mas seu personagem era tão querido do público e a atriz tão marcante, que os produtores resolveram não substituí-la, entrando em seu lugar uma nova personagem, Esmeralda, interpretada por Alice Ghostley. Tal qual tia Clara, Esmeralda fazia o papel da atrapalhada bruxa cujos poderes causam problemas para os Stephens.

Mas, a mudança mais significativa foi a do personagem James Stephens (que nos EUA é chamado de Darrin). Dick York precisou deixar a série quando sua saúde declinou em virtude de dores na coluna, ocasionadas por um acidente automobilístico em 1959. O ator foi substituído por Dick Sargent, que na verdade tinha sido a primeira escolha para o papel, mas por não estar disponível na época, foi substituído por York. Os produtores decidiram não explicar a mudança, já que o assunto tinha sido amplamente divulgado pela imprensa e uma mudança de personagem não caberia no enredo.

A série teve sua produção encerrada em 1972, época em que perdia na audiência para a sitcom Tudo em Família. Em 1977 lançaram uma série mostrando como estavam os filhos de Samantha, o programa chamava Tabatha e tinha nos papéis principais Lisa Hartman (Tabatha) e David Ankrum (como Adam). O seriado durou apenas 13 episódios.

No Brasil A Feiticeira alcançou um grande sucesso, a exemplo de outras partes do mundo. Chegou por aqui em 1965, quando foi exibido pela extinta TV Paulista, onde foram mostrados os dois primeiros anos do programa. Em 1968 a série passou a ser exibida pela TV Excelsior, que exibiu também o terceiro ano e logo depois pela TV Record, que passou os episódios do quarto e quinto ano.

Na década de 1990 A Feiticeira foi mostrada pela Warner Channel e em 2000 pela Rede TV!, que exibiu as duas primeiras temporadas colorizadas por computador. Recentemente a série transferiu-se para a Rede 21.

sábado, 1 de maio de 2010

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Abertura do seriado Robot Gigante



Quem não se lembra desse seriado que passava na antiga Tv Record Robot Gigant na epoca era concorrente do ultramam e ultra sevem Um garoto que achou um relógio que comandava o Robot contra mostros e seres do espaços .

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: ultramam jack

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: ultramam jack
Episódio completo click nos videos abaixo:

ultramam jack

episódio completo de ultramam Jack 1971









Sem dúvida nenhuma esse seriado foi o mais marcante da familia ultra quando o segundo ultramam é capturado pelos poderosos do espaço e o primeiro Ultramam mais o Ultra Sevem vem salva-lo das mãos dos inimigos esse episódio foi dividido em duas partes mais separei trechos para vocês meus blogueiros matarem a saudade bom divertimento.

terça-feira, 27 de abril de 2010

2 festival da boa vizinhança



Fãs do humorístico Chaves e Chapolin deram uma verdadeira prova de amor à série, ontem, em São Paulo, durante o 2º Festival da Boa Vizinhança. Mais de 5 mil pessoas suportaram o calor intenso, a demora na apresentação das atrações e a dificuldade para ver e ouvir o que acontecia no palco e permaneceram fielmente no evento para saudar os atores mexicanos Carlos Villagrán (Kiko) e Edgar Vivar (sr. Barriga), que vieram para o Brasil especialmente para o evento.
Quem ouviu apenas o barulho originado no galpão do Mart Center, na zona norte da capital paulista, sem saber qual era a programação do local, poderia facilmente confundir o evento com uma partida de futebol ou um concerto musical. Quando Edgar Vivar finalmente subiu no palco, seis horas após o início oficial do evento, os fãs vibraram como um gol do Brasil em final de Copa do Mundo.
Vivar apareceu com o terno tradicional de seu personagem, o sr. Barriga, e soltou logo um de seus bordões mais conhecidos do episódio: "É a primeira vez que chego aqui sem o Chaves me dar uma pancada." Mas o ponto alto de sua apresentação foi quando começou a cantar a "Tchuin-Tchuin-Tchunclain" música-tema do episódio em que o elenco parodia o conto da "Branca de Neve e os Sete Anões". Nessa hora, o público cantou com Vivar como se fosse o refrão de um hit tocado nas rádios
Muito mais performática foi a apresentação de Carlos Villagrán, que subiu ao palco duas vezes. Primeiro, apareceu "à paisana", sem o terninho de marinheiro do seu personagem, e só depois se apresentou caracterizado. Ele não interrompeu a performance por um momento sequer. O tempo todo inflava as bochechas e entortava as pernas, em gestos inconfundíveis do Kiko.


Villagrán também compartilhou o palco com seu dublador no Brasil, Nelson Machado, com quem interpretou "Mamãe Querida", um dos trechos mais memoráveis de episódios da série, quando a turma do Chaves realiza o Festival da Boa Vizinhança (que dá nome ao evento em São Paulo). Mais uma vez, os fãs mostraram guardar as falas do episódio na ponta da língua e recitarem a uma só voz: "Mamãe querida, meu coração por ti bate, como caroço de abacate"

Organização

Apesar da satisfação em ver seus ídolos, o público reclamou da organização do evento. "Estou aqui há quatro horas e até agora só vi uma apresentação com os dubladores. E mal deu para entender o que eles falavam porque o som estava muito ruim", disse Leandro Rodrigues, de 20 anos.

Jô Macedo, também de 20 anos, concordou com as críticas. "Está muito calor e o festival, tecnicamente, é ruim", disse. "Mas vale a pena pelo clima dos fãs e por ver tanta gente com um interesse comum", completou. Outro fã, João Kocis, de 24, também aguardava os dois atores em meio ao aperto, mas disse que estava disposto a esperar o quanto fosse preciso ali.

Antes de subir ao palco, Cecília Lemes, dubladora da personagem Chiquinha, comentou que a presença em massa dos fãs é frequente nos encontros sobre a série. "É lindo. Eu também me emociono com as apresentações", disse Cecília, que se classificou com fã do humorístico e dos encontros.

Para Felipe Araújo, da diretoria do Fã-Clube e um dos organizadores do evento, o resultado final foi positivo. "Houve histeria dos fãs pelos atores como se fosse a Madonna no palco, e até um princípio de empurra-empurra, mas a equipe de segurança agiu a tempo. O que cada um vai guardar do festival é a emoção de ter visto o Kiko e o sr. Barriga", disse.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Ultra seven 1967

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Ultra seven 1967

Seriado Japonês Ultra seven

Trecho da exibição do episodio de Ultra Seven na tv Record 1980





Vamos continuar a relembrar os antigos seriados japoneses que marcarão a nossa infancia . Depois do sucesso de Ultramam foi lançado no ano de 1967 Ultra Seven o segundo guerreiro do espaço a defender o planeta terra. O enredo é quase o mesmo do primeiro ultramam mas na época esse seriado fez um imenso sucesso click nos videos acima e viaje no tempo.

domingo, 25 de abril de 2010

Morre o ator britânico Christopher Cazenove


Morre o ator britânico Christopher Cazenove, da série “Dinastia”
O ator britânico Christopher Cazenove, 66, conhecido pelo papel de Ben Carrington na série de TV “Dinastia”, morreu ontem em Londres, vítima de uma septicemia.

Em um comunicado divulgado por sua agente, Lesley Duff, a família e a mulher do ator, Isabel Davis, afirmaram que ele morreu “de forma tranquila, rodeado por entes queridos” no hospital St Thomas, na capital britânica.

A notícia da morte de Cazenove chega uma semana após a morte de outro ator da série, John Forsythe, que interpretou Blake Carrington, irmão de Ben Barrington.

Ator John Forsythe, de “Dinastia”, morre aos 92 anos


Ator John Forsythe, de “Dinastia”, morre aos 92 anos

O ator norte-americano John Forsythe, que teve uma longa carreira no teatro, no cinema e em programas de televisão como “Dinastia”, morreu aos 92 anos, declarou sua família nesta sexta-feira.

“Ele estava com 92 anos e, felizmente, morreu como viveu sua vida… com dignidade e graça, após sua batalha de um ano contra o câncer”, segundo comunicado.

Forsythe morreu na quinta-feira em Santa Ynez, Califórnia, após contrair uma pneumonia.

Com uma carreira de mais de cinco décadas, Forsythe começou seus trabalhos em Nova York na Broadway, em peças teatrais e em programas de TV como “Studio One”.

O ator mudou-se para Los Angeles e iniciou trabalho na TV, onde sua associação com o produtor de Hollywood Aaron Spelling levou-o ao papel de Blake Carrington em “Dinastia”, pelo qual ganhou dois Globos de Ouro como melhor ator.

Ele foi a voz de “Charlie”, na série de TV original “Charlie’s Angels” da década dos anos 1970.

sábado, 24 de abril de 2010

Kiko e sr. Barriga do seriado Chaves no Brasil





O “Programa do Ratinho” foi especial. Tudo porque Edgar Vivar, o Sr. Barriga e Nhonho do seriado mexicano “Chaves”, fez uma visita á atração. Vivar esteve ao vivo no palco do programa para conversar com Ratinho e toda sua turma.

Já na sexta (23) foi a vez de Carlos Villagrán, o Kiko. Como neste dia “Programa do Ratinho” Villagrán que esteve no CDT (Centro de Televisão) do SBT, em Osasco, SP. Antes de começar as gravações, Carlos Villagrán tirou fotos com funcionários da emissora. A produtora do programa Vanessa Guzzo já publica algumas delas no Twitter.
No domingo (25), Kiko ainda participara do “Domingo Legal”, de Celso Portiolli.

“Sr. Barriga” e “Kiko” estão no Brasil para participar, no dia 24 da segunda edição do “Festival da Boa Vizinhança” em São Paulo, organizado por um fã-clube do “Chaves.

Mais magro, Edgar Vivar se emocionou no "Programa do Ratinho"

Na média geral, a atração comandada por Carlos Massa teve 6 pontos e conquistou a vice-liderança no ranking do Ibope. A Record, com "A História de Ester", teve 5,5 pontos e a Band, com o "Brasil Urgente", teve média de 4,5 pontos. Já a Globo, com "Escrito nas Estrelas", liderou com 24 pontos.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

abertura do seriado Daniel Boone

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Morre Fess Parker o Daniel Boone

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Morre Fess Parker o Daniel Boone

Morre Fess Parker o Daniel Boone





Morre Fess Parker, o Daniel Boone do seriado de TV

imortalizado como Daniel Boone - Usava um chapéu de pele de castor, com um rabinho atrás. No começo do episódio, jogava uma machadinha e ela voava feliz, abrindo uma árvore ao meio, e era ali que apareciam os créditos: DANIEL BOONE. Morreu ontem o velho Fess Parker, herói das minhas tardes de infância como o pioneiro Daniel Boone.

Nunca houve, nas florestas do Kentucky, alguém que fosse tão boa influência: era correto, honesto, alto como um cipreste e tinha uma família de dentes ótimos, filho falante e mulher loiríssima, e o nome dela nunca saiu da minha cabeça: Becky (ou Rebecca).

Era um daqueles heróis que não teria vivido 10 segundos na TV da era do politicamente correto.

Primeiro, porque tinha um índio bom ao seu lado, Mingo, que o ajudava a combater os índios maus (todos os outros).

Daniel Boone vendia peles de castor, urso e outros bichos num entreposto feito de troncos de sequoia jovem.

Daniel Boone não tinha medo de nada, e seu rifle de um tiro só apenas encontrava concorrência nos gibis do Ken Parker.

Todo mundo tinha nome bíblico por ali: Daniel, Gideão, Jericho, Israel.

E ainda por cima tinha aquela musiquinha (parecida com a de outro seriado inesquecível, Bonanza), que enchia os ouvidos de todos nós, e deixava a gente mais feliz do que o mandiopã da avó do Hideki.

Ator era uma lenda na Califórnia

Fess Parker, o grande, foi um ator que nasceu no Texas e se tornou um astro da televisão no papel de pioneiros americanos como Davy Crockett e Daniel Boone, morreu na quinta, 18, aos 85, anos de causas naturais, em sua casa na Califórnia, segundo informou um porta-voz da família.

"Fess Parker foi um modelo como ator e um ídolo para mim desde que eu o vi pela primeira vez na tela grande. Ele era uma verdadeira lenda de Hollywood", disse o governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger em um comunicado. "Era um ator de talento e um homem de negócios de sucesso. Ele foi californiano inspirado cuja contribuição para nosso estado será lembrada para sempre".

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Abertura do seriado japones Spectremam



Outro seriado inesquecivél foi Spectremam que na época era um concorrente do Ultramam , foi um grande sucesso passava na antiga Rede Record . Quem não se lembra dos viloes DR. Gory e seu assistemte o terrivel Karas .Feito no ano de 1971 ficou em nossa memoria , dominantes as ordens era o que ele dizia para se trasformar , Boa lembrança

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Ultraman

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Ultraman

Ultraman

Ultimo episódio de Ultraman 1966




Sem duvida nenhuma esse seriado é o mais marcantes para nos que temos 50, 40, e 30 anos quem não se lembra do Ultraman aqui o ultimo episódio do primeiro ultramam, depois viria Ultra Seven e o regresso de Ultraman . veja e relembre essa raridade . abaixo veja a musiquinha que sempre abria os epísodios.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

videos da inauguração de brasilia



Hoje dia 21 de abril a Capital do Brasil faz 50 anos veja o video com o discurso de inauguração de Brasilia no dia 21 de abril de 1960. Recordar é viver .

Construção de Brasilia

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Tirandentes filmes anos 70

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Tirandentes filmes anos 70

Tirandentes filmes anos 70


Este filme foi feito nos anos 70 em plena ditadura e passou muitas vezes na antiga TV Record sempre nos feriados de Tiradentes.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é vive: Aniversáriante do dia Roberto Carlos

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Aniversáriante do dia Roberto Carlos

Galeria de fotos do Rei














































Galeria de fotos


Roberto Carlos Braga (Cachoeiro de Itapemirim, 19 de abril de 1941), conhecido simplesmente por Roberto Carlos ou ainda Rei Roberto Carlos, é um cantor e compositor brasileiro, sendo um dos principais representantes da Jovem Guarda e o cantor brasileiro que mais vendeu discos, mais de 120 milhões de cópias no mundo inteiro. É freqüentemente referenciado no Brasil como "rei", notório ainda por seus grandiosos shows de final de ano e sua aversão pela cor marrom.
No outono de 1941, no dia 19 de abril, nascia em Cachoeiro de Itapemirim/Espírito Santo, o quarto filho do Sr. Robertino Braga e Dona Laura Moreira Braga - Roberto Carlos. Zunga foi o apelido que Roberto recebeu ainda na infância. Era uma criança normal e alegre, que adorava descer de bicicleta a ladeira perto de sua casa, empinar pipa e jogar futebol. Com seis anos, Roberto foi matriculado no colégio de freiras Jesus Cristo Rei. Tempos depois, na Jovem Guarda, sua segunda professora do Cristo Rei, Irmã Fausta, lhe daria o medalhão que até hoje não tira do pescoço. Roberto Carlos era uma criança calma e sonhadora, que passava horas ouvindo rádio, demonstrando muito interesse em música, aprendendo violão e piano - a princípio com sua mãe e, depois, no Conservatório Musical de Cachoeiro . Sua paixão era a música. Seu primeiro ídolo era Bob Nelson, que cantava músicas country em português. Roberto gostava de cantar suas músicas. Roberto tinha nove anos quando, sua mãe, lhe sugeriu cantar na Rádio Cachoeiro de Itapemirim, prefixo ZYL-9, no programa matinal infantil de Jair Teixeira. Na primeira vez em que se apresentou, cantou o bolero Amor y más amor, sucesso na voz de Fernando Borel. Roberto continuou comparecendo ao auditório da rádio todos os domingos. Roberto Carlos cantava e impressionava a todos com sua afinação e talento natural para a música. Assim, ainda na infância, a paixão pela música já estava em seu coração. Seus pais gostariam que ele fosse médico, mas em nenhum momento deixaram de incentivar a vocação do filho. Roberto havia escolhido a música. Em janeiro de 1955, Roberto Carlos foi passar férias em Niterói na casa de sua tia Jovina, a Dindinha, com a intenção de se apresentar em alguns programas de rádio que davam oportunidade para novos cantores. Durante esta época, decidiu, com a aprovação de seus pais, continuar morando na rua São José, no bairro Fonseca, em Niterói, sendo matriculado no Colégio Brasil. Um ano depois, sua família se mudou para o Rio de Janeiro, estabelecendo-se no bairro de Lins de Vasconcellos. Aos 15 anos, Roberto já tinha alguma noção de música por causa das aulas de piano e teoria musical que recebera em Cachoeiro de Itapemirim. Nos programas que freqüentava, gostava de cantar o repertório de Tito Madi e Dolores Duran, como todos os grandes sucessos da época. Nesta mesma época, um verdadeiro sucesso surgiu nas lojas de discos de todo o mundo: o compacto contendo Rock around the Clock com Bill Halley e Seus Cometas. O ritmo era alucinante. Os instrumentos, tocados bem altos. O cantor parecia incitar a platéia à dança e à celebração. Logo em seguida, veio o sucesso de Elvis Presley, Little Richard, Gene Vincent e Chuck Berry que eram adorados pelos adolescentes. Começava a era do rock. Os jovens brasileiros, é claro, logo aderiram ao movimento. Celly Campello estoura em todas as rádios com Estúpido Cupido. Surgem programas de rádio e TV voltados exclusivamente para o rock. Nas escolas, os professores não sabiam como reagir à nova onda. Os jovens, finalmente, tinham a sua própria música. Na Escola Ultra, na Praça da Bandeira, durante os intervalos de aula, Roberto Carlos costumava ir à sala de música junto com amigos para tocar e cantar. Otávio III, na época assistente de Chiara de Garcia, produtor do programa Teletour da TV Tupi do Rio de Janeiro, gostou do que ouviu. Os dois então deram a Roberto a oportunidade de se apresentar na TV cantando Tutti Frutti . Em 1957, levado por um colegada mesma escola, Arlênio Lívio, Roberto Carlos passou a freqüentar a turma que se encontrava na Rua do Matoso, na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro. Lá conheceu Sebastião (Tim) Maia, Edson Trindade, José Roberto China e Wellington. E com Arlênio, Trindade e Wellington foi formado o conjunto vocal The Sputnicks. Roberto precisava da letra da música Hound Dog e alguém lembrou que um outro componente da turma colecionava tudo sobre Elvis Presley: Erasmo (Carlos) Esteves . Ele e Roberto tornaram-se amigos. Erasmo tinha um violão, presente de seu avô, e muitas letras escritas num caderno. Ambos tinham uma grande afinidade musical. Diferenças e semelhanças os aproximavam . Se Erasmo não se adaptava à autoridade, queria gritar e explodir, a rebeldia levava Roberto a querer pensar livremente, cantar de olhos fechados. Nesta mesma época, Edson Trindade sugeriu a Erasmo que, junto com Arlênio e China, formassem outro conjunto vocal: The Snakes. Roberto Carlos passou a se apresentar em clubes e festas e também com o grupo. Carlos Imperial comandava na televisão o Clube do Rock, apresentando apenas artistas que tocavam o ritmo do momento. Roberto Carlos apresentou-se algumas vezes neste programa . Imperial apresentou-o como o Elvis brasileiro e Roberto cantava sucessos como Tutti Frutti, Teddy Bear e outros mais. Roberto Carlos passou a conviver intensamente com o rock.

Depois de estrear na Jovem Guarda, na Televisão Record, junto com Erasmo Carlos e Wandeléia, em 1965, quando, superando as expectativas, fez do programa um grande sucesso de público, Roberto Carlos tornou-se o cantor mais popular do país, batendo o recorde de vendagens de discos. Na época, com cabelos longos, roupas à moda Beatles e utilizando-se de mitos do universo do jovem urbano, como o carro e a velocidade e falando muitas gírias, virou o ídolo de uma juventude influenciada pelo recém-surgido rock'n'roll norte-americano e inglês. São seus os arranjos de músicas como Quero que Tudo o mais Vá pro Inferno e Namoradinha de um Amigo Meu e lotou as salas de cinema com seus filmes: Roberto Carlos em Ritmo de Aventura (1968) e Roberto Carlos a 300 km por Hora (1971). A partir da década de 1970, deixou de tocar guitarra e passou a cantar músicas românticas, cujos temas mais constantes são o amor, a infância e o sonho. Filho de um relojoeiro e de uma costureira, aos 7 anos ingressou no conservatório de música para estudar piano. Aos 9, já participava de programas de rádio em sua cidade natal, Cachoeiro do Itapemirim, imitando o estilo de cantar dos caubóis norte-americanos. Em 1955, mudou-se com a família para Niterói, no Rio de Janeiro, onde, ao mesmo tempo que tentava a vida como auxiliar administrativo do Ministério da Fazenda, participou de programas de calouros no rádio, cantando boleros e sambas-canção. Transferindo-se em 1958 para a cidade do Rio de Janeiro, conheceu Erasmo Carlos e, com ele e Tim Maia, formou o conjunto The Snakers, logo transformado em The Sputniks. Depois de gravar um 78 rotações de canções de bossa nova, que não teve repercussão, lançou em 1961 seu primeiro LP, com Erasmo Carlos, que inclui versões como Parei na Contramão; Só por Amor; Splish, Splash. Em 1963, obteve grande sucesso com Calhambeque e, em 1965, foi escolhido para estrear na TV Record. Outros grandes sucesso são: As Curvas da Estrada de Santos (1969), Jesus Cristo (1970) e Detalhes (1971).

O programa anual de Roberto Carlos na Rede Globo de Televisão teve início em 1974, quando obteve um grande índice de audiência.A chegada dos anos 80 marcou uma nova fase na carreira internacional de Roberto Carlos. Ele gravou seu primeiro disco cantado todo em inglês. Em 1982, receberia da CBS o prêmio Globo de Cristal, por vender mais de 5 milhões de cópias fora do seu país de origem.Já em 1988, ganharia o Grammy de Melhor Cantor Latino-Americano e ainda atingiria o topo da parada latina da Billboard. Nos anos 90, Roberto Carlos continuou como um grande campeão de vendas ao bater os Beatles em vendagens, com mais de 70 milhões de cópias.Nos anos 2000, Roberto foi mais um artista a participar do etsrelado hall da série Acústico da MTV. O disco trouxe a participação de artistas como Samuel Rosa, do conjunto Skank, e o guitarrista Tony Bellotto, dos Titãs.Em 2004, comemorando os 30 anos de sua série de especiais na Tv Globo, Roberto Carlos teve sua discografia relançada em grandes boxes, divididos por décadas. Um ano depois levaria o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Romântica, com o álbum Pra Sempre Ao Vivo No Pacaembu.Ele repete a dose em 2006, faturando novo Grammy Latino com o disco Roberto Carlos, de 2005. Depois disso, Roberto Carlos lançou mais três discos: Duetos, Roberto Carlos En Vivo (disco em espanhol) e Roberto Carlos e Caetano Veloso e a música de Tom Jobim.













Roberto Carlos volta de Nova York para o enterro da mãe


RIO e NOVA YORK - O cantor Roberto Carlos chegou ontem de Nova York, onde, na noite de anteontem, havia feito o segundo show no Radio City Music Hall. Ele foi diretamente para o Hospital Copa D'Or, onde está o corpo de sua mãe, Laura Moreira Braga, conhecida como Lady Laura, que morreu anteontem. Policiais militares fizeram um cordão de isolamento para a entrada do carro do cantor, que estava muito abatido, na garagem do hospital. O velório aconteceu no próprio hospital e o enterro será nesta segunda-feira, quando o Rei completa 69 anos, às 9h, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap.
Em Nova York, o show de Roberto Carlos teve um roteiro inesperado quando começou a circular pela plateia a notícia da morte da mãe do cantor em mensagens de celular. Com o teatro mais uma vez lotado, o espetáculo começou às 20h20m, hora de Nova York, três horas após a morte da mãe do cantor. Mas Roberto ainda não fora informado sobre a notícia quando entrou no palco, e o show seguiu, com as brincadeiras que ele sempre faz. Na hora de cantar "Lady Laura", a canção que fez em 1978 em homenagem à mãe, Roberto chegou a dizer:
- Fiz esta canção para minha mãe, estou preocupado porque ela está doente, mas agora já está melhorzinha.
A nota oficial no site do cantor revela que Roberto já estava no palco quando o médico Milton Kazuo Yoshino, responsável pelo tratamento de sua mãe, telefonou do Rio comunicando o falecimento ao empresário do artista, Dody Sirena. Segundo a nota, o empresário preferiu aguardar o fim do show, com a canção "Jesus Cristo" e o Rei distribuindo rosas à plateia. Só então, nos bastidores, ele foi avisado.
Quando o público pedia bis, o maestro Eduardo Lages foi ao microfone:
- A gente preparou um bis, mas Roberto acabou de saber que a mãezinha dele morreu - disse Lages à plateia, que se retirou comovida e em silêncio.
Mais tarde, Lages contou que o cantor chorou muito nos bastidores. Cerca de 40 minutos após o encerramento do show, Roberto saiu pela lateral do teatro e foi para o New York Palace Hotel, onde estava hospedado. Um jatinho foi fretado para que o cantor voltasse ao Rio.
Ontem, no Copa D'Or, onde Lady Laura morreu, aos 96 anos, de choque séptico e insuficiência respiratória aguda decorrentes de pneumonia bacteriana , o produtor e diretor de shows Luiz Carlos Miele disse que o carinho das mães brasileiras será fundamental para Roberto:
- Ele teve grandes perdas e as superou. Muitas outras mães no Brasil dependem do sucesso dele, e ele vai passar por isso com o carinho delas - disse.
Geli, mãe da Maria Rita, mulher do cantor que morreu em 1999 devido a um câncer, levando-o a uma profunda depressão, esteve no Copa D'Or, com a filha Maria Emir. Em seguida, Carlos Alberto, irmão do cantor, e sua esposa, Maria de Fátima, chegaram ao hospital.
A morte da mãe levou o cantor a adiar a turnê internacional que incluía, além dos Estados Unidos, o Canadá, o México e a Colômbia. A turnê é comemorativa dos seus 50 anos de carreira, completados em 2009.

domingo, 18 de abril de 2010

Morre Laura Moreira Braga, mãe de Roberto Carlos






Dona Laura Moreira, em foto de arquivo
Morreu na tarde deste sábado, 17, Laura Moreira Braga, mãe do cantor Roberto Carlos, aos 96 anos.

Lady Laura, como era conhecida, morreu às 18h20 de insuficiência respiratória aguda, seguida de duas paradas cardíacas. A mãe do cantor estava internada desde o dia 31 de março, no Hospital Copa D’ Or, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, com um quadro de infeccção pulmonar.

No atestado de óbito, assinado pelos médicos Antônio Carlos Moraes e Milton Kazuo Yoshino, consta como causas da morte choque séptico e insuficiência respiratória aguda, decorrentes de pneumonia bacteriana, agravados por insuficiência renal crônica, insuficiência coronariana e arritmia cardíaca. Roberto Carlos vinha acompanhando o estado de saúde da mãe dos Estados Unidos, onde está em turnê. Ainda não há informações sobre o sepultamento.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Seriados antigos






Quem de nos já não assistiu esses seriados acima o cult Rim Tim Tim , O Fugitivo anos 60 . Nos anos 80 a Super Vick passava na sessão aventura na Globo ; e a Feiticeira que passa até hoje em algumas TV a cabo.