sábado, 12 de junho de 2010

Copa de 1986 final de trasmissão


Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: A historia de Ana Raio e Zé Trovão

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: A historia de Ana Raio e Zé Trovão

novela Ana Raio e Zé Trovão 1990/1991




A História de Ana Raio e Zé Trovão é uma telenovela brasileira produzida pela extinta Rede Manchete, e filmada em Mato Grosso, exibida originalmente em 12 de dezembro de 1990 a 13 de outubro de 1991. Foi escrita por Marcos Caruso e Rita Buzzar com a colaboração de Jandira Martini, idealizada e dirigida por Jayme Monjardim e teve codireção de Roberto Naar e Marcos Schechtman

A História de Ana Raio e Zé Trovão
Ana Raio e Zé Trovão
A História de Ana Raio e Zé Trovão
Informação geral
Formato Telenovela
Criador Marcos Caruso
Rita Buzzar
País de origem Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Jayme Monjardim
Roberto Naar
Marcos Schechtman
Elenco original Ingra Liberato
Almir Sater
Nelson Xavier
Tamara Taxman
Yara Lins
Micaela Góes
Sérgio Britto
Helena Ranaldi
Giuseppe Oristânio
Irving São Paulo
Yaçanã Martins
Carlos Denis Feldman
Demian Feldman
Carolina Ferraz
e outros
Tema de abertura Raio e Trovão, Paula Santoro e Sagrado Coração da Terra
Exibição
Emissora de
televisão original Rede Manchete
Emissora(s) de
televisão lusófona(s) Mostrar lista
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Rede Manchete
SBT
Transmissão original 12 de dezembro de 1990 - 13 de outubro de 1991
Qt. de temporadas 1
N. de episódios 251


Desde 7 de junho de 2010, o SBT está reprisando a novela, em versão compacta


Trama
Ana de Nazaré, ainda criança, mora numa fazenda no Rio Grande do Sul com o pai e aos treze anos é estuprada por Canjerê. Ana fica grávida e dá a luz a uma menina a quem dá o nome de Maria Lua, e que acaba sendo raptada pelo pai.

Treze anos se passam e Ana de Nazaré transformou-se em Ana Raio, uma afamada peoa de uma companhia de rodeios que procura a filha que lhe foi tirada dos braços após o nascimento, enquanto corre o país com sua caravana. Ao lado de Ana está João Riso, apaixonado por ela e que faz de tudo para agradá-la e ajudá-la a encontrar a filha.

Um dia a caravana de Ana Raio cruza com outra caravana importante, a de Dolores Estrada, cuja a maior atração é o peão Zé Trovão, um rapaz que desconhece seu passado. Entre rodeios, feiras e viagens pelo Brasil, a história de amor entre Ana Raio e Zé Trovão se consolida.

Desde 7 de junho de 2010, o SBT está reprisando a novela, em versão compacta.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Araken o show man



De 1983 a 1986, Araken, o Showman! era o personagem da Rede Globo que anunciava os programas da emissora. Interpretado pelo publicitário José Antonio de Barros Freire, mais conhecido como Barrinhos, Araken representava o brasileiro que não perde o otimismo por nada nesse mundo. Em encenações rápidas e divertidas, o baixinho de cabelos escuros tentava de mil maneiras vender suas idéias para os empresários, que o ignoravam.

Sua última aparição foi na Copa do Mundo de 94 em uma propaganda de sapatos e em outra de imóveis.À época, Barrinhos usou o sucesso do seu personagem para fazer campanhas para doação de sangue, recadastramento eleitoral e alfabetização.

Hoje, aos 57 anos, o documentarista mora no interior de São Paulo e trabalha com produção de vídeos de responsabilidade social e programas para televisão.

Um dos projetos recentes foi sobre música erudita e popular para jovens, que foi exibido pela TV Cultura. Além dele, Barrinhos trabalha em um documentário sobre a Opera Yoruba, que será exibida na Nigéria, ao lado da professora da Unicamp Inaicyra Falcão.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Morre o comediante Viana Júnior, o Apolônio de "A praça é nossa"

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Morre o comediante Viana Júnior, o Apolônio de "A praça é nossa"

Viana Júnior, o Apolônio de "A praça é nossa



Morreu nesta segunda-feira, 7, aos 68 anos, o comediante Viana Júnior, conhecido pelo papel do personagem Apolônio, do humorístico “A praça é nossa” (SBT). No quadro, ele contracenava com a velha surda, interpretada pelo comediante Rony Rios, falecido em 2001.
O comediante faleceu de insuficiência múltipla de órgãos, em sua residência, em Itanhaém, no litoral paulista. O enterro aconteceu, à tarde, no Cemitério Municipal da cidade.

Nos últimos anos, o ator esteve afastado da talevisão por motivos de saúde. Ele lutou contra um tumor no cérebro, e desde então, sofria de ataxia cerebelar, doença que lhe fez perder controle sobre seus movimentos musculares.

Um show organizado por Marli Marley foi organizado recentemente para arrecadar dinheiro para ajudar em seu tratamento.

Assista a um dos episódios do quadro de Apolônio e a velha surda em “A praça é nossa”:


domingo, 6 de junho de 2010

vinheta da copa de 1978

Vinheta com os comentários de Pedro Bial sobre o avanço tecnologico das vinhetas no espote da globo.



Vinheta com os comentários de Pedro Bial sobre o avanço tecnologico das vinhetas no espote da globo.


Reinaldo, um dos maiores centroavantes do Brasil e maior ídolo do Atlético-MG conta alguns detalhes que não foram revelados durante a Copa.
Reportagem do Fantastico a Geneton Morais Neto

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Vamos Recordar os comerciais e vinhetas das copas do mundo

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Vamos Recordar os comerciais e vinhetas das copas do mundo

Vamos Recordar os comerciais e vinhetas das copas do mundo

Meu caros amigos do blog vamos mostrar neste mes de copa do mundo comerciais videos vinhetas das copas de 1978 1982 1986 1990 1994 1998 2002 e 2006 espero que vcs gostem do n osso acervo boa copa do mundo a todos.


Claudio Coutinho aparece no programa Fantastico e fala aos brasileiros dias antes do embarque da seleção brasileira para a disputa da Copa do Mundo de 1978 na Argentina.
Confira! ,

sábado, 5 de junho de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Dr. cacareco

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Dr. cacareco

Dr. cacareco


Dr. Cacareco & Cia

Quem se lembra do programa Dr. Cacareco e Cia? Foi exibido pela rede Record em 1987. Outros personagens como Quebra, Seu Lelé, Pelota, Modinha, Gatinha Azul também faziam parte da turma. Me lembro mais ou menos da música: "Dr. Cacareco que constrói um teco-teco, mais leve que o ar, e sob a magia dos seus dedos coisas leves se transformam em festa e brinquedo".
http://doutorcacareco.blogspot.com/

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: palhaço Tic Tac

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: palhaço Tic Tac

por onde anda???



Tic-Tac quer resgatar figura do palhaço


Palhaço Tic-Tac: projetos junto às crianças, em escolas e instituições

Ruas, avenidas, praças de Rio Preto, quase tudo ainda é novidade para Marilam Sales, que há dois meses deixou o turbilhão de riscos da Capital para viver tranqüilo com a família no Interior. Ícone de uma geração que hoje deve estar beirando a casa dos 30 anos, Marilam foi por quase quatro anos o palhaço Tic-Tac, do programa Bambalalão, da TV Cultura, mesmo personagem que o acompanha até hoje, em shows que se tornam cada vez mais esporádicos. Ao lado de Gigi Anheli e de outros personagens, como o Professor Parapopó, as brincadeiras e estripulias de Tic-Tac nas tardes brasileiras revolucionaram as propostas de programas infantis da época. O Bambalalão unia o educativo ao lúdico, e atingia como uma flecha o imaginário da molecada. “O programa era ao vivo, tínhamos uma liberdade criativa muito grande. Assim, conseguíamos mostrar às crianças que elas também podiam criar suas próprias histórias”, diz Marilam.

Parte dessa proposta foi levada por ele a Osvaldo Sangeorge, até então diretor de cultura da emissora. Marilam cuidara de parte da divulgação, naquele tempo, da nova cara do Bambalalão. Ia de porta em porta nas escolas, pessoalmente, distribuir panfletos e chamar a garotada para grudar o olho no que vinha por aí. O Bambalalão existia antes da chegada de Tic-Tac, em 81, e continuou após sua saída, em 85, mas nunca mais foi o mesmo. “A década de 80 foi a década do palhaço”, lembra. Entra a década de 90 e o que Marilam define como “Era Xuxa” - um efeito cascata que trouxe várias outras apresentadoras imitando o estilo da “rainha dos baixinhos” - esmagou não só o seu espaço na telinha (estava na TV Gazeta, onde fazia o programa “Brincando na Paulista”), mas de outros palhaços que ganharam destaque por meio da televisão, como Torresmo e Pururuca, Atchim e Espirro ou Picolino. A TV perdia parte do riso fácil e inocente.

Tic-Tac deu início então a projetos pessoais. Montou o Circo Tic-Tac, que rodou a periferia de São Paulo, e continuou com os shows pelo País, no contato direto com a molecada, coisa que já fazia desde a década de 70, em Recife, onde trabalhou por muitos anos como o Palhaço Pimpão. Paralelo à vida de circo, passou a servir de consultor de empresas para eventos infantis. Além disso, começou a dar aulas de teatro para empresários e executivos. Foi num desses cursos que surgiu a opor- tunidade de se mudar para Rio Preto. “Foi um convite de Augusto Cury, da Academia da Inteligência. Queria que eu trabalhasse com ele. Até então, havia visitado a cidade apenas uma vez, em um show com o próprio Bambalalão, em 84”, diz. Hoje, Marilam é diretor de comunicação da Academia da Inteligência e dá aulas de teatro no colégio Esquema Universitário. Mas, aos 45 anos, a alma do palhaço ainda pulsa como antes. “Quero levar o Tic-Tac às escolas e outras instituições, divulgando a figura do palhaço esquecida em tantos descaminhos”, comenta.

Falta-lhe ainda “conhecer” a criança de Rio Preto, pois ela não é a mesma de São Paulo. “Gosto de conhecer a turminha antes de bolar as piadas e brincadeiras. Em São Paulo, as crianças estão mais agressivas e é preciso tomar cuidado para não empolgá-las demais. No Interior, elas são mais pacatas e o ritmo é outro”, diz. “Hoje a criança não conhece o palhaço. Ele não está mais na televisão nem na sua cidade, pois o circo não vem. E o palhaço é uma figura mágica, é a alma do circo, a criança que muitos adultos gostariam de ser”, afirma Tic-Tac, com a propriedade de quem há quase 30 anos espalha a arte de fazer sorrir.

Serviço:
Informações com Marilam Sales pelo telefone (17) 231-2609 ou 9721-8602

Personagem passou por várias emissoras
Marilam Sales queria ser ator. E foi, por muito tempo. Seguia na televisão e no teatro paralelo à paixão pela comicidade do palhaço. Estreou em 1972, na novela “A Revolta dos Anjos”, da TV Tupi. Ano seguinte contracenou com Nuno Leal Maia o seriado “Dom Camilos Cabeludos”, que passava às terças. Daí conheceu o teatro. Percorreu várias cidades com a trupe do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC). Carioca da gema, mudou-se para Recife em seguida. Ficou lá um tempo até o chamado da Globo para trabalhar em “Planeta dos Homens”, que tinha como protagonistas Jô Soares e Agildo Ribeiro, em 75. Fez participação no Sítio do Pica-pau Amarelo, como o mago Aladin, depois mais uma novela, até voltar para Recife, em 77. Lá cria o Palhaço Pimpão.

“Comecei com a história do palhaço só para servir de laboratório como ator. Acabei me apaixonando”, lembra. Ficou na Tupi de Recife até 80. Foi a época de fama de Marilam pelo Nordeste. Rodava a região com sua caravana e lotava ginásios. Outros artistas da época pegavam carona no seu show, como Giliard e Belchior. Em 81, vai para os Estados Unidos estudar a arte do palhaço, pesquisar o que de fato se fazia para criança, reciclar-se. Na volta, entrou para a Cultura e passou a atender por Tic-Tac até 85, personagem que levou para a Record em um outro programa matinal. Encerrou a carreira na televisão na TV Gazeta.

terça-feira, 1 de junho de 2010

A Familia Robson






Jonathan Harris e seu dublador, Borge de Barros.

Jonathan Harris no programa de Hebe Camargo (1969).

Doutor Zachary Smith , Major West , a família Robinson, o Robô e todos os seres estranhos do universo faziam parte dessa série clássica criada nos anos 60. A família Robinson foi selecionada entre muitas outras famílias para fazerem parte de um projeto do governo dos EUA, que se resumia em enviar uma família para viver em um dos planetas da Via Láctea. Pórem, o médico da base, Doutor Smith era um espião com a missão de sabotar o projeto Jupiter 2. Sem querer, o nosso espião ficou preso detro da nave e foi para o espaço com a família. Smith havia sabotado o Robô de bordo e programou-o para destruir o sistema de navegação. Só que não contava com a sua presença na nave. O Robô cumpriu sua programação e todos ficaram vagando no espaço. E aí começam as aventuras da família Robinson em Perdidos no Espaço.

Um breve histórico

A série foi criada em 1965. Na versão original em preto e branco, o doutor Smith era mal e astuto, não tinha aquele ar de canastrão que se tornou sua marca registrada na série colorida (2º e 3º fases). O robô também não tinha uma personalidade e era absolutamente frio e com diálogos limitados ao seu papel secundário. A fase em preto e branco foi pouco apresentada na Brasil, pois a TV a cores era novidade por aqui e não havia muito interesse nas velhas coisas em preto e branco. O público queria algo novo, com muitas cores e a nova fase tinha muito de cores berrantes e imagens insólitas. Com isso a série original em PB ficou esquecida. Na segunda fase o doutor Smith ganhou o ar debochado e canastrão que marcou-o para o resto da série e o robô ganhou mais espaço na série, pondo os outros personagens em segundo plano. Os Robinsons nunca voltaram à terra. A série foi encerrada na terceira fase, sem o retorno para casa e muito menos o cumprimento de sua missão.
O último trabalho de Jonathan Harrys que se têm notícia, foi sua participação na dublagem do desenho animado Toy Story 2, fazendo a voz de um dos personagens secundários. Jonathan Harrys nasceu em 1915 e trabalhou em várias séries como: Space Academy (Isac Gampu), Terra de Gigantes, A Feiticeira, Ark II (Fagin, membro dos Flyes), Freekazoids (Prof. Jones), Problem Child, Meu marciano favorito, Banana Splits Show (Voz do Dartagnan), Botany Bay, The Bill Dana Show, Ilha da Fantasia 98 (ele mesmo), Perdidos no Espaço Forever 98 (Dr. Smith), Vida de Inseto (Manny), entre dezenas de outros.



Você lê abaixo um trecho da reportagem editada na revista Intervalo de 1969.



Jonathan Harris no programa de Hebe Camargo (1969).
Dr. Smith sob o sol carioca
Por Pedrosa Filho



“É a primeira vez que venho ao Brasil. Observei que aqui me dublaram na série Perdidos no Espaço, com voz fina, coisa que não tenho. Na Alemanha, França e Inglaterra, a dublagem saiu quase perfeita. Gostaria muito de conhecer a pessoa que me dublou no Brasil.” Quem disse isso foi o ator Jonathan Harris, o famoso Dr. Smith. Mas, apesar da queixa, Jonathan mostrou-se muito simpático, quando compareceu ao programa do Capitão Aza (Wilson Vianna), na TV Tupi, para que a criançada o conhecesse de perto. Com suas brincadeiras, o desprezível Dr. Smith chegou a cativar a meninada: mesmo com seus 60 anos, seu aspecto é jovial e seu bom humor é contagiante. Mas são muitas suas queixas: “Detesto ser chamado de Dr. Smith” – é uma delas. “Já me zanguei várias vezes por isso. Mas tem gente que não aprende. Comecei minha carreira há 30 anos, trabalhando na Broadway., numa peça de sucesso: “Casa de Chá do Luar de Agosto”. Daí para cá, sempre procurei ser mais gente e menos ídolo”. Casado e pai de dois filhos maiores, Jonathan Harris mora numa mansão, na Califórnia. “Gostei muito do povo brasileiro. A gente tem a impressão de que todos vivem cantando, por causa do sotaque”.

“Por que o Dr. Smith fez tanto sucesso? Ora, que pergunta! Pois, se ele usava a minha cara!” Jonathan Harris é um tipo simpático: cabelos grisalhos, corado, pernas arqueadas levemente, muito vivo, olhos espertos, pouco riso e muito humor. “Dr. Smith é um personagem estranho: covarde, péssimo caráter. Mas recebi a ainda recebo centenas de cartas muito simpáticas, principalmente do Brasil, pelo meu papel em Perdidos no Espaço.”


Jonathan Harris e seu dublador, Borge de Barros.
Jonathan está ao lado de sua esposa, Dorothy, amabilíssima, sem afetação. A sua frente, no almoço oferecido pela Twentieth Century Fox, no topo do Edifício Itália, o mais alto de São Paulo (42 andares), estão Don Marshall (o piloto Dan, da aeronave supersônica de Terra de Gigantes) e a atriz Diahann Carrol, que estrelara Júlia, um seriado de muito sucesso nos Estados Unidos e já programado para a televisão brasileira. Ela é uma mulata muito bonita, narizinho arrebitado, lembra a beleza de Eliana Pittman, mas é mais alta. No Terraço Itália, todos têm uma vista da cidade e comentam: “Já vimos tudo tudo, daqui!”. Jonathan é mais exigente: “Voltarei com certeza, ao Brasil, para ficar um mês. Quero conversar com o povo, a gente das ruas. Sabe de uma coisa? Não vim aqui para conversar com americanos. Mas no Festival do Filme, no rio, só conversei com eles! Quando voltar, quero sentir o homem da rua, que me pareceu extremamente simpático e amável. Se os brasileiros me admiram, eu os admiro mais ainda.” É um pouco difícil fazer Jonathan falar nesse tom: é um tipo muito brincalhão. Entre outras coisas, cita a amizade que fez com Tarcísio Meira e Glória Menezes: “Um casal encantador! Pena que Glória não fale níquel de inglês. Mas consegui me comunicar com ela usando algumas palavras de espanhol, italiano, português e de um dialeto que, se não for do sul da China, deve ser napolitano ou grego”. Jonathan foi entrevistado no programa “Hebe”, depois de assistir, na cabina de projeção da Record, a um filme dublado da série Perdidos no Espaço. Seu comentário: “Acho que o meu dublador é um grande artista. Se outros filmes meus forem exibidos no Brasil, quero que ele faça a minha voz. Intervalo foi buscar Borges de Barros para que ele o conhecesse (é o Mendigo Milionário da “Praça da Alegria”). Jonathan abraçou-o: “Muito obrigado. Eu gostaria de ser tão bom artista como você”. Borges acolheu a lisonja com um sorriso modesto.

Fonte: Revista Intervalo. Editora Abril.
As fotos do encontro de Jonathan Harris e Borges de Barros e a reportagem de Petrosa Filho foram fornecidas pelo site Retrô TV.




Dubladores da Série no Brasil

Personagens Dublador(es)
Professor John Robinson Astrogildo Filho e Rebello Neto
Maureen Robinson Helena Samara
Major Donald West Ary de Toledo
Judy Robinson Neuza Maria e Áurea Maria
Penny Robinson Cristina Camargo e Leomar de Mattos
Will Robinson Magali Sanches e Maria Inês Nodial
Dr. Zachary Smith Borges de Barros
Robô Amaury Costa e Gilberto Barolli
Narrador Carlos Alberto Vaccari e Emerson Camargo
Tradutor Hélio Porto

Obs: Hélio Porto era o tradutor oficial da AIC no final dos anos 60. Hélio faleceu nos anos 90.

Mofolând

domingo, 30 de maio de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Morre, aos 74 anos, o ator americano Dennis Hopper

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Morre, aos 74 anos, o ator americano Dennis Hopper

Dennis Hopper



Morreu, na tarde deste sábado (29), o ator americano Dennis Hopper, mais conhecido por seu papel e direção no filme Sem Destino (1969). Hopper estava em sua casa em Los Angeles, nos EUA. Sua família e amigos próximos estavam junto ao ator, que lutava contra um câncer de próstata há anos - em março, quando ganhou finalmente sua estrela na Calçada da Fama, em Hollywood, o ator apareceu em público pesando cerca de 45 quilos e totalmente debilitado.

Dennis Hopper era uma ator e diretor estimado em Hollywood, tendo participado, à frente e atrás das câmeras, em mais de 150 filmes e seriados de TV. Um de seus últimos trabalhos, o seriado Crash (da HBO, baseado no filme vencedor do Oscar em 2006), no qual interpreta um produtor musical, ainda pode ser visto aos domingos e segundas (reprise). Seus dois últimos filmes, a animação Alpha and Omega - ele faz a voz do personagem Tony -, e o longa The Last Filme Festival, ainda serão lançados. Em sua carreira, chegou a ser indicado ao Oscar duas vezes, mas nunca levou a estatueta para casa.

Hopper casou-se cinco vezes e teve quatro filhos.

Confira os principais destaques da filmografia de Dennis Hopper:

Como ator
2008 - Promessas De Um Cara De Pau (Swing Vote)
2008 - Fatal (Elegy)
2008 - Crash - Destinos Cruzados (Crash)
2005 - O Corvo-Vingança Maldita (The Crow-Wicker Prayer)
2005 - Americano (Americano)
2005 - Terra dos Mortos (Land of the Dead )
2004 - Blueberry - Desejo de Vingança (Blueberry)
2004 - Um Motivo para Viver (Leo)
2002 - O Guarda-Costas (The Piano Player)
2002 - O Poder Da Mente (Unspeakable)
2001 - Filhos da Máfia (Knockaround Guys)
2001 - Sob Fogo Cruzado (Luck Of The Draw)
1999 - EdTV (EdTV)
1998 - Os Irmãos Id e Ota (Meet The Deedles)
1997 - O Grande Golpe (Top Of The World)
1997 - Blackout (The Blackout)
1996 - Basquiat - Traços De Uma Vida (Basquiat)
1996 - Sansão e Dalila (The Bible - Samson And Delilah)
1995 - Waterworld - O Segredo Das Águas (Waterworld)
1994 - Velocidade Máxima (Speed)
1993 - Super Mario Bros. (1993)
1991 - O Apocalipse De Um Cineasta (Hearts Of Darkness- A Filmmaker`s Apocal)
1987 - A Caminho Do Inferno (Straight To Hell)
1986 -O Mistério Da Viúva Negra (Black Widow)
1986 - Juventude Assassina (River`s Edge)
1986 - Veludo Azul (Blue Velvet)
1983 - O Selvagem Da Motocicleta (Rumble Fish)
1979 - Apocalypse Now (Apocalypse Now Redux)
1976 - Mad Dog (Mad Dog)
1969 - Bravura Indomita (True Grit)
1969 - Sem Destino (Easy Rider)
1956 - Assim Caminha a Humanidade (Giant)
1955 - Juventude Transviada (Rebel Without a Cause)


Como diretor
1994 - Uma Loira Em Apuros (Chasers)
1990 - Um Local Muito Quente (The Hot Spot)
1989 - Atraida Pelo Perigo (Catchfire)
1988 - As Cores da Violência (Colors)
1980 - Anos de Rebeldia (Out Ot The Blue)
1969 - Sem Destino (Easy Rider)


Como roteirista
1969 - Sem Destino (Easy Rider)