sábado, 5 de junho de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Dr. cacareco

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Dr. cacareco

Dr. cacareco


Dr. Cacareco & Cia

Quem se lembra do programa Dr. Cacareco e Cia? Foi exibido pela rede Record em 1987. Outros personagens como Quebra, Seu Lelé, Pelota, Modinha, Gatinha Azul também faziam parte da turma. Me lembro mais ou menos da música: "Dr. Cacareco que constrói um teco-teco, mais leve que o ar, e sob a magia dos seus dedos coisas leves se transformam em festa e brinquedo".
http://doutorcacareco.blogspot.com/

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: palhaço Tic Tac

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: palhaço Tic Tac

por onde anda???



Tic-Tac quer resgatar figura do palhaço


Palhaço Tic-Tac: projetos junto às crianças, em escolas e instituições

Ruas, avenidas, praças de Rio Preto, quase tudo ainda é novidade para Marilam Sales, que há dois meses deixou o turbilhão de riscos da Capital para viver tranqüilo com a família no Interior. Ícone de uma geração que hoje deve estar beirando a casa dos 30 anos, Marilam foi por quase quatro anos o palhaço Tic-Tac, do programa Bambalalão, da TV Cultura, mesmo personagem que o acompanha até hoje, em shows que se tornam cada vez mais esporádicos. Ao lado de Gigi Anheli e de outros personagens, como o Professor Parapopó, as brincadeiras e estripulias de Tic-Tac nas tardes brasileiras revolucionaram as propostas de programas infantis da época. O Bambalalão unia o educativo ao lúdico, e atingia como uma flecha o imaginário da molecada. “O programa era ao vivo, tínhamos uma liberdade criativa muito grande. Assim, conseguíamos mostrar às crianças que elas também podiam criar suas próprias histórias”, diz Marilam.

Parte dessa proposta foi levada por ele a Osvaldo Sangeorge, até então diretor de cultura da emissora. Marilam cuidara de parte da divulgação, naquele tempo, da nova cara do Bambalalão. Ia de porta em porta nas escolas, pessoalmente, distribuir panfletos e chamar a garotada para grudar o olho no que vinha por aí. O Bambalalão existia antes da chegada de Tic-Tac, em 81, e continuou após sua saída, em 85, mas nunca mais foi o mesmo. “A década de 80 foi a década do palhaço”, lembra. Entra a década de 90 e o que Marilam define como “Era Xuxa” - um efeito cascata que trouxe várias outras apresentadoras imitando o estilo da “rainha dos baixinhos” - esmagou não só o seu espaço na telinha (estava na TV Gazeta, onde fazia o programa “Brincando na Paulista”), mas de outros palhaços que ganharam destaque por meio da televisão, como Torresmo e Pururuca, Atchim e Espirro ou Picolino. A TV perdia parte do riso fácil e inocente.

Tic-Tac deu início então a projetos pessoais. Montou o Circo Tic-Tac, que rodou a periferia de São Paulo, e continuou com os shows pelo País, no contato direto com a molecada, coisa que já fazia desde a década de 70, em Recife, onde trabalhou por muitos anos como o Palhaço Pimpão. Paralelo à vida de circo, passou a servir de consultor de empresas para eventos infantis. Além disso, começou a dar aulas de teatro para empresários e executivos. Foi num desses cursos que surgiu a opor- tunidade de se mudar para Rio Preto. “Foi um convite de Augusto Cury, da Academia da Inteligência. Queria que eu trabalhasse com ele. Até então, havia visitado a cidade apenas uma vez, em um show com o próprio Bambalalão, em 84”, diz. Hoje, Marilam é diretor de comunicação da Academia da Inteligência e dá aulas de teatro no colégio Esquema Universitário. Mas, aos 45 anos, a alma do palhaço ainda pulsa como antes. “Quero levar o Tic-Tac às escolas e outras instituições, divulgando a figura do palhaço esquecida em tantos descaminhos”, comenta.

Falta-lhe ainda “conhecer” a criança de Rio Preto, pois ela não é a mesma de São Paulo. “Gosto de conhecer a turminha antes de bolar as piadas e brincadeiras. Em São Paulo, as crianças estão mais agressivas e é preciso tomar cuidado para não empolgá-las demais. No Interior, elas são mais pacatas e o ritmo é outro”, diz. “Hoje a criança não conhece o palhaço. Ele não está mais na televisão nem na sua cidade, pois o circo não vem. E o palhaço é uma figura mágica, é a alma do circo, a criança que muitos adultos gostariam de ser”, afirma Tic-Tac, com a propriedade de quem há quase 30 anos espalha a arte de fazer sorrir.

Serviço:
Informações com Marilam Sales pelo telefone (17) 231-2609 ou 9721-8602

Personagem passou por várias emissoras
Marilam Sales queria ser ator. E foi, por muito tempo. Seguia na televisão e no teatro paralelo à paixão pela comicidade do palhaço. Estreou em 1972, na novela “A Revolta dos Anjos”, da TV Tupi. Ano seguinte contracenou com Nuno Leal Maia o seriado “Dom Camilos Cabeludos”, que passava às terças. Daí conheceu o teatro. Percorreu várias cidades com a trupe do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC). Carioca da gema, mudou-se para Recife em seguida. Ficou lá um tempo até o chamado da Globo para trabalhar em “Planeta dos Homens”, que tinha como protagonistas Jô Soares e Agildo Ribeiro, em 75. Fez participação no Sítio do Pica-pau Amarelo, como o mago Aladin, depois mais uma novela, até voltar para Recife, em 77. Lá cria o Palhaço Pimpão.

“Comecei com a história do palhaço só para servir de laboratório como ator. Acabei me apaixonando”, lembra. Ficou na Tupi de Recife até 80. Foi a época de fama de Marilam pelo Nordeste. Rodava a região com sua caravana e lotava ginásios. Outros artistas da época pegavam carona no seu show, como Giliard e Belchior. Em 81, vai para os Estados Unidos estudar a arte do palhaço, pesquisar o que de fato se fazia para criança, reciclar-se. Na volta, entrou para a Cultura e passou a atender por Tic-Tac até 85, personagem que levou para a Record em um outro programa matinal. Encerrou a carreira na televisão na TV Gazeta.

terça-feira, 1 de junho de 2010

A Familia Robson






Jonathan Harris e seu dublador, Borge de Barros.

Jonathan Harris no programa de Hebe Camargo (1969).

Doutor Zachary Smith , Major West , a família Robinson, o Robô e todos os seres estranhos do universo faziam parte dessa série clássica criada nos anos 60. A família Robinson foi selecionada entre muitas outras famílias para fazerem parte de um projeto do governo dos EUA, que se resumia em enviar uma família para viver em um dos planetas da Via Láctea. Pórem, o médico da base, Doutor Smith era um espião com a missão de sabotar o projeto Jupiter 2. Sem querer, o nosso espião ficou preso detro da nave e foi para o espaço com a família. Smith havia sabotado o Robô de bordo e programou-o para destruir o sistema de navegação. Só que não contava com a sua presença na nave. O Robô cumpriu sua programação e todos ficaram vagando no espaço. E aí começam as aventuras da família Robinson em Perdidos no Espaço.

Um breve histórico

A série foi criada em 1965. Na versão original em preto e branco, o doutor Smith era mal e astuto, não tinha aquele ar de canastrão que se tornou sua marca registrada na série colorida (2º e 3º fases). O robô também não tinha uma personalidade e era absolutamente frio e com diálogos limitados ao seu papel secundário. A fase em preto e branco foi pouco apresentada na Brasil, pois a TV a cores era novidade por aqui e não havia muito interesse nas velhas coisas em preto e branco. O público queria algo novo, com muitas cores e a nova fase tinha muito de cores berrantes e imagens insólitas. Com isso a série original em PB ficou esquecida. Na segunda fase o doutor Smith ganhou o ar debochado e canastrão que marcou-o para o resto da série e o robô ganhou mais espaço na série, pondo os outros personagens em segundo plano. Os Robinsons nunca voltaram à terra. A série foi encerrada na terceira fase, sem o retorno para casa e muito menos o cumprimento de sua missão.
O último trabalho de Jonathan Harrys que se têm notícia, foi sua participação na dublagem do desenho animado Toy Story 2, fazendo a voz de um dos personagens secundários. Jonathan Harrys nasceu em 1915 e trabalhou em várias séries como: Space Academy (Isac Gampu), Terra de Gigantes, A Feiticeira, Ark II (Fagin, membro dos Flyes), Freekazoids (Prof. Jones), Problem Child, Meu marciano favorito, Banana Splits Show (Voz do Dartagnan), Botany Bay, The Bill Dana Show, Ilha da Fantasia 98 (ele mesmo), Perdidos no Espaço Forever 98 (Dr. Smith), Vida de Inseto (Manny), entre dezenas de outros.



Você lê abaixo um trecho da reportagem editada na revista Intervalo de 1969.



Jonathan Harris no programa de Hebe Camargo (1969).
Dr. Smith sob o sol carioca
Por Pedrosa Filho



“É a primeira vez que venho ao Brasil. Observei que aqui me dublaram na série Perdidos no Espaço, com voz fina, coisa que não tenho. Na Alemanha, França e Inglaterra, a dublagem saiu quase perfeita. Gostaria muito de conhecer a pessoa que me dublou no Brasil.” Quem disse isso foi o ator Jonathan Harris, o famoso Dr. Smith. Mas, apesar da queixa, Jonathan mostrou-se muito simpático, quando compareceu ao programa do Capitão Aza (Wilson Vianna), na TV Tupi, para que a criançada o conhecesse de perto. Com suas brincadeiras, o desprezível Dr. Smith chegou a cativar a meninada: mesmo com seus 60 anos, seu aspecto é jovial e seu bom humor é contagiante. Mas são muitas suas queixas: “Detesto ser chamado de Dr. Smith” – é uma delas. “Já me zanguei várias vezes por isso. Mas tem gente que não aprende. Comecei minha carreira há 30 anos, trabalhando na Broadway., numa peça de sucesso: “Casa de Chá do Luar de Agosto”. Daí para cá, sempre procurei ser mais gente e menos ídolo”. Casado e pai de dois filhos maiores, Jonathan Harris mora numa mansão, na Califórnia. “Gostei muito do povo brasileiro. A gente tem a impressão de que todos vivem cantando, por causa do sotaque”.

“Por que o Dr. Smith fez tanto sucesso? Ora, que pergunta! Pois, se ele usava a minha cara!” Jonathan Harris é um tipo simpático: cabelos grisalhos, corado, pernas arqueadas levemente, muito vivo, olhos espertos, pouco riso e muito humor. “Dr. Smith é um personagem estranho: covarde, péssimo caráter. Mas recebi a ainda recebo centenas de cartas muito simpáticas, principalmente do Brasil, pelo meu papel em Perdidos no Espaço.”


Jonathan Harris e seu dublador, Borge de Barros.
Jonathan está ao lado de sua esposa, Dorothy, amabilíssima, sem afetação. A sua frente, no almoço oferecido pela Twentieth Century Fox, no topo do Edifício Itália, o mais alto de São Paulo (42 andares), estão Don Marshall (o piloto Dan, da aeronave supersônica de Terra de Gigantes) e a atriz Diahann Carrol, que estrelara Júlia, um seriado de muito sucesso nos Estados Unidos e já programado para a televisão brasileira. Ela é uma mulata muito bonita, narizinho arrebitado, lembra a beleza de Eliana Pittman, mas é mais alta. No Terraço Itália, todos têm uma vista da cidade e comentam: “Já vimos tudo tudo, daqui!”. Jonathan é mais exigente: “Voltarei com certeza, ao Brasil, para ficar um mês. Quero conversar com o povo, a gente das ruas. Sabe de uma coisa? Não vim aqui para conversar com americanos. Mas no Festival do Filme, no rio, só conversei com eles! Quando voltar, quero sentir o homem da rua, que me pareceu extremamente simpático e amável. Se os brasileiros me admiram, eu os admiro mais ainda.” É um pouco difícil fazer Jonathan falar nesse tom: é um tipo muito brincalhão. Entre outras coisas, cita a amizade que fez com Tarcísio Meira e Glória Menezes: “Um casal encantador! Pena que Glória não fale níquel de inglês. Mas consegui me comunicar com ela usando algumas palavras de espanhol, italiano, português e de um dialeto que, se não for do sul da China, deve ser napolitano ou grego”. Jonathan foi entrevistado no programa “Hebe”, depois de assistir, na cabina de projeção da Record, a um filme dublado da série Perdidos no Espaço. Seu comentário: “Acho que o meu dublador é um grande artista. Se outros filmes meus forem exibidos no Brasil, quero que ele faça a minha voz. Intervalo foi buscar Borges de Barros para que ele o conhecesse (é o Mendigo Milionário da “Praça da Alegria”). Jonathan abraçou-o: “Muito obrigado. Eu gostaria de ser tão bom artista como você”. Borges acolheu a lisonja com um sorriso modesto.

Fonte: Revista Intervalo. Editora Abril.
As fotos do encontro de Jonathan Harris e Borges de Barros e a reportagem de Petrosa Filho foram fornecidas pelo site Retrô TV.




Dubladores da Série no Brasil

Personagens Dublador(es)
Professor John Robinson Astrogildo Filho e Rebello Neto
Maureen Robinson Helena Samara
Major Donald West Ary de Toledo
Judy Robinson Neuza Maria e Áurea Maria
Penny Robinson Cristina Camargo e Leomar de Mattos
Will Robinson Magali Sanches e Maria Inês Nodial
Dr. Zachary Smith Borges de Barros
Robô Amaury Costa e Gilberto Barolli
Narrador Carlos Alberto Vaccari e Emerson Camargo
Tradutor Hélio Porto

Obs: Hélio Porto era o tradutor oficial da AIC no final dos anos 60. Hélio faleceu nos anos 90.

Mofolând

domingo, 30 de maio de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Morre, aos 74 anos, o ator americano Dennis Hopper

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Morre, aos 74 anos, o ator americano Dennis Hopper

Dennis Hopper



Morreu, na tarde deste sábado (29), o ator americano Dennis Hopper, mais conhecido por seu papel e direção no filme Sem Destino (1969). Hopper estava em sua casa em Los Angeles, nos EUA. Sua família e amigos próximos estavam junto ao ator, que lutava contra um câncer de próstata há anos - em março, quando ganhou finalmente sua estrela na Calçada da Fama, em Hollywood, o ator apareceu em público pesando cerca de 45 quilos e totalmente debilitado.

Dennis Hopper era uma ator e diretor estimado em Hollywood, tendo participado, à frente e atrás das câmeras, em mais de 150 filmes e seriados de TV. Um de seus últimos trabalhos, o seriado Crash (da HBO, baseado no filme vencedor do Oscar em 2006), no qual interpreta um produtor musical, ainda pode ser visto aos domingos e segundas (reprise). Seus dois últimos filmes, a animação Alpha and Omega - ele faz a voz do personagem Tony -, e o longa The Last Filme Festival, ainda serão lançados. Em sua carreira, chegou a ser indicado ao Oscar duas vezes, mas nunca levou a estatueta para casa.

Hopper casou-se cinco vezes e teve quatro filhos.

Confira os principais destaques da filmografia de Dennis Hopper:

Como ator
2008 - Promessas De Um Cara De Pau (Swing Vote)
2008 - Fatal (Elegy)
2008 - Crash - Destinos Cruzados (Crash)
2005 - O Corvo-Vingança Maldita (The Crow-Wicker Prayer)
2005 - Americano (Americano)
2005 - Terra dos Mortos (Land of the Dead )
2004 - Blueberry - Desejo de Vingança (Blueberry)
2004 - Um Motivo para Viver (Leo)
2002 - O Guarda-Costas (The Piano Player)
2002 - O Poder Da Mente (Unspeakable)
2001 - Filhos da Máfia (Knockaround Guys)
2001 - Sob Fogo Cruzado (Luck Of The Draw)
1999 - EdTV (EdTV)
1998 - Os Irmãos Id e Ota (Meet The Deedles)
1997 - O Grande Golpe (Top Of The World)
1997 - Blackout (The Blackout)
1996 - Basquiat - Traços De Uma Vida (Basquiat)
1996 - Sansão e Dalila (The Bible - Samson And Delilah)
1995 - Waterworld - O Segredo Das Águas (Waterworld)
1994 - Velocidade Máxima (Speed)
1993 - Super Mario Bros. (1993)
1991 - O Apocalipse De Um Cineasta (Hearts Of Darkness- A Filmmaker`s Apocal)
1987 - A Caminho Do Inferno (Straight To Hell)
1986 -O Mistério Da Viúva Negra (Black Widow)
1986 - Juventude Assassina (River`s Edge)
1986 - Veludo Azul (Blue Velvet)
1983 - O Selvagem Da Motocicleta (Rumble Fish)
1979 - Apocalypse Now (Apocalypse Now Redux)
1976 - Mad Dog (Mad Dog)
1969 - Bravura Indomita (True Grit)
1969 - Sem Destino (Easy Rider)
1956 - Assim Caminha a Humanidade (Giant)
1955 - Juventude Transviada (Rebel Without a Cause)


Como diretor
1994 - Uma Loira Em Apuros (Chasers)
1990 - Um Local Muito Quente (The Hot Spot)
1989 - Atraida Pelo Perigo (Catchfire)
1988 - As Cores da Violência (Colors)
1980 - Anos de Rebeldia (Out Ot The Blue)
1969 - Sem Destino (Easy Rider)


Como roteirista
1969 - Sem Destino (Easy Rider)


Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Veja como estão hoje os personagens do seriado “Arnold”

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Veja como estão hoje os personagens do seriado “Arnold”

Charlotte Rae,



Charlotte Rae, nascida em Milwaukee, em 22 de abril de 1926 é atriz e cantora e representava Edna Garrett, a empregada da família Drummond, na série Arnold.
Se casou com o compositor John Strauss, com o qual teve dois filhos, e divorciou-se em 1976.

Dana Michelle Plato




Dana Michelle Plato, nascida em Maywood (EUA) em 7 de novembro de 1964. Sua mãe, Linda Strain teve-a com dezesseis anos, que solteira e desamparada, preocupando-se com o futuro da criança resolveu entregá-la a adoção. Dana começou a fazer comerciais com mais ou menos sete anos de idade, entre seus trabalhos estão: “Return to Boggy Creck”, “California Suite” e “O Exorcista II: O Herege”.
Engravidou em 1984, quando foi dispensada da série “Diff’rent Strokes“, e se casou com o roqueiro Lanny Lambert. Aos 14 anos sofreu uma overdose de Valium, admitindo beber e usar drogas como recreação durante seus anos na série.
Abandonada pelo marido e traumatizada com a morte da mãe, acabou assinando uma procuração para seu contador que roubou quase todo seu dinheiro. Em 1991, sem emprego, começou a trabalhar em uma lavanderia, até que decidiu assaltar uma locadora de vídeo. Presa, ficou em condicional por cinco anos, depois foi presa novamente, por 30 dias, por violar a condicional, falsificando uma receita médica de Valium, após isso entrou em um programa de reabilitação para drogados.
Plato tomou uma overdose de Vanadom e Vicodim, em seu trailer do lado de fora da casa de sua sogra, o que resultou em sua morte, aos 34 anos, em 08 de maio de 1999. Mesmo a morte sendo considerada suicídio, pela quantidade de pílulas ingeridas, muitos acreditam que ela não se matou e que seu noivo na época, Robert Menchaca, possa estar envolvido na morte, mas nada foi comprovado.

Todd Anthony Bridges



Todd Anthony Bridges, nascido em São Francisco, em 27 de maio de 1965. Foi o ator mirim primeiro negro a se tornar reoccuring regular na série “The Waltors” e “Little House on the Prairie” (1974), grande sucesso da época, a partir daí começou a ser convidado para trabalhar em séries de Tv, até chegar na série Diff’rent Strokes, marcando época com um novo conceito de elenco misto. Atuou em seriados como “The Love Boat” (1977), Fatos da Vida, “Olá Larry (1979), Batalha das Estrelas Rede VI (1979), entre outras.
Após a série Arnold, passou por diversos problemas, chegando a se envolver com drogas e teve problemas com as autoridades, o que interrompeu sua carreira e vida por quase dez anos. Há nove anos sóbrio, hoje é ator, diretor

Nedra Volz



Nedra Volz, nascida em Montrose (EUA), em 18 de junho de 1908. Começou sua carreira no show barraca de família. Atuou em: “All in the Family” (1976), “The Dukes of Hazzard” (1980 à 1984), “Moving Violations” (1985), sua última atuação foi em “The great White Hype” (1996).
Casou-se aos 36 anos e teve três filhos. Sofria de mal de Alzheimer e morreu em 20 de janeiro de 2003, aos 94 anos.

Conrad Stafford Bain,



Conrad Stafford Bain, nascido em Alberta (Canadá) em 04 de fevereiro de 1923. Iniciou sua carreira aos 55 anos, ganhou notoriedade no início dos anos 70, por seus trabalhos na Tv: Dr. Arthur Harmon, em Maude, e Philip Drummond, em Arnold.
Também atuou em produções como “Tia Vânia’, “The Owl and the Pussycat Dools”, “A Casa do Lago”, “The Dining Room” e “On Borrowed Time”. Em 2007 participou da série ‘Wizards of Waverly Place’.
Casou-se em 1945 e teve três filhos. Aposentou-se e vive em Los Angeles.

sábado, 29 de maio de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Morre Gary Coleman o Arnold da serie da tv

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Morre Gary Coleman o Arnold da serie da tv

Morre Gary Coleman o Arnold da serie da tv



Morreu, na tarde desta sexta-feira (28), aos 42 anos, o ator americano Gary Coleman, famoso por seu papel na série de TV da NBC The Diff'rent Strokes, exibida no SBT como Arnold e Minha Família é uma Bagunça no Nickelodeon.

A morte, segundo a CNN, foi causada por uma hemorragia cerebral após Coleman cair em sua casa na última quarta-feira (26). Segundo a família e amigos próximos, que estavam ao seu lado no momento da morte em um hospital de Utah, nos Estados Unidos, o ator estava lúcido um dia após a queda, mas seu quadro de saúde se complicou e o ator entrou em coma.

Coleman, que já havia sido internado em janeiro e em fevereiro deste ano por problemas do coração, sofreu forte ostracismo durante a vida adulta. Submetido a dois transplantes de rim antes de completar 14 anos, o ator também sofria de nefrite, uma infecção renal que lhe rendia até quatro sessões de hemodiálise por dia.

No auge da fama, Coleman chegou a ganhar US$ 100 mil por episódio na série que o consagrou, exibida de 1978 a 1986. Mas, em 1999, as dificuldades financeiras surgiram, especialmente, após o próprio pai, Willie, tentar atropelá-lo 13 anos antes, o que lhe causou altos gastos com advogados. Estima-se que Coleman, por problemas diversos, tenha perdido uma fortuna de cerca de US$ 18 milhões.

Sua mãe, Sue, chegou a declarar que o talento de Coleman foi uma forma divina de o ator ser recompensado pelo sofrimento que sofria em relação à sua saúde debilitada.

Em 1998, o ator ainda foi acusado de atropelar um pedestre com seu caminhão após uma discusssão e, no ano seguinte, alegou auto-defesa ao agredir uma mulher que lhe pedia um autógrafo. Em 2008, com 40 anos, Coleman viu sua vida mudar ao se casar com Shannon Price, de 22 anos, que ele admitiu ser a primeira mulher de sua vida.

Confira a filmografia do ator:
1980 Scout´s Honor
1981 On The Right Track
1982 Jimmy The Kid
1983 The Kid with the 200 I.Q.
1985 Playing with Fire
1996 Fox Hunt
1997 Off the Menu: The Last Days of Chasen's
1998 Dirty Work
1998 Like Father, Like Santa
2000 The Flunky
2004 Chasing the Edge
2005 A Christmas too Many
2006 Church Ball
2008 An American Carol
2009 Midgets vs. Mascots

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Seriado O Incrivel Hulk

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Seriado O Incrivel Hulk


Seriado O Incrivel Hulk









A Série.



Graças ao sucesso alcançado pelo personagem Hulk nos quadrinhos, o produtor da Universal Television, Frank Price, apresentou ao roteirista Kenneth Johnson um contrato para ele criar uma série de televisão baseado no personagem Hulk que ele acabava de adquirir os direitos. Johnson logo se interessou pelo projeto, mas desde que tivesse liberdade para introduzir novas características e elementos à história do personagem.

As mudanças em relação aos quadrinhos começam com o nome do personagem que de Bruce Banner acabou virando David Banner. Sua origem fundada no acidente com raios gama na juventude foi trocada por uma que mostra o cientista trabalhando em seu laboratório quando acontece um acidente que acaba matando seu assistente. Contaminado pelos raios gama, o cientista se transforma no terrível monstro verde.

Os roteiros eram até interessantes. Para uma série juvenil de ficção era interessante ver que grande parte dos episódios girava em torno de temas sociais como alcoolismo, abuso sexual, violência e problemas de saúde. Mesmo assim a série possuía alguns absurdos em seus roteiros, como a notável capacidade que Banner tinha de arranjar um emprego novo a cada semana. Isso sem falar em sua notável coleção de variações de sobrenomes, que inventava em cada cidade que passava: David Bannet, David Belson, David Bannon.

O final de cada episódio era embalado pela triste trilha composta por Joe Harnell, um solo de piano intitulado The Lonely Man Theme, e que ainda hoje vive na memória de todos que viram a série.

Vários atores conceituados na televisão, como Pat Morita (de The Karate Kid); Morgan Woodward (de Star Trek) e Gary Graham (de Alien Nation), também fizeram suas participações.



O Elenco.



Primeiro os produtores pensaram em Larry Hagman para interpretar o cientista David Banner, já que o ator estava com carreira em destaque nos Estados Unidos, mas seu papel no seriado Jeannie é Um Gênio tinha deixado uma imagem tão forte que era impossível, naquele momento, desassociá-la do Major Nelson. A segunda opção era o popular mágico, ator e comediante Bill Bixby, que já tinha trabalhado em séries como Meu Querido Marciano (My Favorite Martian) e O Mágico (The Magician). Inicialmente Bixby resistiu ao convite, mas acabou cedendo diante do alto contrato.

Alguns nomes foram cogitados para o papel do Gigante Esmeralda. Até o próprio Arnold Schwarzenegger foi contatado, mas alguns produtores o consideraram muito baixo para o papel.

O nome mais forte inicialmente era o do ator Richard Kiel, que interpretou Jaws em dois filmes do agente 007. Acreditavam que ele tinha a altura ideal para o papel, porém, apesar dos 2m17 de altura, ao gravar várias cenas para o episódio piloto do seriado, mas o filho do diretor Kenneth Johnson mencionou que o ator já escolhido, Richard Kiel, não parecia muito com o Hulk, pois não possuía os músculos necessários para interpretar o monstro verde. Em compensação Kiel acabou sendo a voz que narra a abertura da série em sua versão original.

Por fim optaram por Lou Ferrigno, atleta fisiculturista, personal trainner e Mr. Universo. O ator que aos três anos sofreu uma infecção no ouvido, perdendo 80% de sua audição, ficou perfeito interpretando o Hulk. Lou iniciou a carreira em frente ás câmeras no documentário Pumping iron e, com o fim da série O Incrível Hulk, conseguiu ainda estrelar outra série, chamada Trauma Center, que se originou de um episódio da série Duro na Queda, além de filmes baratos como Hércules e Simbad. Recentemente dublou o Hulk no desenho animado dos anos 90, além de ter sido escalado pra uma ponta no filme do heroi de 2003.


A História.



O casamento de David Banner terminou quando ele não conseguiu remover os destroços de duas toneladas de metal flamejante de cima de sua esposa após um acidente de carro. O trauma o levou a uma cruzada científica buscando o segredo de uma força sobre-humana. David inicia suas pesquisas e chega a conclusão que duas doses de uma forte irradiação gama pode fazer com que essa misteriosa força apareça. Para comprovar sua teoria, ele mesmo se submete a uma dose de radiação gama, mas algo acaba saindo errado e ele acaba perdendo os sentidos. Quando retorna verifica que recebeu doses muito maiores de radiação, que durante momentos de grande angústia e desespero ocorre uma metamorfose em seu organismo, que o acaba transformando numa criatura que David não tem controle sobre ela.

O Dr. David Banner passa a buscar a cura para a transformação do Monstro que carregava dentro de si, enquanto vivia como viajante sempre fugindo do repórter de tablóide Jack Macgee, que era obcecado pela idéia de capturar o Hulk e desconfiava que Banner e o Gigante eram a mesma pessoa. Em suas andanças o doutor acabava se metendo em alguma encrenca e se transformava (duas vezes por capítulo) no Hulk para escapar da situação. No fim de cada episódio David Banner tinha que ir embora deixando pra trás amizades valiosas que tinha feito por onde passou.

Apesar desse padrão, a série teve realmente bons momentos; a começar pelo piloto. Simples e bem amarrado, recriava a origem do Hulk de maneira interessante, caprichando nas primeiras aparições da criatura. Ao fim do filme o doutor foi dado como morto, o Hulk levou a culpa e partiu em busca de sua cura.

No início da segunda temporada Banner se casa no episódio duplo "Casado", pelo qual a atriz Mariette Hartley ganhou o Emmy de melhor atriz.

Na quarta temporada, a série passou a apresentar histórias mais próximas das dos quadrinhos. Hulk é capturado pelo exército, que acredita ser ele um extraterrestre, em um momento bem complicado para o herói que se encontra-se num estágio intermediário da transformação entre Banner e Hulk. Já no episódio "O primeiro", o Dr. Banner viaja para um povoado que, nos anos 50, foi aterrorizado por uma criatura semelhante ao Hulk. Lá, ele encontra outro cientista que alega ter a cura para a maldição. Na verdade, o que ele faz é enganar Banner para recuperar seus poderes e o confronto dos dois Hulks é inevitável.


Bastidores.



Apesar do personagem Hulk aparecer por poucos minutos em cada episódio, a sessão de maquiagem do ator Lou Ferrigno, para deixá-lo verde e com aquela peruca despenteada, durava três horas, começando às cinco da manhã. Devido ao trabalho árduo e horas perdidas na maquiagem, raramente o ator era pintado da cabeça aos pés, como pode ser observado em alguns episódios. Para reduzir o tempo perdido nesse estágio da produção, optaram por não pintar os pés, assim o Hulk usava sapatilhas verdes.

Apesar da força enorme força do ator Lou Ferrigno, comprovada em seus concursos de Mister Universo, ele não precisava se esforçar muito para fezer uma tremenda quebradeira como Hulk. As mesas, portas e objetos quebrados, além de enormes pedras arremessadas, economizava um dinheirão por serem feitas de isopor pintado e moldado.

O personagem David Banner sempre apanhava bastante, ou estava às voltas com situações de perigo antes da transformação, apesar disso, o ator Bill Bixby praticamente não usava seu dublê em suas cenas de ação.

O prenome David foi criado como uma analogia à história de Davi e Golias, a fim de carregar de simbolismo o conflito do cientista (ou médico) com seu alter ego. Mas comenta-se que o estratagema veio mesmo para afastar uma possível conotação homossexual que o nome Bruce trazia à época. E para fugir da aliteração dos nomes típicos das HQs como Peter Parker, Lois Lane, Clark Kent. Mas o nome Bruce não foi descartado. No túmulo de Banner, no episódio-piloto, lê-se que seu nome completo era David Bruce Banner.


Os Filmes.



Durante a pré produção de Rebirth of Hulk, Bill Bixby faleceu vítima de câncer e, com ele, a idéia da Marvel de usar os telefilmes do Golias Verde como testes de possíveis séries de suas personagens.



No Brasil.



No Brasil a série regular foi exibida pela Rede Globo, dentro da Sessão Aventura, com grande sucesso e também foi apresentada pela extinta Rede Manchete. Ano mais tarde esteve na Tv por assinatura USA e mais recentemente no extinto canal Rede 21.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Tom Cruise se encontra com par romântico de 'Ases Indomáveis'

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Tom Cruise se encontra com par romântico de 'Ases Indomáveis'

Tom Cruise e Kelly McGillis 24 anos depois



Tom Cruise e Kelly McGillis
interpretaram par romântico em 'Ases Indomáveis', há 24 anos
Segundo informações do TMZ, o ator Tom Cruise, 47, se encontrou com a atriz Kelly McGillis, 52, na noite da última segunda-feira (17). Há 24 anos, os dois fizeram par romântico no clássico Ases Indomáveis.
O encontro ocorreu durante um evento em Los Angeles. Empolgados com o encontro, os dois posaram para fotos juntos.
O tempo com ela foi implacavel como está velha.
Velha o Clip desse filme de grande sucesso do passado :