sábado, 29 de maio de 2010

Morre Gary Coleman o Arnold da serie da tv



Morreu, na tarde desta sexta-feira (28), aos 42 anos, o ator americano Gary Coleman, famoso por seu papel na série de TV da NBC The Diff'rent Strokes, exibida no SBT como Arnold e Minha Família é uma Bagunça no Nickelodeon.

A morte, segundo a CNN, foi causada por uma hemorragia cerebral após Coleman cair em sua casa na última quarta-feira (26). Segundo a família e amigos próximos, que estavam ao seu lado no momento da morte em um hospital de Utah, nos Estados Unidos, o ator estava lúcido um dia após a queda, mas seu quadro de saúde se complicou e o ator entrou em coma.

Coleman, que já havia sido internado em janeiro e em fevereiro deste ano por problemas do coração, sofreu forte ostracismo durante a vida adulta. Submetido a dois transplantes de rim antes de completar 14 anos, o ator também sofria de nefrite, uma infecção renal que lhe rendia até quatro sessões de hemodiálise por dia.

No auge da fama, Coleman chegou a ganhar US$ 100 mil por episódio na série que o consagrou, exibida de 1978 a 1986. Mas, em 1999, as dificuldades financeiras surgiram, especialmente, após o próprio pai, Willie, tentar atropelá-lo 13 anos antes, o que lhe causou altos gastos com advogados. Estima-se que Coleman, por problemas diversos, tenha perdido uma fortuna de cerca de US$ 18 milhões.

Sua mãe, Sue, chegou a declarar que o talento de Coleman foi uma forma divina de o ator ser recompensado pelo sofrimento que sofria em relação à sua saúde debilitada.

Em 1998, o ator ainda foi acusado de atropelar um pedestre com seu caminhão após uma discusssão e, no ano seguinte, alegou auto-defesa ao agredir uma mulher que lhe pedia um autógrafo. Em 2008, com 40 anos, Coleman viu sua vida mudar ao se casar com Shannon Price, de 22 anos, que ele admitiu ser a primeira mulher de sua vida.

Confira a filmografia do ator:
1980 Scout´s Honor
1981 On The Right Track
1982 Jimmy The Kid
1983 The Kid with the 200 I.Q.
1985 Playing with Fire
1996 Fox Hunt
1997 Off the Menu: The Last Days of Chasen's
1998 Dirty Work
1998 Like Father, Like Santa
2000 The Flunky
2004 Chasing the Edge
2005 A Christmas too Many
2006 Church Ball
2008 An American Carol
2009 Midgets vs. Mascots

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Seriado O Incrivel Hulk

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Seriado O Incrivel Hulk


Seriado O Incrivel Hulk









A Série.



Graças ao sucesso alcançado pelo personagem Hulk nos quadrinhos, o produtor da Universal Television, Frank Price, apresentou ao roteirista Kenneth Johnson um contrato para ele criar uma série de televisão baseado no personagem Hulk que ele acabava de adquirir os direitos. Johnson logo se interessou pelo projeto, mas desde que tivesse liberdade para introduzir novas características e elementos à história do personagem.

As mudanças em relação aos quadrinhos começam com o nome do personagem que de Bruce Banner acabou virando David Banner. Sua origem fundada no acidente com raios gama na juventude foi trocada por uma que mostra o cientista trabalhando em seu laboratório quando acontece um acidente que acaba matando seu assistente. Contaminado pelos raios gama, o cientista se transforma no terrível monstro verde.

Os roteiros eram até interessantes. Para uma série juvenil de ficção era interessante ver que grande parte dos episódios girava em torno de temas sociais como alcoolismo, abuso sexual, violência e problemas de saúde. Mesmo assim a série possuía alguns absurdos em seus roteiros, como a notável capacidade que Banner tinha de arranjar um emprego novo a cada semana. Isso sem falar em sua notável coleção de variações de sobrenomes, que inventava em cada cidade que passava: David Bannet, David Belson, David Bannon.

O final de cada episódio era embalado pela triste trilha composta por Joe Harnell, um solo de piano intitulado The Lonely Man Theme, e que ainda hoje vive na memória de todos que viram a série.

Vários atores conceituados na televisão, como Pat Morita (de The Karate Kid); Morgan Woodward (de Star Trek) e Gary Graham (de Alien Nation), também fizeram suas participações.



O Elenco.



Primeiro os produtores pensaram em Larry Hagman para interpretar o cientista David Banner, já que o ator estava com carreira em destaque nos Estados Unidos, mas seu papel no seriado Jeannie é Um Gênio tinha deixado uma imagem tão forte que era impossível, naquele momento, desassociá-la do Major Nelson. A segunda opção era o popular mágico, ator e comediante Bill Bixby, que já tinha trabalhado em séries como Meu Querido Marciano (My Favorite Martian) e O Mágico (The Magician). Inicialmente Bixby resistiu ao convite, mas acabou cedendo diante do alto contrato.

Alguns nomes foram cogitados para o papel do Gigante Esmeralda. Até o próprio Arnold Schwarzenegger foi contatado, mas alguns produtores o consideraram muito baixo para o papel.

O nome mais forte inicialmente era o do ator Richard Kiel, que interpretou Jaws em dois filmes do agente 007. Acreditavam que ele tinha a altura ideal para o papel, porém, apesar dos 2m17 de altura, ao gravar várias cenas para o episódio piloto do seriado, mas o filho do diretor Kenneth Johnson mencionou que o ator já escolhido, Richard Kiel, não parecia muito com o Hulk, pois não possuía os músculos necessários para interpretar o monstro verde. Em compensação Kiel acabou sendo a voz que narra a abertura da série em sua versão original.

Por fim optaram por Lou Ferrigno, atleta fisiculturista, personal trainner e Mr. Universo. O ator que aos três anos sofreu uma infecção no ouvido, perdendo 80% de sua audição, ficou perfeito interpretando o Hulk. Lou iniciou a carreira em frente ás câmeras no documentário Pumping iron e, com o fim da série O Incrível Hulk, conseguiu ainda estrelar outra série, chamada Trauma Center, que se originou de um episódio da série Duro na Queda, além de filmes baratos como Hércules e Simbad. Recentemente dublou o Hulk no desenho animado dos anos 90, além de ter sido escalado pra uma ponta no filme do heroi de 2003.


A História.



O casamento de David Banner terminou quando ele não conseguiu remover os destroços de duas toneladas de metal flamejante de cima de sua esposa após um acidente de carro. O trauma o levou a uma cruzada científica buscando o segredo de uma força sobre-humana. David inicia suas pesquisas e chega a conclusão que duas doses de uma forte irradiação gama pode fazer com que essa misteriosa força apareça. Para comprovar sua teoria, ele mesmo se submete a uma dose de radiação gama, mas algo acaba saindo errado e ele acaba perdendo os sentidos. Quando retorna verifica que recebeu doses muito maiores de radiação, que durante momentos de grande angústia e desespero ocorre uma metamorfose em seu organismo, que o acaba transformando numa criatura que David não tem controle sobre ela.

O Dr. David Banner passa a buscar a cura para a transformação do Monstro que carregava dentro de si, enquanto vivia como viajante sempre fugindo do repórter de tablóide Jack Macgee, que era obcecado pela idéia de capturar o Hulk e desconfiava que Banner e o Gigante eram a mesma pessoa. Em suas andanças o doutor acabava se metendo em alguma encrenca e se transformava (duas vezes por capítulo) no Hulk para escapar da situação. No fim de cada episódio David Banner tinha que ir embora deixando pra trás amizades valiosas que tinha feito por onde passou.

Apesar desse padrão, a série teve realmente bons momentos; a começar pelo piloto. Simples e bem amarrado, recriava a origem do Hulk de maneira interessante, caprichando nas primeiras aparições da criatura. Ao fim do filme o doutor foi dado como morto, o Hulk levou a culpa e partiu em busca de sua cura.

No início da segunda temporada Banner se casa no episódio duplo "Casado", pelo qual a atriz Mariette Hartley ganhou o Emmy de melhor atriz.

Na quarta temporada, a série passou a apresentar histórias mais próximas das dos quadrinhos. Hulk é capturado pelo exército, que acredita ser ele um extraterrestre, em um momento bem complicado para o herói que se encontra-se num estágio intermediário da transformação entre Banner e Hulk. Já no episódio "O primeiro", o Dr. Banner viaja para um povoado que, nos anos 50, foi aterrorizado por uma criatura semelhante ao Hulk. Lá, ele encontra outro cientista que alega ter a cura para a maldição. Na verdade, o que ele faz é enganar Banner para recuperar seus poderes e o confronto dos dois Hulks é inevitável.


Bastidores.



Apesar do personagem Hulk aparecer por poucos minutos em cada episódio, a sessão de maquiagem do ator Lou Ferrigno, para deixá-lo verde e com aquela peruca despenteada, durava três horas, começando às cinco da manhã. Devido ao trabalho árduo e horas perdidas na maquiagem, raramente o ator era pintado da cabeça aos pés, como pode ser observado em alguns episódios. Para reduzir o tempo perdido nesse estágio da produção, optaram por não pintar os pés, assim o Hulk usava sapatilhas verdes.

Apesar da força enorme força do ator Lou Ferrigno, comprovada em seus concursos de Mister Universo, ele não precisava se esforçar muito para fezer uma tremenda quebradeira como Hulk. As mesas, portas e objetos quebrados, além de enormes pedras arremessadas, economizava um dinheirão por serem feitas de isopor pintado e moldado.

O personagem David Banner sempre apanhava bastante, ou estava às voltas com situações de perigo antes da transformação, apesar disso, o ator Bill Bixby praticamente não usava seu dublê em suas cenas de ação.

O prenome David foi criado como uma analogia à história de Davi e Golias, a fim de carregar de simbolismo o conflito do cientista (ou médico) com seu alter ego. Mas comenta-se que o estratagema veio mesmo para afastar uma possível conotação homossexual que o nome Bruce trazia à época. E para fugir da aliteração dos nomes típicos das HQs como Peter Parker, Lois Lane, Clark Kent. Mas o nome Bruce não foi descartado. No túmulo de Banner, no episódio-piloto, lê-se que seu nome completo era David Bruce Banner.


Os Filmes.



Durante a pré produção de Rebirth of Hulk, Bill Bixby faleceu vítima de câncer e, com ele, a idéia da Marvel de usar os telefilmes do Golias Verde como testes de possíveis séries de suas personagens.



No Brasil.



No Brasil a série regular foi exibida pela Rede Globo, dentro da Sessão Aventura, com grande sucesso e também foi apresentada pela extinta Rede Manchete. Ano mais tarde esteve na Tv por assinatura USA e mais recentemente no extinto canal Rede 21.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Tom Cruise se encontra com par romântico de 'Ases Indomáveis'

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Tom Cruise se encontra com par romântico de 'Ases Indomáveis'

Tom Cruise e Kelly McGillis 24 anos depois



Tom Cruise e Kelly McGillis
interpretaram par romântico em 'Ases Indomáveis', há 24 anos
Segundo informações do TMZ, o ator Tom Cruise, 47, se encontrou com a atriz Kelly McGillis, 52, na noite da última segunda-feira (17). Há 24 anos, os dois fizeram par romântico no clássico Ases Indomáveis.
O encontro ocorreu durante um evento em Los Angeles. Empolgados com o encontro, os dois posaram para fotos juntos.
O tempo com ela foi implacavel como está velha.
Velha o Clip desse filme de grande sucesso do passado :

terça-feira, 25 de maio de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: O Cantor herondi da dupla Jane e herondi sofre derrame

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: O Cantor herondi da dupla Jane e herondi sofre derrame

A dupla Jane e Herondi



Cantor Herondy deve ter alta nesta terça, diz boletim médico
Músico sofreu AVC na noite do último sábado (22).
Agenda de shows de maio e junho foi cancelada.

A dupla Jane & Herondy (Foto: Divulgação)O cantor José Roberto Bueno de Lima, o Herondy da dupla Jane & Herondy, que sofreu um acidente vascular cerebral na noite do último sábado (22), deve receber alta nesta terça-feira (25), informou a assessoria de imprensa da dupla.

Herondy, de 64 anos, foi internado no Hospital São Lucas, em Aracaju, depois de passar mal pouco antes de uma apresentação. A agenda de shows para o restante de maio e junho foi cancelada.

De acordo com o boletim médico divulgado nesta segunda (24), o quadro clínico do músico apresenta "melhora progressiva". Ainda nesta terça iniciará uma série de sessões de fonoaudiologia, já que o AVC comprometeu a parte do cérebro que controla a fala.

Jane & Herondy gravaram mais de 50 discos e ficaram conhecidos nacionalmente na década de 70, com a canção "Não se vá". São casados há mais de 30 anos e, há cerca de um mês, mudaram-se de São Paulo para Aracaju, onde pretendem fixar residência.

Veja o maior sucesso da dupla Jane e Herondi dos anos 70 Não se vá

segunda-feira, 24 de maio de 2010

comerciais antigos




Quem de nos não se lembra desse comercial do iorgute vigor que as tranças da menina se levantavam qdo ela experimentava um . e das balas juquinhas e das pastilhsa adans .

domingo, 23 de maio de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Sempre ao seu lado

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Sempre ao seu lado

Sempre ao seu lado



Meus amigos do blog hoje eu não falarei de coisas do passado mais sim do presente, minha irmã num dia desses me recomendou este filme para eu assisti com minha família . Confesso que não me empolguei porque eu não sou muito fã de filmes de bichos . Ela me deu o DvD e eu o larguei de lado , qdo finalmente no dia de hoje resolvi assisti ao filme me enganei redondamente pois foi um dos filmes mais bonitos que vi na minha vida e recomendo a vcs que assistam pois este já se encontra nas locadoras
É um filme dirigido por Lasse Hallström de ‘Chocolate’ e estreia em 25 de Dezembro de 2009. É um filme de arrepiar da cabeça aos pés, por tamanha emoção que ele desperta. "Sempre ao seu lado" conta uma história linda de amor e fidelidade, de um cão Akita, chamado Hachiko e de seu dono, um professor de música, estrelado por Richard Gere.


Em “Sempre ao seu Lado”, Hachiko é encontrado perdido em uma estação de trem por Parker (Richard Gere), ambos se identificam rapidamente. O filhote acaba conquistando todos na casa de Parker, mas é com ele que acaba criando um profundo laço de lealdade. Os dois criam laços tão fortes que o cachorro o acompanha ao metrô quando ele sai para trabalhar, e volta para buscá-lo na hora de seu retorno. Um dia, o professor morre e não mais retorna. Mas Hachiko não desiste. Durante dez anos, volta diariamente à estação, na esperança que seu dono apareça. Sua lealdade e perseverança acabam comovendo a todos que por ali transitam. O filme é baseado em fatos reais e aconteceu no Japão. Hoje a história de Hachiko é uma lenda no país e uma estátua do cão foi construída na Estação de Trem. Para os japoneses, tornou-se um símbolo de fidelidade.

Não é a primeira vez que essa história de amor foi parar nos cinemas. Em 1987 foi transformada em filme pela primeira vez no Japão. Para o ator Richard Gere, a história do filme é emocionante e conta que não conseguiu segurar as lágrimas enquanto lia o roteiro. Para ele, é uma linda história de amor. O Trailler do filme "Sempre ao seu lado", é emocionante. Veja a seguir:

sábado, 22 de maio de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: filme Thundercats

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: filme Thundercats

filme Thundercats

Todo mundo que pensa em procurar “Filme Thundercats” acaba se deparando com um trailer feito por um fã que mistura cenas de vários filmes e atores à exemplo do que fizeram no suposto filme “Titanic 2 – O Retorno de Jack”. Não dá para negar o belo trabalho feito por este fã, mas nada melhor que uma produção mais “patrocinada”. Se você ainda não viu o trailer fake do filme Thundercats, aqui está:

Trailer Fan made do filme Thundercats





Elenco
Mas agora falando do filme Thundercats de verdade, a Warner anunciou no começo de 2009 a contratação de atores como Matt Damon – que deve ser o Lion – e Kate Beckinsale – que deverá ser Cheetara – como parte do elenco para começar a produzir o filme, que será feito em animação 3D como o último filme das Tartarugas Ninjas




E por falar em animação 3D, ninguém melhor que Jerry O’Flaherty, excelente projetista em games. Já o roteiro, fica por conta do novato Paul Sopocy.

Estréia
O filme Thundercats está previsto para estrear em 2010, mas o visual pode ser um pouco diferente do que estamos acostumados no desenho animado, primeiro por que deve ser baseado nos atores contratados para servirem como modelo para a adaptação do s personagens emprestarem suas respectivas vozes também e segundo por que infelizmente o desenho deve ser mais modernizado.

Sinopse
“A história é centrada em um grupo de super-heróis felinos que fogem de seu planeta depois que ele é destruído e passa a lutar contra os vilões de seu universo. A trama mostrará a origem do personagem Lion, que se torna líder dos Thundercats”.

Um detalhe interessante é que se você procurar no google por “Thundercats The Movie“, aparecerá entre os resultados, o site www.thundercatsthemovie.com que diz que fará uma produção do filme dos Thundercats prevista para estrear no dia 4 de julho de 2011, apresentando um filme em animação 3D de 30 minutos. Apesar de não ter ficado legal o último filme em animação 3D de Tartarugas Ninja, vamos torcer para que Jerry O’Flaherty e cia consigam fazer um trabalho digno e à altura do que deve ser um Filme dos Thundercats. Vamos ativar o “olho de Thundera” e monitorar o desenrolar do filme…

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Thundercats



ThunderCats foi uma série de animação desenvolvida por Rankin/Bass e distribuída por Lorimar-Telepictures em 1983, baseado nos personagens criados por Tobin "Ted" Wolf. A animação foi produzida por Pacific Animation Corporation, um grupo de estúdios japoneses, incluindo a Topcraft, que mais tarde viria a formar o Studio Ghibli. A primeira temporada foi ao ar em 1985 (com 65 episódios), seguido do filme intitulado ThunderCats - HO! em 1986. As temporadas 2 (1987-1988), 3 (1988-1989), e 4 (1989-1990), seguiram o novo formato de 20 episódios cada.

No Brasil, a série foi inicialmente exibida em 1986 até 1990 pela Globo, exibindo somente os primeiros 100 episódios dos 130 produzidos. Em 1995, Thundercats voltou a ser exibido pelo canal, no bloco TV Colosso. Nesse período também havia começado a ser exibido pela Warner Channel e pelo Cartoon Network. Em 2 de julho de 2001 passou a ser exibido pelo SBT, no programa "Bom Dia & Cia", na época apresentado por Jackeline Petkovic, desta vez, exibindo também o restante da série.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Bozo Bozinho Bozoca nariz de pipoca

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Alo Criançada o Bozo chegou

Alô criançada o Bozo Chegou








Na TV brasileira, o Bozo chegou em 1980, quando a emissora TVS-Record, de Silvio Santos, comprou a marca e estreou seu programa. O humorista Wandeko Pipoca foi escolhido pelo próprio Larry Harmon para interpretar a versão brasileira do palhaço.

Com o sucesso do personagem, em 1983 outros cinco atores, Manoel Duarte, Luís Ricardo, Caio Machado, Edílson Oliveira da Silva e Arlindo Barreto, foram contratados pela emissora - que virou o atual SBT - para o papel do Bozo. O programa do Bozo terminou em 1991 com a morte de Décio Roberto, último ator a encarnar o palhaço no Brasil.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Torresmo e Pururuca

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Torresmo e Pururuca

Entrevista com o Torresmo

Torresmo e Pururuca



O MESTRE BRASIL JOSÉ CARLOS QUEIROLO: PALHAÇO TORRESMO

Nasceu em Espírito Santo do Pinhal, no dia 04 de abril de 1918, quando o circo Irmãos Queirolo, de propriedade de seu pai e tios, itinerava pelo o interior do Estado de São Paulo. Filho único de Jose Carlos Queirolo, Palhaço Chicharrão e de Dona Graciana Cassano Queirolo, atriz. Ele uruguaio e ela Argentina. Desde a mais tenra idade (3 anos), tomou parte nos atos de seu pai, com o nome de Chicharrãozinho, a sua infância e adolescência estudou, inicialmente no colégio Caetano de Campos e depois no Colégio Ginásio Ipiranga. Juntamente com seu pai e sua mãe, excursionou por todo o Brasil e alguns países estrangeiros.

Foi cantor de tangos e melodias mexicanas, compositor e poeta. Após formar-se em 1938, seguiu com seus pais para excursionarem com o “Circo Cine Mundial”, uma mistura de circo e cinema, pelo o Estado de São Paulo, permanecendo nessa excursão por 10 anos.

Torresmo toca saxofone, marimba, violino. “Eu sou um artista de verdade e hoje ninguém quer pagar artistas de verdade. Mas as crianças gostam de nós, dos verdadeiros palhaços. A cada risada delas, quando me vêem, tenho certeza disso”.*

* Jornal Folha de São Paulo. 1975


Aos domingos, ele sempre repete a mesma frase: “Assim não agüento” e a criançada grita: “Guentaaaaá”.

Torresmo foi um bebê bonito e rechonchudo, cantava tangos lindamente aos 7 anos, e tem, aos 69 anos, a disposição de 50 anos. Foi equilibrista, trapezista, malabarista, aramista e domador de muitos bichos.

Torresmo estreou seu palhaço, em Juiz de Fora, juntamente com seu pai e seu tio, o Palhaço Harres. Torresmo fazia parte de uma cena cômica dos dois; dentro do roteiro, tinha uma mala e os dois falavam de pegar a mala, daí surgia um palhaço bravo de dentro da mala. Era o Torresmo, com os olhos azuis e corpo esbelto. Antes de ser Torresmo, foi Bombonzinho, Berimbau, Fubeca e Catatau.

Torresmo, afirma ser uma pessoa bem-humorada e que pretende chegar até o ano 2000. Vaidoso, confessa que já pensou em dar uma retocada no rosto, mas o filho Pururuca, não gostou da idéia. Esta casado há 43 anos com Otília. Além de Pururuca, tem um filha, Gladismary, cinco netos e dois bisnetos. Lembranças têm muitas, mas prefere não viver de recordações. Aos domingos, quando se veste de Torresmo e anima o pequeno circo, montado junto ao restaurante, na Serra da Cantareira, a criançada morre de rir, quase caindo das cadeiras.

Em 1943, o Brasil estava na 2ª Guerra Mundial e eles foram para o Rio de Janeiro, a chamado do Revistógrafo Jardel Jercolis, onde na sua Companhia de Revista, no Teatro Recreio, ocupou o lugar de 1º Ator Cômico. Voltando ao interior de São Paulo, em 1944, casou-se na cidade de Ibirarema, com Otília Piedade, nascendo uma filha Gladismary eum filho: Brasil José Carlos. Foi locutor das rádios de Adamantina e Lucélia, de 1948 a 1949.

Trabalhou no Circo Alcebíades, do pai de Fuzarca, amigo e dupla cômica. Realizou apresentações no circo dos famosos palhaços: Piolim e Arrelia. Entre os circos que se destacou, constam: Norte-Americano e os Irmãos Queirolo, situados na cidade de Curitiba. A Família Queirolo, também marcou época no sul do país, através do famoso Palhaço Chic-Chic, Otelo Queirolo e seus filhos artistas.

Torresmo fixou residência em São Paulo, no bairro de Mandaqui. Em 1950, tendo conhecimento da Tv, acreditou no sucesso desse meio de comunicação. Participou do programa de Luiz Gonzaga, no Cine-Teatro Odeon e foram vistos pelo “olheiro” da TV Tupi, canal 3, no programa do artista Humberto Simões (famoso ventríloquo brasileiro). Humberto apresentou Torresmo ao diretor Cassiano Gabus Mendes – 1º diretor de TV no Brasil. No dia 12 de outubro de 1950, dia das Crianças, Torresmo estreou no canal 3, TV Tupi Difusora, às 20:00hs, desde então, dedicou-se a programas infantis, na TV brasileira, tendo atuado em todos os canais da TV de São Paulo, nos mais variados programas: Calouros Mepacolan, Gurilândia, com o famoso artista Homero Silva; Zás-Trás, na Globo; Recreio do Torresmo, no canal 2; Torresmolândia, no canal 9, TV Excelsior; Tic-Tac e Pururuca , na TV bandeirantes; Gincana Kibon, na TV Record e muitos outros no período de 1950 a 1964. Aposentou-se da TV e, “agora só faço free-lance e se o cachê interessar”, diz ele. A dupla Torresmo-Fuzarca fez um sucesso na TV brasileira. Através de seus espíritos revolucionários, na figura de seus palhaços, mostraram para o Brasil o circo, suas origens, suas tradições e seus símbolos poéticos.

O Sr. Brasil José Carlos Queirolo – Palhaço Torresmo, foi funcionário da Delegacia do Tesouro Nacional, durante 14 anos. No ano de 1960, decidiu trabalhar somente com a atividade circense. No programa “O Grande Circo”, junto com Pururuca – seu filho, Chupeta, Chupetinha, Pimentinha e outros excêntricos, desenvolveu um trabalho que marcou a presença do circo na televisão brasileira (TV Bandeirantes), no ano de 1973 a 1982. Foi feito um vídeo, lançado em todo o Brasil com grande êxito.

Nos anos de 1983 a 1987, retirou-se para o seu sítio, em Mairiporã, para tratamento de saúde, sendo pequena sua atividade artistica. Nesse período, seu filho abriu um restaurante na Serra da Cantareira.

Torresmo fez diversas atividades para as crianças e adultos, no restaurante do seu filho. Recuperado da enfermidade, voltou para São Paulo e trabalhou no Programa Bombril, da TV Bandeirantes.

Torresmo foi considerado pela Câmara Municipal de São Paulo, como um ser em plena peregrinação artística e recebeu a Medalha Anchieta e um diploma de Gratidão da Cidade de São Paulo. Em 1982, foi-lhe conferido o Título de Pinhalense Emérito, outorgado pela Câmara Municipal do Espírito Santo de Pinhal, onde nasceu.

Torresmo revive, aos domingos, a garotada. Sem pintura no rosto longe das roupas extravagantes e do sapato enorme, ele não é “Torresmo” – “Não consigo fazer palhaçadas, sem estar pintado e vestido, até ando diferente”, comenta.

Albano Pereira, companheiro de palhaçadas de Torresmo, faleceu no ano de 1964. Daí em diante, forma dupla com seu filho, o Brasil José Carlos Queirolo – “Pururuca”, ele com 15 anos de idade.

Possui inúmeros troféus e diplomas de agradecimentos, pelo seu trabalho para a comunidade brasileira e a TV Bandeirantes concedeu-lhe o Troféu Bandeirantes, Torresmo gravou 80 discos infantis e trabalhou 30 anos na TV. No ano de 1993, faleceu o Sr. Brasil José Carlos Queirolo – Palhaço Torresmo, na época tinha 76 anos de idade. Sua história continua viva através de seus filhos e netos.

Em depoimento prestado no 1º Encontro de Artistas Circenses da UNICAMP, no ano de 1989, Torresmo fala:

“Ao pisar pela primeira vez em um picadeiro, aos três anos, logo vi que seria um artista. Fui o primeiro Queirolo a nascer no Brasil, em Espírito Santo do Pinhal. De picadeiro em picadeiro, fui chamado de Fubeca, atuei com muitos palhaços e sempre fui atento as nomenclaturas de cada tipo. No mundo circense, há o palhaço que pinta o rosto de branco e sabe de tudo um pouco. É o Clown – o excêntrico que erra as palavras e faz trapalhadas. O outro é o Tony ou Suarê – este entra no picadeiro somente nos intervalos dos números do circo.

No Brasil, quem introduziu o palhaço tradicional, que usava o sapato grande, o nariz que brilhava e muito mais, além de ter sido o mestre do Palhaço Piolim, foi meu pai Chicharrão.

Graças a Deus, me aposentei bem e consegui com a televisão, o meu nome; o que meu pai levou 10 anos para fazer, em nome do seu reconhecimento, eu fiz em 1 ano de TV. Pude mostrar a história das famílias circenses voltadas para a alegria.

Antigamente eram os palhaços que chamavam o público, eles eram a atração principal. Os de hoje não sabem nem se pintar sozinhos e se pintam com cara de engraçado, como dizia Fuzarca. Não passam nenhuma emoção para o público. Nós somos a tradição e a memória que o Brasil não tem. Os inovadores não acrescentaram nada (...)”

Com a morte de Fuzarca, em 1964, Torresmo passou a fazer dupla com seu filho, o Palhaço Pururuca e continuou entre o palco e a lona. Ele recordava o passado e guardava suas palhaçadas ou excentricidades, para teatros e residências.

“O picadeiro cansa muito, mas ainda estou preparando minha maquiagem para o ritual de transformação de Brasil Queirolo em Torresmo”.

Torresmo não se arrepende da vida dedicada a circo e vê, eterno, o futuro da lona. De tristeza, apenas de saber, que mesmo com veteranos palhaços, ensinando sua arte a TV pouco aprendeu do picadeiro. “Não me queixo da televisão, que me deu nome, mas ela não aproveitou nada do circo, em troca de efeitos e luzes”.

AS VONTADES DE TORRESMO

Torresmo, artista, segundo ele desde eu nasceu, está começando a transformar em realidade, um velho sonho: “Quero morrer debaixo de uma árvore, vendo as crianças brincarem”.

TORRESMOLANDIA: lugar que inventou, é uma espécie de conto de fadas para a criançada. Construiu uma casa de brinquedo – do seu tamanho: 1,50m e diz que já começou a colecionar bichos. Por enquanto, a Torresmolândia têm dois periquitos, vários canários da terra; mas numa dessas manhãs, amanheceu fungando e ao por do sol, todos com lágrimas nos olho, participaram de um pequeno funeral.

O velho palhaço continua com a disposição de sempre. Diz que a Torresmolândia será bastante ampliada. Hoje ela já conta com um velho Ford 1915, que está mais novo do que um zero quilometro. No futuro, haverá locomotivas com vagões com altura não superior a 1,50m e no imenso parque que Torresmo imaginou, cada Estado do Brasil estará representado com suas danças, lendas e pratos típicos.

Na Torresmolândia, todos os sábados e domingos, às 15:00hs têm show especial. O importante é que tudo é de graça, fala Torresmo, com um sorriso de orelha à orelha, que deixa muito adulto envergonhado.

Brasil Jose Carlos Queirolo - Palhaço Torresmo – faleceu em maio de 1992.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Opala anos 70



Quem de nos com mais de trinta já não andou num opala meu pai por exemplo teve uns 15 carros desse eu aprendi a dirigir no opala tambem veja os comerciais da epoca do lançamento do opala que foi de 1969 à 1992 mate a saudades pessoal.

Comercial do opala anos 60 70 80

Primeiro comercial do opala 1969



Comercial do opala anos 70



Comercial do opala anos 80



Comercial do opala anos 90

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: O Dublador do Bruce Willis e do Terence Hill

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: O Dublador do Bruce Willis e do Terence Hill

Newton da Matta






O dublador Newton
da Matta

Faleceu na tarde desta segunda-feira, 06/03, em Bragança Paulista, interior de SP, o ator e dublador veterano Newton da Matta. Ele estava hospitalizado devido a uma parada cardíaca que o levou a um coma. A causa morte foi divulgada como infecção hospitalar. Seu corpo foi velado e enterrado no cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro.

Newton era o dublador oficial do ator Bruce Willis, desde a série A Gata e o Rato (1985), que a Sony Pictures lançará em DVD no próximo dia 15, com dublagem original.

Newton tinha 61 anos e iniciou iniciou suas atividades artísticas aos 11 anos em rádio-teatro, atuando nas emissoras Tupi, Mayrink Veiga e Nacional, no Rio de Janeiro. Mais tarde, na Rádio Nacional, foi escritor de novelas e diretor de elenco. Na televisão, atuou como ator e autor de tele-peças, na TV Tupi, TV Rio e TV Globo. No teatro, foi o primeiro Pedrinho do "Sítio do Pica-Pau Amarelo". Mais tarde, montou peças de Pirandello, entre outras. Foi um dos diretores do musical "Alô Dolly" no Teatro João Caetano.

A partir de 1960, foi convidado por Herbert Richers e Vitor Berbara a dirigir e atuar como dublador. Foi o surgimento da dublagem no Rio de Janeiro. Desde então, atuou em diversos seriados, como o já citado Bruce Willis em A Gata e o Rato, Marc Singer em V - A Batalha Final, Richard Chamberlain em Dr. Kildare e Pássaros Feridos e o personagem Zeca em Primo Cruzado. Em longas-metragens, além de Bruce Willis (todos os filmes), dublou os atores Dustin Hoffman, Paul Newman, Louis Jordan, Mickey Rourke, James Farentino, Peter O'toole e vários outros. Dirigiu a dublagem do desenho Thundercats e dublou o personagem Lion-O, o chefe dos felinos.

Newton da Matta estava morando e trabalhando em São Paulo, onde ministrava um curso de dublagem para crianças, adolescentes e adultos, e ainda dirigia dublagens.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

A dubladora da Bruxa do 71



dubladora Helena Samara faleceu no último dia 8 de novembro, aos 74 anos de idade por falência múltipla dos órgãos, choque cardiogênico e miocadiopatia isquêmica.
A grande chance veio com a personagem Wilma do desenho "Os Flintstones", para a qual fez um teste e foi escolhida pelo próprio representante da Screen Gems no Brasil. Na seqüência, vieram outros grandes personagens que dariam à Helena Samara um lugar de destaque no universo da dublagem brasileiras: Endora, da série "A Feiticeira", na qual foi a terceira dubladora e a mais reconhecida, Maureen Robinson, a mãe de "Perdidos no Espaço", a Tenente Uhura de "Jornada nas Estrelas", na dublagem original, e Cinnamon Carter, interpretada por Barbara Bain na série "Missão: Impossível", cujo sucesso garantiu à Samara vários trabalhos de locução em comerciais da época.

Casada desde os 19 anos com o estudante de odontologia Manrico de Camilo, com quem teve uma filha, Fátima de Camilo, atualmente psicóloga, Helena separou-se do marido quando ele pediu que fizesse uma escolha: a família ou o trabalho.

Entre os mais recentes sucessos de Helena Samara estão as séries "Chaves", na qual dublava dona Clotilde, a bruxa do 71, e "The Nanny", na qual fez a voz da vó Yetta ao lado de Cecília Lemes, a voz de Fran Fine e da Chiquinha em "Chaves". Alguns de seus trabalhos como o desenho "Os Flitstones", as séries "A Feiticeira", "Missão: Ipossível", "Chaves", "Perdidos no Espaço" e "Jeannie é um Gênio", estão imortalizados em DVD lançados no Brasil com a dublagem original.

O Dublador do incrivel hulk , Falcão Azul , Batman


Nilton Valério

O ator e dublador Nilton Valério morreu no início de setembro. Há alguns anos afastado da dublagem devido a um derrame, Valério atuou nas casas do Rio de Janeiro. Entre seus trabalhos mais conhecidos estão a voz do Falcão Azul no desenho Dinamite, o Bionicão, a voz de Roy Thinnes em Os Invasores, a voz na redublagem de Guy Williams na série da Disney, Zorro, o Dr. McCoy na redublagem de Jornada nas Estrelas, série clássica, a voz de Bill Bixby na série O Incrível Hulk dos anos 70, e a voz oficial do ator Michael Keaton. E ainda:

"Robocop" (Miguel Ferrer), "Os Caçadores da Arca Perdida" (Rene Belloq), "Mecanicat" (Krypto), "X-Men" (Ciclope - desenho dos anos 90), "Batman" (na versão animada dos anos 70), "Carrossel" (Dr. Villaseñor), "Os Flintstones nos Anos Dourados" (Sr. Mau), "Loucademia de Polícia" (Sargento Proctor), "Uma Linda Mulher" (Jason Alexander), "Intriga Internacional" (Cary Grant), "Cinzas do Paraíso" (Sam Shephard), "Armageddon" (Jason Isaacs), "O Exorcista (Padre Dyer), "Tempo de Despertar (Robert DeNiro), "Querida, Estiquei o Bebê" (Gregory Sierra), "Proteção à Testemunha" (Daniel Zacapa), "Dossiê Pelicano" (James B Sikking), "O Feitiço de Áquila" (John Wood), "O Planeta dos Macacos", "A Fuga do Planeta dos Macacos" e "A Conquista do Planeta dos Macacos", "Uma Cilada para Roger Rabbitt" (Richard LeParmentier), "Superman - o Filme" (Marlon Brando - redublagem), "Butch Cassidy" (Paul Newman), "Casablanca" (Paul Henreid), "Os Três Mosqueteiros" (Gene Kelly), Fãs do dublador mantém uma comunidade no Orkut dedicado a ele e seu trabalho.

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Dublador do Fred Flintstone

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Dublador do Fred Flintstone

Dublador do Fred Flintstone




DUBLAGEM » MARTHUS MATHIAS


Marthus Mathias - Nasceu em ltajubá, MG, em 1927. Radicado em São Paulo, começa sua carreira em 1951 como rádio-ator, na Rádio Record de S. Paulo. Sua primeira rádio-novela se chama "A Cabana do Pai Tomás". Em seguida vai para a televisão, como ator, em transmissões ao vivo, pois não existe videotape, nos teledramas "Corcunda de Notre Dame" e "O Vestido de Noiva", ainda na década de 50. Depois faz as telenovelas "A Muralha" (63), Jerônimo, Herói do Sertão" (72), "Uma Rosa com Amor" (72), Vitoria Bonelli" (72) e "O Espantalho" (77), entre outras. Estréia no cinema em 1953 no filme "Cais do Vício" e desenvolve sólida carreira de mais de 70 filmes, com destaque para "Jeca Tatú" (59), "O Outro Lado do Crime" (79) e "Besame Mucho" (87). Quase sempre no papel de vilão, Marthus Mathias é um dos atores mais constantes do cinema brasileiro. Na década de 80, adere ao explícito.

Marthus Mathias havia se mudado para de S. Paulo para Goiânia (GO). Depois, mudou-se para o estado do Mato Grosso, onde veio a falecer em janeiro de 1995.

Marthus imortalizou a voz do Fred Flintstone. Fez também o Chefe dos Agentes da UNCLE, vivido pelo ator Leo G. Carroll.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

DUBLAGEM » OLDER CAZARRÉ




DUBLAGEM » OLDER CAZARRÉ

Older Cazarré: Para sempre, com Justiça.

Older Cazarré se consagrou como dublador e ator. Falecido em 1992, era incrivelmente eficaz no que fazia. Especialista em dublagens caricaturais, marcou época dando voz a Huckleberry Hound (no Brasil, Don Pixote). Fez a voz inesquecível do gato Gênio, da série Top Cat (Manda Chuva), Jaiminho nos episódios do restaurante da Dona Florinda na série mexicana Chaves.
Foi também a voz de Zé Colméia na série clássica, o zelador Henry Órbita (na série clássica Os Jetsons), Plic (no desenho Plic, Ploc & Chuvisco), Chumbinho (no desenho Bacamarte & Chumbinho), o Rei (no desenho Mosquete, Mosquito & Moscardo), Homem Fluído (no desenho Os Impossíveis), Loopy Le Beau e o Prof. Gizmo (na série animada Jambo e Ruivão).
Foi ator da Rede Globo, depois de passar por outras emissoras, entre elas a TV Tupi, onde permaneceu por mais de 20 anos. Era irmão do também falecido Olney Cazarré - também dublador - quee tem entre suas dublagens mais conhecidas a de Hadji Singh (série animada Jonny Quest), Coelho Ricochete (desenho Coelho Ricochete & Blau
Blau), Fofoquinha (Matraca-Trica e Fofoquinha), Jace (Space Ghost & Dino Boy) e James Stephens (voz do ator Dick York na fase colorida de A Feiticeira). Olney Cazarré chegou a fazer também a voz de James quando Dick York fora substituído por Dick Sargent.
Ao falecer, Cazarré tinha apenas 57 anos. Foi vítima de uma bala perdida enquanto dormia em seu apartamento. Por causa de um tiroteio, foi atingido no peito, por um projétil que atravessou a janela do seu quarto, localizado no segundo andar de um prédio de apartamentos. Embaixo, um grupo de traficantes do Morro do Pavão trocava tiros. Segundo os moradores, os bandidos atiraram dez vezes contra a fachada do edifício. Um vizinho do ator, quando ouviu os tiros, jogou-se no chão com o filho pequeno. Ainda de acordo com testemunhas, após o tiroteio, houve pânico na vizinhança. Naquela época, a troca de balas entre traficantes de drogas já era freqüente.
Com isso o meio artístico perdeu um dos seus melhores profissionais. Sua figura até hoje é lembrada por muitos com muito carinho e um sentimento que se traduz em muita saudade. Cazarré deixou marcas profundas que são sem sombra de dúvida exemplos a serem seguidos. Boa parte daquilo que fez pode não estar disponível por problemas que o nosso país tem quanto a preservação de arquivos. Mas foi graças ao volume de seu trabalho que até hoje podemos rever algo daquilo que nos proporcionou.
Sofremos com a falta de material que o Brasil nos proporciona. Mas Cazarré era bom. Tão bom que encontramos dados a respeito dele em sites que nem brasileiros são... consultem:

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Seriado A Feiticeira 1964 a 1972

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Seriado A Feiticeira 1964 a 1972

Seriado A Feiticeira 1964 a 1972



O publicitário James Stephens leva uma vida normal trabalhando com Larry Tate na agência "McMann & Tate", até casar-se com a bela Samantha (Elizabeth Montgomery). Essa delicada jovem muda para sempre sua visão do mundo ao lhe revelar sua real natureza: ela é uma feiticeira.

Para o casamento funcionar, James exige que ela desista da bruxaria e viva com ele como uma mortal. O acerto poderia funcionar, não fosse a constante interferência da família de Samantha, que de forma alguma concorda com essa nova existência mortal sem o uso da mágica. Assim, James passa a ser atormentado por sua sogra, Endora, e seu séqüito de bruxos e feiticeiras. A família de Samantha era composta pela Tia Clara, uma bruxa muita velha e que quase sempre errava nas mágicas; o pai de Samantha, Maurice, separado de Endora e que adorava fazer citações teatrais; o médico especialista, o Dr. Bombay; além do tio Arthur e a prima Serena (interpretada também por Elizabeth Montgomery).

Os Stephens tinham ainda um casal de vizinhos, o Sr. Abner Kravitz, um aposentado que vivia vendo televisão e lendo jornal, e sua esposa Gladys que tinha como paixão bisbilhotar a vida dos outros.

Samantha e James Stephens tiveram 2 filhos, Tabatha, que nasceu em 1966 com poderes de feitiçaria a exemplo da mãe e Adam que nasceu em 1969, mortal igual ao pai.

A partir da segunda temporada a série passou a ser exibida em cores. Naquele ano o seriado alcançou o sétimo lugar na audiência americana, com uma média de 23.4 pontos.

Durante a produção, ocorreram algumas mudanças de elenco. A primeira a sair foi Irene Vernon, que deixou a série em busca de melhores papéis, sendo substituída por Kasey Rogers na fase a cores da série. Para que o público não sentisse a mudança, Rogers teve que tingir seus cabelos ruivos para preto, voltando a sua cor natural mais tarde; O pai de James era vivido por dois atores, Roby Roberts e Robert F. Simon, porque cada um era contratado por episódio. Assim, quando um não estava disponível, chamavam o outro; Já Alice Pearce morreu vítima de câncer e em seu lugar chamaram Sandra Gould, 20 anos mais jovem que George Tobias, que interpretava seu marido; Quem também morreu durante a produção foi Marion Lorne, a Tia Clara, mas seu personagem era tão querido do público e a atriz tão marcante, que os produtores resolveram não substituí-la, entrando em seu lugar uma nova personagem, Esmeralda, interpretada por Alice Ghostley. Tal qual tia Clara, Esmeralda fazia o papel da atrapalhada bruxa cujos poderes causam problemas para os Stephens.

Mas, a mudança mais significativa foi a do personagem James Stephens (que nos EUA é chamado de Darrin). Dick York precisou deixar a série quando sua saúde declinou em virtude de dores na coluna, ocasionadas por um acidente automobilístico em 1959. O ator foi substituído por Dick Sargent, que na verdade tinha sido a primeira escolha para o papel, mas por não estar disponível na época, foi substituído por York. Os produtores decidiram não explicar a mudança, já que o assunto tinha sido amplamente divulgado pela imprensa e uma mudança de personagem não caberia no enredo.

A série teve sua produção encerrada em 1972, época em que perdia na audiência para a sitcom Tudo em Família. Em 1977 lançaram uma série mostrando como estavam os filhos de Samantha, o programa chamava Tabatha e tinha nos papéis principais Lisa Hartman (Tabatha) e David Ankrum (como Adam). O seriado durou apenas 13 episódios.

No Brasil A Feiticeira alcançou um grande sucesso, a exemplo de outras partes do mundo. Chegou por aqui em 1965, quando foi exibido pela extinta TV Paulista, onde foram mostrados os dois primeiros anos do programa. Em 1968 a série passou a ser exibida pela TV Excelsior, que exibiu também o terceiro ano e logo depois pela TV Record, que passou os episódios do quarto e quinto ano.

Na década de 1990 A Feiticeira foi mostrada pela Warner Channel e em 2000 pela Rede TV!, que exibiu as duas primeiras temporadas colorizadas por computador. Recentemente a série transferiu-se para a Rede 21.

sábado, 1 de maio de 2010

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Abertura do seriado Robot Gigante



Quem não se lembra desse seriado que passava na antiga Tv Record Robot Gigant na epoca era concorrente do ultramam e ultra sevem Um garoto que achou um relógio que comandava o Robot contra mostros e seres do espaços .

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: ultramam jack

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: ultramam jack
Episódio completo click nos videos abaixo:

ultramam jack

episódio completo de ultramam Jack 1971









Sem dúvida nenhuma esse seriado foi o mais marcante da familia ultra quando o segundo ultramam é capturado pelos poderosos do espaço e o primeiro Ultramam mais o Ultra Sevem vem salva-lo das mãos dos inimigos esse episódio foi dividido em duas partes mais separei trechos para vocês meus blogueiros matarem a saudade bom divertimento.

terça-feira, 27 de abril de 2010

2 festival da boa vizinhança



Fãs do humorístico Chaves e Chapolin deram uma verdadeira prova de amor à série, ontem, em São Paulo, durante o 2º Festival da Boa Vizinhança. Mais de 5 mil pessoas suportaram o calor intenso, a demora na apresentação das atrações e a dificuldade para ver e ouvir o que acontecia no palco e permaneceram fielmente no evento para saudar os atores mexicanos Carlos Villagrán (Kiko) e Edgar Vivar (sr. Barriga), que vieram para o Brasil especialmente para o evento.
Quem ouviu apenas o barulho originado no galpão do Mart Center, na zona norte da capital paulista, sem saber qual era a programação do local, poderia facilmente confundir o evento com uma partida de futebol ou um concerto musical. Quando Edgar Vivar finalmente subiu no palco, seis horas após o início oficial do evento, os fãs vibraram como um gol do Brasil em final de Copa do Mundo.
Vivar apareceu com o terno tradicional de seu personagem, o sr. Barriga, e soltou logo um de seus bordões mais conhecidos do episódio: "É a primeira vez que chego aqui sem o Chaves me dar uma pancada." Mas o ponto alto de sua apresentação foi quando começou a cantar a "Tchuin-Tchuin-Tchunclain" música-tema do episódio em que o elenco parodia o conto da "Branca de Neve e os Sete Anões". Nessa hora, o público cantou com Vivar como se fosse o refrão de um hit tocado nas rádios
Muito mais performática foi a apresentação de Carlos Villagrán, que subiu ao palco duas vezes. Primeiro, apareceu "à paisana", sem o terninho de marinheiro do seu personagem, e só depois se apresentou caracterizado. Ele não interrompeu a performance por um momento sequer. O tempo todo inflava as bochechas e entortava as pernas, em gestos inconfundíveis do Kiko.


Villagrán também compartilhou o palco com seu dublador no Brasil, Nelson Machado, com quem interpretou "Mamãe Querida", um dos trechos mais memoráveis de episódios da série, quando a turma do Chaves realiza o Festival da Boa Vizinhança (que dá nome ao evento em São Paulo). Mais uma vez, os fãs mostraram guardar as falas do episódio na ponta da língua e recitarem a uma só voz: "Mamãe querida, meu coração por ti bate, como caroço de abacate"

Organização

Apesar da satisfação em ver seus ídolos, o público reclamou da organização do evento. "Estou aqui há quatro horas e até agora só vi uma apresentação com os dubladores. E mal deu para entender o que eles falavam porque o som estava muito ruim", disse Leandro Rodrigues, de 20 anos.

Jô Macedo, também de 20 anos, concordou com as críticas. "Está muito calor e o festival, tecnicamente, é ruim", disse. "Mas vale a pena pelo clima dos fãs e por ver tanta gente com um interesse comum", completou. Outro fã, João Kocis, de 24, também aguardava os dois atores em meio ao aperto, mas disse que estava disposto a esperar o quanto fosse preciso ali.

Antes de subir ao palco, Cecília Lemes, dubladora da personagem Chiquinha, comentou que a presença em massa dos fãs é frequente nos encontros sobre a série. "É lindo. Eu também me emociono com as apresentações", disse Cecília, que se classificou com fã do humorístico e dos encontros.

Para Felipe Araújo, da diretoria do Fã-Clube e um dos organizadores do evento, o resultado final foi positivo. "Houve histeria dos fãs pelos atores como se fosse a Madonna no palco, e até um princípio de empurra-empurra, mas a equipe de segurança agiu a tempo. O que cada um vai guardar do festival é a emoção de ter visto o Kiko e o sr. Barriga", disse.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Ultra seven 1967

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Ultra seven 1967

Seriado Japonês Ultra seven

Trecho da exibição do episodio de Ultra Seven na tv Record 1980





Vamos continuar a relembrar os antigos seriados japoneses que marcarão a nossa infancia . Depois do sucesso de Ultramam foi lançado no ano de 1967 Ultra Seven o segundo guerreiro do espaço a defender o planeta terra. O enredo é quase o mesmo do primeiro ultramam mas na época esse seriado fez um imenso sucesso click nos videos acima e viaje no tempo.

domingo, 25 de abril de 2010

Morre o ator britânico Christopher Cazenove


Morre o ator britânico Christopher Cazenove, da série “Dinastia”
O ator britânico Christopher Cazenove, 66, conhecido pelo papel de Ben Carrington na série de TV “Dinastia”, morreu ontem em Londres, vítima de uma septicemia.

Em um comunicado divulgado por sua agente, Lesley Duff, a família e a mulher do ator, Isabel Davis, afirmaram que ele morreu “de forma tranquila, rodeado por entes queridos” no hospital St Thomas, na capital britânica.

A notícia da morte de Cazenove chega uma semana após a morte de outro ator da série, John Forsythe, que interpretou Blake Carrington, irmão de Ben Barrington.

Ator John Forsythe, de “Dinastia”, morre aos 92 anos


Ator John Forsythe, de “Dinastia”, morre aos 92 anos

O ator norte-americano John Forsythe, que teve uma longa carreira no teatro, no cinema e em programas de televisão como “Dinastia”, morreu aos 92 anos, declarou sua família nesta sexta-feira.

“Ele estava com 92 anos e, felizmente, morreu como viveu sua vida… com dignidade e graça, após sua batalha de um ano contra o câncer”, segundo comunicado.

Forsythe morreu na quinta-feira em Santa Ynez, Califórnia, após contrair uma pneumonia.

Com uma carreira de mais de cinco décadas, Forsythe começou seus trabalhos em Nova York na Broadway, em peças teatrais e em programas de TV como “Studio One”.

O ator mudou-se para Los Angeles e iniciou trabalho na TV, onde sua associação com o produtor de Hollywood Aaron Spelling levou-o ao papel de Blake Carrington em “Dinastia”, pelo qual ganhou dois Globos de Ouro como melhor ator.

Ele foi a voz de “Charlie”, na série de TV original “Charlie’s Angels” da década dos anos 1970.

sábado, 24 de abril de 2010

Kiko e sr. Barriga do seriado Chaves no Brasil





O “Programa do Ratinho” foi especial. Tudo porque Edgar Vivar, o Sr. Barriga e Nhonho do seriado mexicano “Chaves”, fez uma visita á atração. Vivar esteve ao vivo no palco do programa para conversar com Ratinho e toda sua turma.

Já na sexta (23) foi a vez de Carlos Villagrán, o Kiko. Como neste dia “Programa do Ratinho” Villagrán que esteve no CDT (Centro de Televisão) do SBT, em Osasco, SP. Antes de começar as gravações, Carlos Villagrán tirou fotos com funcionários da emissora. A produtora do programa Vanessa Guzzo já publica algumas delas no Twitter.
No domingo (25), Kiko ainda participara do “Domingo Legal”, de Celso Portiolli.

“Sr. Barriga” e “Kiko” estão no Brasil para participar, no dia 24 da segunda edição do “Festival da Boa Vizinhança” em São Paulo, organizado por um fã-clube do “Chaves.

Mais magro, Edgar Vivar se emocionou no "Programa do Ratinho"

Na média geral, a atração comandada por Carlos Massa teve 6 pontos e conquistou a vice-liderança no ranking do Ibope. A Record, com "A História de Ester", teve 5,5 pontos e a Band, com o "Brasil Urgente", teve média de 4,5 pontos. Já a Globo, com "Escrito nas Estrelas", liderou com 24 pontos.