domingo, 11 de julho de 2010

O Homem invisivel


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O HOMEM INVISÍVEL

Título original: The Invisible Man

Inspirada em uma história clássica de ficção científica de H.G. Wells, o Homem Invisível apareceu pela primeira vez em uma série de televisão em 1958. Nessa versão, o cientista Peter Murphy sofre um grave acidente quando trabalhava em uma fórmula para tornar um ser humano invisível. Como resultado do acidente, ele perde totalmente sua visibilidade e vive envolto em bandagens.

Uma curiosidade é que o ator Tim Turner apenas empresta sua voz para o personagem, já que ele não tem rosto.

Essa série ficou no ar até 1960, com um total de 26 episódios de 30 minutos.

Em 1975, uma nova versão foi criada para a TV. Na nova versão, o ator David McCallum interpreta o mesmo personagem, só que dessa vez nosso herói tem rosto, apesar de invisível. Para poder circular como uma pessoa normal, ele utiliza uma máscara de silicone e luvas especiais que imitam a pele humana. Para ficar invisível, basta tirar a máscara, as luvas e as roupas. Essa série ficou no ar apenas uma temporada sendo cancelada em seguida.

Um ano depois, em 1976, surgia outra versão do Homem Invisível chamada Gemini Man. Nessa versão, nosso herói tinha um relógio digital que controlava sua invisibilidade. Máscaras não eram mais necessárias, porém, Sam Casey (Ben Murphy) só podia ficar invisível por um período de 15 minutos a cada 24 horas (veja mais detalhes no item Gemini Man no menu de séries).




Veja a lista de episódios de cada versão



Versão 1958 com Tim Turner

Primeira temporada

1 - Secret Experiment
2 - Crisis in the Desert
3 - Behind the Mask
4 - The Locked Room
5 - Picnic With Death
6 - Play to Kill
7 - Shadow on the Screen
8 -The Mink Coat
9 - Blind Justice
10 - Jailbreak
11 - Bank Raid
12 - Odds Against Death
13 - Strange Partners
Segunda temporada

14 - Point of Destruction
15 - Death Cell
16 - The Vanishing Evidence
17 - The Prize
18 - Flight into Darkness
19 - The Decoy
20 - The Gun Runners
21 - The White Rabbit
22 - Man in Disguise
23 - Man in Power
24 - The Rocket
25 - Shadow Bomb
26 - The Big Plot





Versão 1975 com David McCallum

1 - O Homem Invisível (90 min)
2 - The Klae Resource
3 - A fina arte da diplomacia
4 - Um homem de influência
5 - Somente para os olhos
6 - Barnard cai fora
7 - Direto para a cadeial
8 - Pare quando a luz vermelha acender
9 - Pin Money
10 - A dinastia Klae
11 - 5 Sem visão
12 - O jogo do poder
13 - An Attempt to Save Face




Elenco da versão de 1958

Tim Turner como Dr. Peter Brady
Deborah Watling como Sally Brady
Lisa Daniely como Diane Brady
Ernest Clark como Sir Charles Anderson



Elenco da versão de 1975

David McCallum como Dr. Daniel Westin
Melinda Fee como Dr. Kate Westin
Craig Stevens como Walter Carlson

sábado, 10 de julho de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Família Dó Ré Mí

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver:A Família Dó Ré Mí

Família Dó Ré Mí




Título original: Partridge Family


Que tal viajar com sua família, em um ônibus, por todo o país, só tocando e se divertindo? Essa era a vida da Família Dó Ré Mí. Uma família musical liderada por Shirley Partridge, a mãe dos 6 membros da banda The Partridge Family. A série foi criada em 1971 e teve 4 temporadas de muito sucesso nos EUA e em outros países. Um dos membros da família tinha uma atenção especial das fãs. Era Keith Partridge (David Cassidy) que se tornou símbolo sexual e viu sua carreira de cantor subir aos primeiros lugares no shows bizz americano. Cassidy começou a fazer shows com sua banda, ao mesmo tempo em que gravava os episódios da série e seus discos, o que se tornou um grande problema, para ele e para o elenco. Na terceira temporada, Cassidy já não suportava a maratona de shows e gravações e o desgaste no relacionamento do elenco foi se agravando.


Shirley Jones, a atriz que vivia o papel da mãe da família, era madrasta de Cassidy e tentava encorajá-lo e aconselhá-lo nos momentos de crise. Isso segurou o elenco por um bom tempo. Havia também uma tensão sexual entre Cassidy e Susan Dey, a Laurie. Susan era apaixonada por Cassidy, mas ele naquela momento não tinha tempo para mais nada além das turnês e gravações. As coisas tornaram-se muito difíceis na quarta e última temporada da série, em 1973. Danny Bonaduce havia experimentado drogas e começou a ser mais um problema dentro do elenco da série. O garoto brincalhão e ególatra tornará-se um chato, mal humorado, e isso estava contribuindo para o desgaste final do grupo. A série foi encerrada no início de 1974 e individualmente, nenhum dos atores conseguiu o mesmo destaque.





Elenco

Ator

Shirley Jones
David Cassidy
Susan Dey
Danny Bonaduce
Brian Forster
Jeremy Gelbwaks
Suzanne Crough
Dave Madden
Personagem

Shirley Partridge
Keith Partridge
Laurie Partridge
Danny Partridge
Chris Partridge
Chris Partridge
Tracy Partridge
Reuben Kincaid


Empolgada com o sucesso da série, a Hanna-Barbera resolveu produzir um desenho animado com os mesmos personagens. Mas para ter certeza que estaria investindo em algo que fosse à altura do sucesso da série, optaram por fazer testes com os personagens dentro do desenho animado Goober e os Caçadores de Fantasmas. Em 8 episódios seqüênciais, a Família Do Ré Mí persegue seres sobrenaturais junto com Goober e seus amigos da revista Caçadores de Fantasmas. Eles só ganharam seu próprio desenho em 1974.

Os personagens foram transportados para o futuro, no ano 2200 e ganharam alguns amigos alienígenas e um cão mecânico, Orbit. O desenho chamou-se The Partridge Family 2200 A.D e foi apresentado no Brasil por diversos canais, entre eles Globo, Bandeirantes, Tupi, Record e no canal de TV pago, Boomerang.

A origem do desenho

Inicialmente o desenho era um projeto da dupla William Hanna e Joseph

domingo, 27 de junho de 2010

um maluco no pedaço







Quem não lembra de um dos mais conhecidos e queridos seriados já exibidos, Um Maluco no Pedaço ou “The Fresh Prince of Bel-Air” (título original), ainda hoje é considerado por muitos um dos melhores já produzidos.

Mas por onde andam e o que fazem atualmente os atores que fizeram deste seriado um sucesso?

Will Smith

O malandro, interpretado por Will Smith.

Tio Phill
Interpretado por James L. Avery, ainda trabalha na TV, fazendo participações especiais em alguns seriados (como por exemplo o seriado Divisão Criminal que passa atualmente nas madrugadas do SBT) e dublando


Vivian Banks

Muitos não antenderam porque a atriz de repente mudou. A primeira atriz, Janet Hubert-Whitten, saiu por frequentes desentendimentos com Will Smith, entrando então a 2ª Vivian, interpretada por Daphne Maxwell Reid.

Hilary Banks

A prima burra, interpretada por Karyn Parsons, hoje produtora, com projetos principalmente focados em programas infantis.

Carlton Banks

O hilário primo, interpretado por Alfonso Lincoln Ribeiro, continua trabalhando no ramo televisivo, como diretor e produtor.

Ashley Banks

A mocinha, agora uma mulher, Tatyana Marisol Ali, continua trabalhando na televisão, já participou de vários curta-metragens e leva uma carreira de cantora, seu primeiro álbum lhe rendeu um disco de ouro em 1999.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: 40 Anos da conquistra do tri 1970

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: 40 Anos da conquistra do tri 1970

Selecão Brasileira de 1970



Tudo sobre a copa de 70


A Copa do Mundo FIFA de 1970, a nona edição do torneio, foi disputada no México, de 31 de Maio até 21 de Junho. A mascote oficial da Copa do Mundo foi Juanito, um garoto vestindo o uniforme da seleção mexicana e um sombrero.

O evento foi marcado pelo tricampeonato do Brasil, a primeira equipe a ter o título de campeão mundial por três vezes. A histórica vitória por 4 a 1 sobre os italianos consagrou o futebol brasileiro. A terceira conquista do torneio deu direito ao Brasil de ficar com a posse definitiva da Taça Jules Rimet, mas no início da década de 80, o troféu foi roubado da sede da CBF.

A Copa de 1970 foi, como de costume, precedida por disputas sobre sua organização. Esta foi a primeira a ser televisionada em cores. Porém, para que as transmissões se encaixassem melhor nas programações da televisão européia, algumas partidas começaram ao meio-dia, decisão esta que desagradou muitos jogadores e treinadores, por causa do intenso calor no México neste período do dia.

O formato da competição permaneceu o mesmo da Copa anterior: 16 equipes classificadas, divididas em quatro grupos com quatro que se enfrentariam em turno único. Os dois primeiros colocados se classificariam às quartas-de-final. Porém, pela primeira vez nas Copas, o critério de desempate, no caso de igualdade de pontos na fase de grupos, era o saldo de gols (e não mais jogos-desempate e goal average). Se dois ou mais times tivessem o mesmo saldo de gols, o desempate se daria por sorteio. Se uma partida das quartas ou das semifinais resultasse em um empate após a prorrogação, também haveria sorteio para definir a equipe classificada.

Pela primeira vez, substituições foram permitidas em Copas do Mundo. Cada time poderia fazer duas alterações durante o jogo. A União Soviética foi o primeiro time a se utilizar desse recurso, foi contra o México na partida de abertura. Viktor Serebryanikov foi o primeiro jogador a ser substituído, quando Anatoly Puzach entrou em seu lugar após os 45 minutos iniciais.

Esta também foi a primeira Copa a apresentar o uso dos cartões amarelo e vermelho para advertências e expulsões respectivamente, apesar de que essas penalidades já existiam antes de 1970. Cinco cartões amarelos foram mostrados na partida de abertura entre México e URSS, enquanto nenhum cartão vermelho foi mostrado em todo o torneio.


A Seleção Principais Dados Resultados dos Jogos Curiosidades Vídeos Fotos




A Seleção


1 Félix | 2 Brito | 3 Piazza | 4 Carlos Alberto | 5 Clodoaldo | 6 Marco Antônio | 7 Jairzinho | 8 Gérson | 9 Tostão | 10 Pelé | 11 Rivellino | 12 Ado | 13 Roberto | 14 Baldocchi | 15 Fontana | 16 Everaldo | 17 Joel | 18 Paulo Cézar | 19 Edu | 20 Dario | 21 Zé Maria | 22 Leão | Treinador: Zagallo
A seleção brasileira é tida como uma das mais eficientes equipes na história das Copas. Neste torneio foi possível observar um retorno ao jogo solto e ofensivo em oposição às batalhas físicas das Copas de 1962 e 1966. Nas Eliminatórias, a equipe foi dirigida em quase todos os jogos por João Saldanha, substituído por Zagallo às vésperas do torneio. Em uma equipe que tinha Gérson, Rivellino, o capitão Carlos Alberto Torres e Jairzinho, o maior nome da competição foi Pelé, que, aos 29 anos, disputou sua última Copa do Mundo.
Apelidos

Jairzinho – Furacão
Pelé – A pérola negra
Gérson – O canhotinha de ouro




- Foi nessa Copa que aconteceu a primeira substituição da história. No empate por 0 a 0 entre União Soviética e México, o soviético Anatoliy Pusatch entrou no lugar de Serebrianikov.

- O brasileiro Jairzinho se tornou o primeiro, e até hoje único, atleta a marcar gol em todos os jogos da competição (sete gols em seis partidas). De quebra, o atacante sagrou-se campeão.

- Os árbitros ganharam no México um instrumento de advertência até então inédito: os cartões amarelo e vermelho.

- Titular como jogador nos dois primeiros títulos do Brasil em Copas, em 1958 e 1962, Mario Jorge Lobo Zagallo se tornou o primeiro técnico a conseguir a façanha dentro e fora das quatro linhas.

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Terra de Gigantes

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver:Seriado Terra de Gigantes

Terra de Gigantes





A Série.



Depois de produzir três séries de sucesso, Irwin Allen começou a trabalhar naquele que considerava seu projeto mais ousado, a série Terra de Gigantes.

A história desta série lembra também muitas outras séries e filmes como As Viagens de Gulliver (Gulliver´s Travels) e A Ilha dos Birutas (Gilligan´s Island - 1964-1967).

Com um orçamento monstruoso para a época: 250 mil dólares por episódio. Allen produziu diversos e enormes cenários, objetos imensos, nave espacial e uso de muitos outros artifícios para causar o efeito visual desejado. Alguns objetos deve ter custado uma fortuna, como por exemplo a criação de uma gigantesca mão que abraça alguns personagens quando capturados.

Além do custo, esta série também exigiu atores em perfeitas condições físicas, usando dubles somente para determinadas cenas consideradas muito arriscadas e perigosas. Muitas cenas exigiram dos atores grande esforço, além de enfrentarem um ou outro perigo relativamente pequenos e arranhões, pois tinham de subir usando ou descer utilizando enormes fios de telefones, transpor grandes objetos e coisas similares.

A série acabou se tornando outro grande sucesso de Allen, em parte graças a sua cenografia bem elaborada e o clima bizarro do seriado, mostrando um planeta de gigantes que era muito parecido com a Terra em alguns aspectos e diferente em outros.

Terra de Gigantes mostrou, em alguns de seus episódios, uma veia crítica que não se viu nas séries anteriores de Allen. Nos episódios "Os Guerrilheiros e "A Perseguição", vemos uma clara alusão ao movimentos políticos armados que procuravam lutar contra regimes repressivos. Em "Lavagem Cerebral" são mostrados os métodos de tortura e o modus operandi de muitas ditaduras terceiro mundistas ou do antigo bloco comunista. Vendo esse episódio, fica claro que a censura brasileira "cochilou", quando Terra de Gigantes chegou ao Brasil, no começo dos anos 70.





A História.



A história da série começa no dia 12 de junho de 1983, quando a nave espacial Spindrift fazia o vôo normal entre Los Angeles e Londres, sendo atingida por uma misteriosa névoa e se metendo em uma tempestade magnética que a jogou em uma Terra alternativa povoada por gigantes, doze vezes maior que a Terra. Os "pequeninos", como os tripulantes do Spindrift são chamados pelos gigantes, passam a ser perseguidos por todos. Após caírem na Terra de Gigantes, Dan, o co-piloto da nave, continua em sua função, ajudando o Capitão Steve Burton a organizar a defesa do grupo e tentar encontrar uma maneira de volta à Terra. Seu maior choque é com Alexander Fitzhugh, um covarde passageiro do Spindrift, que nunca está disposto a ajudar e que, na fatídica viagem, levava uma valise cheia de dinheiro de um golpe que havia executado.

Os pequeninos terrestres eram perseguidos também pela polícia política dos gigantes, o S.I.D, liderado pelo inspetor Kobick (Kevin Hagen). A presença do personagem era tão marcante que chegamos a estranhar o fato de o nome de Hagen não aparecer nos créditos iniciais da abertura do seriado. Kobick aparece apenas em oito episódios da série mas, graças ao talento de Hagen, e do bom nível dos roteiros, ele se tornou um dos vilões mais fortes da história da TV.

No planeta onde os gigantes viviam, havia um regime autoritário no poder, muito semelhante com diversas ditaduras que existiam em várias partes do mundo na década de 60. Embora, involuntariamente ou não, não ficasse muito claro qual era o direcionamento ideológico do regime dos gigantes, foi nesse seriado que as críticas ao autoritarismo ficaram mais evidentes na obra de Allen.





Dubladores Brasileiros


Gary Conway .... Steve Burton
Don Matheson .... Mark Wilson
Stefan Arngrim .... Barry Lockridge
Don Marshall .... Dan Erickson
Deanna Lund .... Valerie Scott
Heather Young .... Betty Hamilton
Kurt Kasznar .... Alexander Fitzhugh AIC - São Paulo:



Drausio De Oliveira .... Steve Burton

João Paulo .... Mark Wilson
Aliomar de Matos .... Barry Lockridge

João Ângelo .... Dan Erickson
Isaura Gomes .... Valerie Scott
Sandra Campos .... Betty Hamilton
José Soares .... Alexander Fitzhugh

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Daniel Azulay A Turma do Lambe Lambe



Quem de nos não se lembra do apresentador e desenhista Daniel >Azulay e a Turma do Lambe lambe , personagens inesqueciveis como o Prof . Pirajar , a gilda , a Xicoria e tantos outros que ele mesmo criou nos marcou muito nos inicios doa anos 80 . veja o video e mate saudades desse programa que passava na tv bandeirantes.

sábado, 12 de junho de 2010

Copa de 1986 final de trasmissão


Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: A historia de Ana Raio e Zé Trovão

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: A historia de Ana Raio e Zé Trovão

novela Ana Raio e Zé Trovão 1990/1991




A História de Ana Raio e Zé Trovão é uma telenovela brasileira produzida pela extinta Rede Manchete, e filmada em Mato Grosso, exibida originalmente em 12 de dezembro de 1990 a 13 de outubro de 1991. Foi escrita por Marcos Caruso e Rita Buzzar com a colaboração de Jandira Martini, idealizada e dirigida por Jayme Monjardim e teve codireção de Roberto Naar e Marcos Schechtman

A História de Ana Raio e Zé Trovão
Ana Raio e Zé Trovão
A História de Ana Raio e Zé Trovão
Informação geral
Formato Telenovela
Criador Marcos Caruso
Rita Buzzar
País de origem Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Jayme Monjardim
Roberto Naar
Marcos Schechtman
Elenco original Ingra Liberato
Almir Sater
Nelson Xavier
Tamara Taxman
Yara Lins
Micaela Góes
Sérgio Britto
Helena Ranaldi
Giuseppe Oristânio
Irving São Paulo
Yaçanã Martins
Carlos Denis Feldman
Demian Feldman
Carolina Ferraz
e outros
Tema de abertura Raio e Trovão, Paula Santoro e Sagrado Coração da Terra
Exibição
Emissora de
televisão original Rede Manchete
Emissora(s) de
televisão lusófona(s) Mostrar lista
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Rede Manchete
SBT
Transmissão original 12 de dezembro de 1990 - 13 de outubro de 1991
Qt. de temporadas 1
N. de episódios 251


Desde 7 de junho de 2010, o SBT está reprisando a novela, em versão compacta


Trama
Ana de Nazaré, ainda criança, mora numa fazenda no Rio Grande do Sul com o pai e aos treze anos é estuprada por Canjerê. Ana fica grávida e dá a luz a uma menina a quem dá o nome de Maria Lua, e que acaba sendo raptada pelo pai.

Treze anos se passam e Ana de Nazaré transformou-se em Ana Raio, uma afamada peoa de uma companhia de rodeios que procura a filha que lhe foi tirada dos braços após o nascimento, enquanto corre o país com sua caravana. Ao lado de Ana está João Riso, apaixonado por ela e que faz de tudo para agradá-la e ajudá-la a encontrar a filha.

Um dia a caravana de Ana Raio cruza com outra caravana importante, a de Dolores Estrada, cuja a maior atração é o peão Zé Trovão, um rapaz que desconhece seu passado. Entre rodeios, feiras e viagens pelo Brasil, a história de amor entre Ana Raio e Zé Trovão se consolida.

Desde 7 de junho de 2010, o SBT está reprisando a novela, em versão compacta.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Araken o show man



De 1983 a 1986, Araken, o Showman! era o personagem da Rede Globo que anunciava os programas da emissora. Interpretado pelo publicitário José Antonio de Barros Freire, mais conhecido como Barrinhos, Araken representava o brasileiro que não perde o otimismo por nada nesse mundo. Em encenações rápidas e divertidas, o baixinho de cabelos escuros tentava de mil maneiras vender suas idéias para os empresários, que o ignoravam.

Sua última aparição foi na Copa do Mundo de 94 em uma propaganda de sapatos e em outra de imóveis.À época, Barrinhos usou o sucesso do seu personagem para fazer campanhas para doação de sangue, recadastramento eleitoral e alfabetização.

Hoje, aos 57 anos, o documentarista mora no interior de São Paulo e trabalha com produção de vídeos de responsabilidade social e programas para televisão.

Um dos projetos recentes foi sobre música erudita e popular para jovens, que foi exibido pela TV Cultura. Além dele, Barrinhos trabalha em um documentário sobre a Opera Yoruba, que será exibida na Nigéria, ao lado da professora da Unicamp Inaicyra Falcão.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Morre o comediante Viana Júnior, o Apolônio de "A praça é nossa"

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Morre o comediante Viana Júnior, o Apolônio de "A praça é nossa"

Viana Júnior, o Apolônio de "A praça é nossa



Morreu nesta segunda-feira, 7, aos 68 anos, o comediante Viana Júnior, conhecido pelo papel do personagem Apolônio, do humorístico “A praça é nossa” (SBT). No quadro, ele contracenava com a velha surda, interpretada pelo comediante Rony Rios, falecido em 2001.
O comediante faleceu de insuficiência múltipla de órgãos, em sua residência, em Itanhaém, no litoral paulista. O enterro aconteceu, à tarde, no Cemitério Municipal da cidade.

Nos últimos anos, o ator esteve afastado da talevisão por motivos de saúde. Ele lutou contra um tumor no cérebro, e desde então, sofria de ataxia cerebelar, doença que lhe fez perder controle sobre seus movimentos musculares.

Um show organizado por Marli Marley foi organizado recentemente para arrecadar dinheiro para ajudar em seu tratamento.

Assista a um dos episódios do quadro de Apolônio e a velha surda em “A praça é nossa”:


domingo, 6 de junho de 2010

vinheta da copa de 1978

Vinheta com os comentários de Pedro Bial sobre o avanço tecnologico das vinhetas no espote da globo.



Vinheta com os comentários de Pedro Bial sobre o avanço tecnologico das vinhetas no espote da globo.


Reinaldo, um dos maiores centroavantes do Brasil e maior ídolo do Atlético-MG conta alguns detalhes que não foram revelados durante a Copa.
Reportagem do Fantastico a Geneton Morais Neto

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Vamos Recordar os comerciais e vinhetas das copas do mundo

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Vamos Recordar os comerciais e vinhetas das copas do mundo

Vamos Recordar os comerciais e vinhetas das copas do mundo

Meu caros amigos do blog vamos mostrar neste mes de copa do mundo comerciais videos vinhetas das copas de 1978 1982 1986 1990 1994 1998 2002 e 2006 espero que vcs gostem do n osso acervo boa copa do mundo a todos.


Claudio Coutinho aparece no programa Fantastico e fala aos brasileiros dias antes do embarque da seleção brasileira para a disputa da Copa do Mundo de 1978 na Argentina.
Confira! ,

sábado, 5 de junho de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Dr. cacareco

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Dr. cacareco

Dr. cacareco


Dr. Cacareco & Cia

Quem se lembra do programa Dr. Cacareco e Cia? Foi exibido pela rede Record em 1987. Outros personagens como Quebra, Seu Lelé, Pelota, Modinha, Gatinha Azul também faziam parte da turma. Me lembro mais ou menos da música: "Dr. Cacareco que constrói um teco-teco, mais leve que o ar, e sob a magia dos seus dedos coisas leves se transformam em festa e brinquedo".
http://doutorcacareco.blogspot.com/

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: palhaço Tic Tac

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: palhaço Tic Tac

por onde anda???



Tic-Tac quer resgatar figura do palhaço


Palhaço Tic-Tac: projetos junto às crianças, em escolas e instituições

Ruas, avenidas, praças de Rio Preto, quase tudo ainda é novidade para Marilam Sales, que há dois meses deixou o turbilhão de riscos da Capital para viver tranqüilo com a família no Interior. Ícone de uma geração que hoje deve estar beirando a casa dos 30 anos, Marilam foi por quase quatro anos o palhaço Tic-Tac, do programa Bambalalão, da TV Cultura, mesmo personagem que o acompanha até hoje, em shows que se tornam cada vez mais esporádicos. Ao lado de Gigi Anheli e de outros personagens, como o Professor Parapopó, as brincadeiras e estripulias de Tic-Tac nas tardes brasileiras revolucionaram as propostas de programas infantis da época. O Bambalalão unia o educativo ao lúdico, e atingia como uma flecha o imaginário da molecada. “O programa era ao vivo, tínhamos uma liberdade criativa muito grande. Assim, conseguíamos mostrar às crianças que elas também podiam criar suas próprias histórias”, diz Marilam.

Parte dessa proposta foi levada por ele a Osvaldo Sangeorge, até então diretor de cultura da emissora. Marilam cuidara de parte da divulgação, naquele tempo, da nova cara do Bambalalão. Ia de porta em porta nas escolas, pessoalmente, distribuir panfletos e chamar a garotada para grudar o olho no que vinha por aí. O Bambalalão existia antes da chegada de Tic-Tac, em 81, e continuou após sua saída, em 85, mas nunca mais foi o mesmo. “A década de 80 foi a década do palhaço”, lembra. Entra a década de 90 e o que Marilam define como “Era Xuxa” - um efeito cascata que trouxe várias outras apresentadoras imitando o estilo da “rainha dos baixinhos” - esmagou não só o seu espaço na telinha (estava na TV Gazeta, onde fazia o programa “Brincando na Paulista”), mas de outros palhaços que ganharam destaque por meio da televisão, como Torresmo e Pururuca, Atchim e Espirro ou Picolino. A TV perdia parte do riso fácil e inocente.

Tic-Tac deu início então a projetos pessoais. Montou o Circo Tic-Tac, que rodou a periferia de São Paulo, e continuou com os shows pelo País, no contato direto com a molecada, coisa que já fazia desde a década de 70, em Recife, onde trabalhou por muitos anos como o Palhaço Pimpão. Paralelo à vida de circo, passou a servir de consultor de empresas para eventos infantis. Além disso, começou a dar aulas de teatro para empresários e executivos. Foi num desses cursos que surgiu a opor- tunidade de se mudar para Rio Preto. “Foi um convite de Augusto Cury, da Academia da Inteligência. Queria que eu trabalhasse com ele. Até então, havia visitado a cidade apenas uma vez, em um show com o próprio Bambalalão, em 84”, diz. Hoje, Marilam é diretor de comunicação da Academia da Inteligência e dá aulas de teatro no colégio Esquema Universitário. Mas, aos 45 anos, a alma do palhaço ainda pulsa como antes. “Quero levar o Tic-Tac às escolas e outras instituições, divulgando a figura do palhaço esquecida em tantos descaminhos”, comenta.

Falta-lhe ainda “conhecer” a criança de Rio Preto, pois ela não é a mesma de São Paulo. “Gosto de conhecer a turminha antes de bolar as piadas e brincadeiras. Em São Paulo, as crianças estão mais agressivas e é preciso tomar cuidado para não empolgá-las demais. No Interior, elas são mais pacatas e o ritmo é outro”, diz. “Hoje a criança não conhece o palhaço. Ele não está mais na televisão nem na sua cidade, pois o circo não vem. E o palhaço é uma figura mágica, é a alma do circo, a criança que muitos adultos gostariam de ser”, afirma Tic-Tac, com a propriedade de quem há quase 30 anos espalha a arte de fazer sorrir.

Serviço:
Informações com Marilam Sales pelo telefone (17) 231-2609 ou 9721-8602

Personagem passou por várias emissoras
Marilam Sales queria ser ator. E foi, por muito tempo. Seguia na televisão e no teatro paralelo à paixão pela comicidade do palhaço. Estreou em 1972, na novela “A Revolta dos Anjos”, da TV Tupi. Ano seguinte contracenou com Nuno Leal Maia o seriado “Dom Camilos Cabeludos”, que passava às terças. Daí conheceu o teatro. Percorreu várias cidades com a trupe do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC). Carioca da gema, mudou-se para Recife em seguida. Ficou lá um tempo até o chamado da Globo para trabalhar em “Planeta dos Homens”, que tinha como protagonistas Jô Soares e Agildo Ribeiro, em 75. Fez participação no Sítio do Pica-pau Amarelo, como o mago Aladin, depois mais uma novela, até voltar para Recife, em 77. Lá cria o Palhaço Pimpão.

“Comecei com a história do palhaço só para servir de laboratório como ator. Acabei me apaixonando”, lembra. Ficou na Tupi de Recife até 80. Foi a época de fama de Marilam pelo Nordeste. Rodava a região com sua caravana e lotava ginásios. Outros artistas da época pegavam carona no seu show, como Giliard e Belchior. Em 81, vai para os Estados Unidos estudar a arte do palhaço, pesquisar o que de fato se fazia para criança, reciclar-se. Na volta, entrou para a Cultura e passou a atender por Tic-Tac até 85, personagem que levou para a Record em um outro programa matinal. Encerrou a carreira na televisão na TV Gazeta.

terça-feira, 1 de junho de 2010

A Familia Robson






Jonathan Harris e seu dublador, Borge de Barros.

Jonathan Harris no programa de Hebe Camargo (1969).

Doutor Zachary Smith , Major West , a família Robinson, o Robô e todos os seres estranhos do universo faziam parte dessa série clássica criada nos anos 60. A família Robinson foi selecionada entre muitas outras famílias para fazerem parte de um projeto do governo dos EUA, que se resumia em enviar uma família para viver em um dos planetas da Via Láctea. Pórem, o médico da base, Doutor Smith era um espião com a missão de sabotar o projeto Jupiter 2. Sem querer, o nosso espião ficou preso detro da nave e foi para o espaço com a família. Smith havia sabotado o Robô de bordo e programou-o para destruir o sistema de navegação. Só que não contava com a sua presença na nave. O Robô cumpriu sua programação e todos ficaram vagando no espaço. E aí começam as aventuras da família Robinson em Perdidos no Espaço.

Um breve histórico

A série foi criada em 1965. Na versão original em preto e branco, o doutor Smith era mal e astuto, não tinha aquele ar de canastrão que se tornou sua marca registrada na série colorida (2º e 3º fases). O robô também não tinha uma personalidade e era absolutamente frio e com diálogos limitados ao seu papel secundário. A fase em preto e branco foi pouco apresentada na Brasil, pois a TV a cores era novidade por aqui e não havia muito interesse nas velhas coisas em preto e branco. O público queria algo novo, com muitas cores e a nova fase tinha muito de cores berrantes e imagens insólitas. Com isso a série original em PB ficou esquecida. Na segunda fase o doutor Smith ganhou o ar debochado e canastrão que marcou-o para o resto da série e o robô ganhou mais espaço na série, pondo os outros personagens em segundo plano. Os Robinsons nunca voltaram à terra. A série foi encerrada na terceira fase, sem o retorno para casa e muito menos o cumprimento de sua missão.
O último trabalho de Jonathan Harrys que se têm notícia, foi sua participação na dublagem do desenho animado Toy Story 2, fazendo a voz de um dos personagens secundários. Jonathan Harrys nasceu em 1915 e trabalhou em várias séries como: Space Academy (Isac Gampu), Terra de Gigantes, A Feiticeira, Ark II (Fagin, membro dos Flyes), Freekazoids (Prof. Jones), Problem Child, Meu marciano favorito, Banana Splits Show (Voz do Dartagnan), Botany Bay, The Bill Dana Show, Ilha da Fantasia 98 (ele mesmo), Perdidos no Espaço Forever 98 (Dr. Smith), Vida de Inseto (Manny), entre dezenas de outros.



Você lê abaixo um trecho da reportagem editada na revista Intervalo de 1969.



Jonathan Harris no programa de Hebe Camargo (1969).
Dr. Smith sob o sol carioca
Por Pedrosa Filho



“É a primeira vez que venho ao Brasil. Observei que aqui me dublaram na série Perdidos no Espaço, com voz fina, coisa que não tenho. Na Alemanha, França e Inglaterra, a dublagem saiu quase perfeita. Gostaria muito de conhecer a pessoa que me dublou no Brasil.” Quem disse isso foi o ator Jonathan Harris, o famoso Dr. Smith. Mas, apesar da queixa, Jonathan mostrou-se muito simpático, quando compareceu ao programa do Capitão Aza (Wilson Vianna), na TV Tupi, para que a criançada o conhecesse de perto. Com suas brincadeiras, o desprezível Dr. Smith chegou a cativar a meninada: mesmo com seus 60 anos, seu aspecto é jovial e seu bom humor é contagiante. Mas são muitas suas queixas: “Detesto ser chamado de Dr. Smith” – é uma delas. “Já me zanguei várias vezes por isso. Mas tem gente que não aprende. Comecei minha carreira há 30 anos, trabalhando na Broadway., numa peça de sucesso: “Casa de Chá do Luar de Agosto”. Daí para cá, sempre procurei ser mais gente e menos ídolo”. Casado e pai de dois filhos maiores, Jonathan Harris mora numa mansão, na Califórnia. “Gostei muito do povo brasileiro. A gente tem a impressão de que todos vivem cantando, por causa do sotaque”.

“Por que o Dr. Smith fez tanto sucesso? Ora, que pergunta! Pois, se ele usava a minha cara!” Jonathan Harris é um tipo simpático: cabelos grisalhos, corado, pernas arqueadas levemente, muito vivo, olhos espertos, pouco riso e muito humor. “Dr. Smith é um personagem estranho: covarde, péssimo caráter. Mas recebi a ainda recebo centenas de cartas muito simpáticas, principalmente do Brasil, pelo meu papel em Perdidos no Espaço.”


Jonathan Harris e seu dublador, Borge de Barros.
Jonathan está ao lado de sua esposa, Dorothy, amabilíssima, sem afetação. A sua frente, no almoço oferecido pela Twentieth Century Fox, no topo do Edifício Itália, o mais alto de São Paulo (42 andares), estão Don Marshall (o piloto Dan, da aeronave supersônica de Terra de Gigantes) e a atriz Diahann Carrol, que estrelara Júlia, um seriado de muito sucesso nos Estados Unidos e já programado para a televisão brasileira. Ela é uma mulata muito bonita, narizinho arrebitado, lembra a beleza de Eliana Pittman, mas é mais alta. No Terraço Itália, todos têm uma vista da cidade e comentam: “Já vimos tudo tudo, daqui!”. Jonathan é mais exigente: “Voltarei com certeza, ao Brasil, para ficar um mês. Quero conversar com o povo, a gente das ruas. Sabe de uma coisa? Não vim aqui para conversar com americanos. Mas no Festival do Filme, no rio, só conversei com eles! Quando voltar, quero sentir o homem da rua, que me pareceu extremamente simpático e amável. Se os brasileiros me admiram, eu os admiro mais ainda.” É um pouco difícil fazer Jonathan falar nesse tom: é um tipo muito brincalhão. Entre outras coisas, cita a amizade que fez com Tarcísio Meira e Glória Menezes: “Um casal encantador! Pena que Glória não fale níquel de inglês. Mas consegui me comunicar com ela usando algumas palavras de espanhol, italiano, português e de um dialeto que, se não for do sul da China, deve ser napolitano ou grego”. Jonathan foi entrevistado no programa “Hebe”, depois de assistir, na cabina de projeção da Record, a um filme dublado da série Perdidos no Espaço. Seu comentário: “Acho que o meu dublador é um grande artista. Se outros filmes meus forem exibidos no Brasil, quero que ele faça a minha voz. Intervalo foi buscar Borges de Barros para que ele o conhecesse (é o Mendigo Milionário da “Praça da Alegria”). Jonathan abraçou-o: “Muito obrigado. Eu gostaria de ser tão bom artista como você”. Borges acolheu a lisonja com um sorriso modesto.

Fonte: Revista Intervalo. Editora Abril.
As fotos do encontro de Jonathan Harris e Borges de Barros e a reportagem de Petrosa Filho foram fornecidas pelo site Retrô TV.




Dubladores da Série no Brasil

Personagens Dublador(es)
Professor John Robinson Astrogildo Filho e Rebello Neto
Maureen Robinson Helena Samara
Major Donald West Ary de Toledo
Judy Robinson Neuza Maria e Áurea Maria
Penny Robinson Cristina Camargo e Leomar de Mattos
Will Robinson Magali Sanches e Maria Inês Nodial
Dr. Zachary Smith Borges de Barros
Robô Amaury Costa e Gilberto Barolli
Narrador Carlos Alberto Vaccari e Emerson Camargo
Tradutor Hélio Porto

Obs: Hélio Porto era o tradutor oficial da AIC no final dos anos 60. Hélio faleceu nos anos 90.

Mofolând

domingo, 30 de maio de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Morre, aos 74 anos, o ator americano Dennis Hopper

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Morre, aos 74 anos, o ator americano Dennis Hopper

Dennis Hopper



Morreu, na tarde deste sábado (29), o ator americano Dennis Hopper, mais conhecido por seu papel e direção no filme Sem Destino (1969). Hopper estava em sua casa em Los Angeles, nos EUA. Sua família e amigos próximos estavam junto ao ator, que lutava contra um câncer de próstata há anos - em março, quando ganhou finalmente sua estrela na Calçada da Fama, em Hollywood, o ator apareceu em público pesando cerca de 45 quilos e totalmente debilitado.

Dennis Hopper era uma ator e diretor estimado em Hollywood, tendo participado, à frente e atrás das câmeras, em mais de 150 filmes e seriados de TV. Um de seus últimos trabalhos, o seriado Crash (da HBO, baseado no filme vencedor do Oscar em 2006), no qual interpreta um produtor musical, ainda pode ser visto aos domingos e segundas (reprise). Seus dois últimos filmes, a animação Alpha and Omega - ele faz a voz do personagem Tony -, e o longa The Last Filme Festival, ainda serão lançados. Em sua carreira, chegou a ser indicado ao Oscar duas vezes, mas nunca levou a estatueta para casa.

Hopper casou-se cinco vezes e teve quatro filhos.

Confira os principais destaques da filmografia de Dennis Hopper:

Como ator
2008 - Promessas De Um Cara De Pau (Swing Vote)
2008 - Fatal (Elegy)
2008 - Crash - Destinos Cruzados (Crash)
2005 - O Corvo-Vingança Maldita (The Crow-Wicker Prayer)
2005 - Americano (Americano)
2005 - Terra dos Mortos (Land of the Dead )
2004 - Blueberry - Desejo de Vingança (Blueberry)
2004 - Um Motivo para Viver (Leo)
2002 - O Guarda-Costas (The Piano Player)
2002 - O Poder Da Mente (Unspeakable)
2001 - Filhos da Máfia (Knockaround Guys)
2001 - Sob Fogo Cruzado (Luck Of The Draw)
1999 - EdTV (EdTV)
1998 - Os Irmãos Id e Ota (Meet The Deedles)
1997 - O Grande Golpe (Top Of The World)
1997 - Blackout (The Blackout)
1996 - Basquiat - Traços De Uma Vida (Basquiat)
1996 - Sansão e Dalila (The Bible - Samson And Delilah)
1995 - Waterworld - O Segredo Das Águas (Waterworld)
1994 - Velocidade Máxima (Speed)
1993 - Super Mario Bros. (1993)
1991 - O Apocalipse De Um Cineasta (Hearts Of Darkness- A Filmmaker`s Apocal)
1987 - A Caminho Do Inferno (Straight To Hell)
1986 -O Mistério Da Viúva Negra (Black Widow)
1986 - Juventude Assassina (River`s Edge)
1986 - Veludo Azul (Blue Velvet)
1983 - O Selvagem Da Motocicleta (Rumble Fish)
1979 - Apocalypse Now (Apocalypse Now Redux)
1976 - Mad Dog (Mad Dog)
1969 - Bravura Indomita (True Grit)
1969 - Sem Destino (Easy Rider)
1956 - Assim Caminha a Humanidade (Giant)
1955 - Juventude Transviada (Rebel Without a Cause)


Como diretor
1994 - Uma Loira Em Apuros (Chasers)
1990 - Um Local Muito Quente (The Hot Spot)
1989 - Atraida Pelo Perigo (Catchfire)
1988 - As Cores da Violência (Colors)
1980 - Anos de Rebeldia (Out Ot The Blue)
1969 - Sem Destino (Easy Rider)


Como roteirista
1969 - Sem Destino (Easy Rider)


Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Veja como estão hoje os personagens do seriado “Arnold”

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Veja como estão hoje os personagens do seriado “Arnold”

Charlotte Rae,



Charlotte Rae, nascida em Milwaukee, em 22 de abril de 1926 é atriz e cantora e representava Edna Garrett, a empregada da família Drummond, na série Arnold.
Se casou com o compositor John Strauss, com o qual teve dois filhos, e divorciou-se em 1976.

Dana Michelle Plato




Dana Michelle Plato, nascida em Maywood (EUA) em 7 de novembro de 1964. Sua mãe, Linda Strain teve-a com dezesseis anos, que solteira e desamparada, preocupando-se com o futuro da criança resolveu entregá-la a adoção. Dana começou a fazer comerciais com mais ou menos sete anos de idade, entre seus trabalhos estão: “Return to Boggy Creck”, “California Suite” e “O Exorcista II: O Herege”.
Engravidou em 1984, quando foi dispensada da série “Diff’rent Strokes“, e se casou com o roqueiro Lanny Lambert. Aos 14 anos sofreu uma overdose de Valium, admitindo beber e usar drogas como recreação durante seus anos na série.
Abandonada pelo marido e traumatizada com a morte da mãe, acabou assinando uma procuração para seu contador que roubou quase todo seu dinheiro. Em 1991, sem emprego, começou a trabalhar em uma lavanderia, até que decidiu assaltar uma locadora de vídeo. Presa, ficou em condicional por cinco anos, depois foi presa novamente, por 30 dias, por violar a condicional, falsificando uma receita médica de Valium, após isso entrou em um programa de reabilitação para drogados.
Plato tomou uma overdose de Vanadom e Vicodim, em seu trailer do lado de fora da casa de sua sogra, o que resultou em sua morte, aos 34 anos, em 08 de maio de 1999. Mesmo a morte sendo considerada suicídio, pela quantidade de pílulas ingeridas, muitos acreditam que ela não se matou e que seu noivo na época, Robert Menchaca, possa estar envolvido na morte, mas nada foi comprovado.

Todd Anthony Bridges



Todd Anthony Bridges, nascido em São Francisco, em 27 de maio de 1965. Foi o ator mirim primeiro negro a se tornar reoccuring regular na série “The Waltors” e “Little House on the Prairie” (1974), grande sucesso da época, a partir daí começou a ser convidado para trabalhar em séries de Tv, até chegar na série Diff’rent Strokes, marcando época com um novo conceito de elenco misto. Atuou em seriados como “The Love Boat” (1977), Fatos da Vida, “Olá Larry (1979), Batalha das Estrelas Rede VI (1979), entre outras.
Após a série Arnold, passou por diversos problemas, chegando a se envolver com drogas e teve problemas com as autoridades, o que interrompeu sua carreira e vida por quase dez anos. Há nove anos sóbrio, hoje é ator, diretor

Nedra Volz



Nedra Volz, nascida em Montrose (EUA), em 18 de junho de 1908. Começou sua carreira no show barraca de família. Atuou em: “All in the Family” (1976), “The Dukes of Hazzard” (1980 à 1984), “Moving Violations” (1985), sua última atuação foi em “The great White Hype” (1996).
Casou-se aos 36 anos e teve três filhos. Sofria de mal de Alzheimer e morreu em 20 de janeiro de 2003, aos 94 anos.

Conrad Stafford Bain,



Conrad Stafford Bain, nascido em Alberta (Canadá) em 04 de fevereiro de 1923. Iniciou sua carreira aos 55 anos, ganhou notoriedade no início dos anos 70, por seus trabalhos na Tv: Dr. Arthur Harmon, em Maude, e Philip Drummond, em Arnold.
Também atuou em produções como “Tia Vânia’, “The Owl and the Pussycat Dools”, “A Casa do Lago”, “The Dining Room” e “On Borrowed Time”. Em 2007 participou da série ‘Wizards of Waverly Place’.
Casou-se em 1945 e teve três filhos. Aposentou-se e vive em Los Angeles.

sábado, 29 de maio de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Morre Gary Coleman o Arnold da serie da tv

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Morre Gary Coleman o Arnold da serie da tv

Morre Gary Coleman o Arnold da serie da tv



Morreu, na tarde desta sexta-feira (28), aos 42 anos, o ator americano Gary Coleman, famoso por seu papel na série de TV da NBC The Diff'rent Strokes, exibida no SBT como Arnold e Minha Família é uma Bagunça no Nickelodeon.

A morte, segundo a CNN, foi causada por uma hemorragia cerebral após Coleman cair em sua casa na última quarta-feira (26). Segundo a família e amigos próximos, que estavam ao seu lado no momento da morte em um hospital de Utah, nos Estados Unidos, o ator estava lúcido um dia após a queda, mas seu quadro de saúde se complicou e o ator entrou em coma.

Coleman, que já havia sido internado em janeiro e em fevereiro deste ano por problemas do coração, sofreu forte ostracismo durante a vida adulta. Submetido a dois transplantes de rim antes de completar 14 anos, o ator também sofria de nefrite, uma infecção renal que lhe rendia até quatro sessões de hemodiálise por dia.

No auge da fama, Coleman chegou a ganhar US$ 100 mil por episódio na série que o consagrou, exibida de 1978 a 1986. Mas, em 1999, as dificuldades financeiras surgiram, especialmente, após o próprio pai, Willie, tentar atropelá-lo 13 anos antes, o que lhe causou altos gastos com advogados. Estima-se que Coleman, por problemas diversos, tenha perdido uma fortuna de cerca de US$ 18 milhões.

Sua mãe, Sue, chegou a declarar que o talento de Coleman foi uma forma divina de o ator ser recompensado pelo sofrimento que sofria em relação à sua saúde debilitada.

Em 1998, o ator ainda foi acusado de atropelar um pedestre com seu caminhão após uma discusssão e, no ano seguinte, alegou auto-defesa ao agredir uma mulher que lhe pedia um autógrafo. Em 2008, com 40 anos, Coleman viu sua vida mudar ao se casar com Shannon Price, de 22 anos, que ele admitiu ser a primeira mulher de sua vida.

Confira a filmografia do ator:
1980 Scout´s Honor
1981 On The Right Track
1982 Jimmy The Kid
1983 The Kid with the 200 I.Q.
1985 Playing with Fire
1996 Fox Hunt
1997 Off the Menu: The Last Days of Chasen's
1998 Dirty Work
1998 Like Father, Like Santa
2000 The Flunky
2004 Chasing the Edge
2005 A Christmas too Many
2006 Church Ball
2008 An American Carol
2009 Midgets vs. Mascots

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Seriado O Incrivel Hulk

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Seriado O Incrivel Hulk


Seriado O Incrivel Hulk









A Série.



Graças ao sucesso alcançado pelo personagem Hulk nos quadrinhos, o produtor da Universal Television, Frank Price, apresentou ao roteirista Kenneth Johnson um contrato para ele criar uma série de televisão baseado no personagem Hulk que ele acabava de adquirir os direitos. Johnson logo se interessou pelo projeto, mas desde que tivesse liberdade para introduzir novas características e elementos à história do personagem.

As mudanças em relação aos quadrinhos começam com o nome do personagem que de Bruce Banner acabou virando David Banner. Sua origem fundada no acidente com raios gama na juventude foi trocada por uma que mostra o cientista trabalhando em seu laboratório quando acontece um acidente que acaba matando seu assistente. Contaminado pelos raios gama, o cientista se transforma no terrível monstro verde.

Os roteiros eram até interessantes. Para uma série juvenil de ficção era interessante ver que grande parte dos episódios girava em torno de temas sociais como alcoolismo, abuso sexual, violência e problemas de saúde. Mesmo assim a série possuía alguns absurdos em seus roteiros, como a notável capacidade que Banner tinha de arranjar um emprego novo a cada semana. Isso sem falar em sua notável coleção de variações de sobrenomes, que inventava em cada cidade que passava: David Bannet, David Belson, David Bannon.

O final de cada episódio era embalado pela triste trilha composta por Joe Harnell, um solo de piano intitulado The Lonely Man Theme, e que ainda hoje vive na memória de todos que viram a série.

Vários atores conceituados na televisão, como Pat Morita (de The Karate Kid); Morgan Woodward (de Star Trek) e Gary Graham (de Alien Nation), também fizeram suas participações.



O Elenco.



Primeiro os produtores pensaram em Larry Hagman para interpretar o cientista David Banner, já que o ator estava com carreira em destaque nos Estados Unidos, mas seu papel no seriado Jeannie é Um Gênio tinha deixado uma imagem tão forte que era impossível, naquele momento, desassociá-la do Major Nelson. A segunda opção era o popular mágico, ator e comediante Bill Bixby, que já tinha trabalhado em séries como Meu Querido Marciano (My Favorite Martian) e O Mágico (The Magician). Inicialmente Bixby resistiu ao convite, mas acabou cedendo diante do alto contrato.

Alguns nomes foram cogitados para o papel do Gigante Esmeralda. Até o próprio Arnold Schwarzenegger foi contatado, mas alguns produtores o consideraram muito baixo para o papel.

O nome mais forte inicialmente era o do ator Richard Kiel, que interpretou Jaws em dois filmes do agente 007. Acreditavam que ele tinha a altura ideal para o papel, porém, apesar dos 2m17 de altura, ao gravar várias cenas para o episódio piloto do seriado, mas o filho do diretor Kenneth Johnson mencionou que o ator já escolhido, Richard Kiel, não parecia muito com o Hulk, pois não possuía os músculos necessários para interpretar o monstro verde. Em compensação Kiel acabou sendo a voz que narra a abertura da série em sua versão original.

Por fim optaram por Lou Ferrigno, atleta fisiculturista, personal trainner e Mr. Universo. O ator que aos três anos sofreu uma infecção no ouvido, perdendo 80% de sua audição, ficou perfeito interpretando o Hulk. Lou iniciou a carreira em frente ás câmeras no documentário Pumping iron e, com o fim da série O Incrível Hulk, conseguiu ainda estrelar outra série, chamada Trauma Center, que se originou de um episódio da série Duro na Queda, além de filmes baratos como Hércules e Simbad. Recentemente dublou o Hulk no desenho animado dos anos 90, além de ter sido escalado pra uma ponta no filme do heroi de 2003.


A História.



O casamento de David Banner terminou quando ele não conseguiu remover os destroços de duas toneladas de metal flamejante de cima de sua esposa após um acidente de carro. O trauma o levou a uma cruzada científica buscando o segredo de uma força sobre-humana. David inicia suas pesquisas e chega a conclusão que duas doses de uma forte irradiação gama pode fazer com que essa misteriosa força apareça. Para comprovar sua teoria, ele mesmo se submete a uma dose de radiação gama, mas algo acaba saindo errado e ele acaba perdendo os sentidos. Quando retorna verifica que recebeu doses muito maiores de radiação, que durante momentos de grande angústia e desespero ocorre uma metamorfose em seu organismo, que o acaba transformando numa criatura que David não tem controle sobre ela.

O Dr. David Banner passa a buscar a cura para a transformação do Monstro que carregava dentro de si, enquanto vivia como viajante sempre fugindo do repórter de tablóide Jack Macgee, que era obcecado pela idéia de capturar o Hulk e desconfiava que Banner e o Gigante eram a mesma pessoa. Em suas andanças o doutor acabava se metendo em alguma encrenca e se transformava (duas vezes por capítulo) no Hulk para escapar da situação. No fim de cada episódio David Banner tinha que ir embora deixando pra trás amizades valiosas que tinha feito por onde passou.

Apesar desse padrão, a série teve realmente bons momentos; a começar pelo piloto. Simples e bem amarrado, recriava a origem do Hulk de maneira interessante, caprichando nas primeiras aparições da criatura. Ao fim do filme o doutor foi dado como morto, o Hulk levou a culpa e partiu em busca de sua cura.

No início da segunda temporada Banner se casa no episódio duplo "Casado", pelo qual a atriz Mariette Hartley ganhou o Emmy de melhor atriz.

Na quarta temporada, a série passou a apresentar histórias mais próximas das dos quadrinhos. Hulk é capturado pelo exército, que acredita ser ele um extraterrestre, em um momento bem complicado para o herói que se encontra-se num estágio intermediário da transformação entre Banner e Hulk. Já no episódio "O primeiro", o Dr. Banner viaja para um povoado que, nos anos 50, foi aterrorizado por uma criatura semelhante ao Hulk. Lá, ele encontra outro cientista que alega ter a cura para a maldição. Na verdade, o que ele faz é enganar Banner para recuperar seus poderes e o confronto dos dois Hulks é inevitável.


Bastidores.



Apesar do personagem Hulk aparecer por poucos minutos em cada episódio, a sessão de maquiagem do ator Lou Ferrigno, para deixá-lo verde e com aquela peruca despenteada, durava três horas, começando às cinco da manhã. Devido ao trabalho árduo e horas perdidas na maquiagem, raramente o ator era pintado da cabeça aos pés, como pode ser observado em alguns episódios. Para reduzir o tempo perdido nesse estágio da produção, optaram por não pintar os pés, assim o Hulk usava sapatilhas verdes.

Apesar da força enorme força do ator Lou Ferrigno, comprovada em seus concursos de Mister Universo, ele não precisava se esforçar muito para fezer uma tremenda quebradeira como Hulk. As mesas, portas e objetos quebrados, além de enormes pedras arremessadas, economizava um dinheirão por serem feitas de isopor pintado e moldado.

O personagem David Banner sempre apanhava bastante, ou estava às voltas com situações de perigo antes da transformação, apesar disso, o ator Bill Bixby praticamente não usava seu dublê em suas cenas de ação.

O prenome David foi criado como uma analogia à história de Davi e Golias, a fim de carregar de simbolismo o conflito do cientista (ou médico) com seu alter ego. Mas comenta-se que o estratagema veio mesmo para afastar uma possível conotação homossexual que o nome Bruce trazia à época. E para fugir da aliteração dos nomes típicos das HQs como Peter Parker, Lois Lane, Clark Kent. Mas o nome Bruce não foi descartado. No túmulo de Banner, no episódio-piloto, lê-se que seu nome completo era David Bruce Banner.


Os Filmes.



Durante a pré produção de Rebirth of Hulk, Bill Bixby faleceu vítima de câncer e, com ele, a idéia da Marvel de usar os telefilmes do Golias Verde como testes de possíveis séries de suas personagens.



No Brasil.



No Brasil a série regular foi exibida pela Rede Globo, dentro da Sessão Aventura, com grande sucesso e também foi apresentada pela extinta Rede Manchete. Ano mais tarde esteve na Tv por assinatura USA e mais recentemente no extinto canal Rede 21.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Tom Cruise se encontra com par romântico de 'Ases Indomáveis'

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Tom Cruise se encontra com par romântico de 'Ases Indomáveis'

Tom Cruise e Kelly McGillis 24 anos depois



Tom Cruise e Kelly McGillis
interpretaram par romântico em 'Ases Indomáveis', há 24 anos
Segundo informações do TMZ, o ator Tom Cruise, 47, se encontrou com a atriz Kelly McGillis, 52, na noite da última segunda-feira (17). Há 24 anos, os dois fizeram par romântico no clássico Ases Indomáveis.
O encontro ocorreu durante um evento em Los Angeles. Empolgados com o encontro, os dois posaram para fotos juntos.
O tempo com ela foi implacavel como está velha.
Velha o Clip desse filme de grande sucesso do passado :

terça-feira, 25 de maio de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: O Cantor herondi da dupla Jane e herondi sofre derrame

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: O Cantor herondi da dupla Jane e herondi sofre derrame

A dupla Jane e Herondi



Cantor Herondy deve ter alta nesta terça, diz boletim médico
Músico sofreu AVC na noite do último sábado (22).
Agenda de shows de maio e junho foi cancelada.

A dupla Jane & Herondy (Foto: Divulgação)O cantor José Roberto Bueno de Lima, o Herondy da dupla Jane & Herondy, que sofreu um acidente vascular cerebral na noite do último sábado (22), deve receber alta nesta terça-feira (25), informou a assessoria de imprensa da dupla.

Herondy, de 64 anos, foi internado no Hospital São Lucas, em Aracaju, depois de passar mal pouco antes de uma apresentação. A agenda de shows para o restante de maio e junho foi cancelada.

De acordo com o boletim médico divulgado nesta segunda (24), o quadro clínico do músico apresenta "melhora progressiva". Ainda nesta terça iniciará uma série de sessões de fonoaudiologia, já que o AVC comprometeu a parte do cérebro que controla a fala.

Jane & Herondy gravaram mais de 50 discos e ficaram conhecidos nacionalmente na década de 70, com a canção "Não se vá". São casados há mais de 30 anos e, há cerca de um mês, mudaram-se de São Paulo para Aracaju, onde pretendem fixar residência.

Veja o maior sucesso da dupla Jane e Herondi dos anos 70 Não se vá

segunda-feira, 24 de maio de 2010

comerciais antigos




Quem de nos não se lembra desse comercial do iorgute vigor que as tranças da menina se levantavam qdo ela experimentava um . e das balas juquinhas e das pastilhsa adans .

domingo, 23 de maio de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Sempre ao seu lado

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Sempre ao seu lado

Sempre ao seu lado



Meus amigos do blog hoje eu não falarei de coisas do passado mais sim do presente, minha irmã num dia desses me recomendou este filme para eu assisti com minha família . Confesso que não me empolguei porque eu não sou muito fã de filmes de bichos . Ela me deu o DvD e eu o larguei de lado , qdo finalmente no dia de hoje resolvi assisti ao filme me enganei redondamente pois foi um dos filmes mais bonitos que vi na minha vida e recomendo a vcs que assistam pois este já se encontra nas locadoras
É um filme dirigido por Lasse Hallström de ‘Chocolate’ e estreia em 25 de Dezembro de 2009. É um filme de arrepiar da cabeça aos pés, por tamanha emoção que ele desperta. "Sempre ao seu lado" conta uma história linda de amor e fidelidade, de um cão Akita, chamado Hachiko e de seu dono, um professor de música, estrelado por Richard Gere.


Em “Sempre ao seu Lado”, Hachiko é encontrado perdido em uma estação de trem por Parker (Richard Gere), ambos se identificam rapidamente. O filhote acaba conquistando todos na casa de Parker, mas é com ele que acaba criando um profundo laço de lealdade. Os dois criam laços tão fortes que o cachorro o acompanha ao metrô quando ele sai para trabalhar, e volta para buscá-lo na hora de seu retorno. Um dia, o professor morre e não mais retorna. Mas Hachiko não desiste. Durante dez anos, volta diariamente à estação, na esperança que seu dono apareça. Sua lealdade e perseverança acabam comovendo a todos que por ali transitam. O filme é baseado em fatos reais e aconteceu no Japão. Hoje a história de Hachiko é uma lenda no país e uma estátua do cão foi construída na Estação de Trem. Para os japoneses, tornou-se um símbolo de fidelidade.

Não é a primeira vez que essa história de amor foi parar nos cinemas. Em 1987 foi transformada em filme pela primeira vez no Japão. Para o ator Richard Gere, a história do filme é emocionante e conta que não conseguiu segurar as lágrimas enquanto lia o roteiro. Para ele, é uma linda história de amor. O Trailler do filme "Sempre ao seu lado", é emocionante. Veja a seguir:

sábado, 22 de maio de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: filme Thundercats

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: filme Thundercats

filme Thundercats

Todo mundo que pensa em procurar “Filme Thundercats” acaba se deparando com um trailer feito por um fã que mistura cenas de vários filmes e atores à exemplo do que fizeram no suposto filme “Titanic 2 – O Retorno de Jack”. Não dá para negar o belo trabalho feito por este fã, mas nada melhor que uma produção mais “patrocinada”. Se você ainda não viu o trailer fake do filme Thundercats, aqui está:

Trailer Fan made do filme Thundercats





Elenco
Mas agora falando do filme Thundercats de verdade, a Warner anunciou no começo de 2009 a contratação de atores como Matt Damon – que deve ser o Lion – e Kate Beckinsale – que deverá ser Cheetara – como parte do elenco para começar a produzir o filme, que será feito em animação 3D como o último filme das Tartarugas Ninjas




E por falar em animação 3D, ninguém melhor que Jerry O’Flaherty, excelente projetista em games. Já o roteiro, fica por conta do novato Paul Sopocy.

Estréia
O filme Thundercats está previsto para estrear em 2010, mas o visual pode ser um pouco diferente do que estamos acostumados no desenho animado, primeiro por que deve ser baseado nos atores contratados para servirem como modelo para a adaptação do s personagens emprestarem suas respectivas vozes também e segundo por que infelizmente o desenho deve ser mais modernizado.

Sinopse
“A história é centrada em um grupo de super-heróis felinos que fogem de seu planeta depois que ele é destruído e passa a lutar contra os vilões de seu universo. A trama mostrará a origem do personagem Lion, que se torna líder dos Thundercats”.

Um detalhe interessante é que se você procurar no google por “Thundercats The Movie“, aparecerá entre os resultados, o site www.thundercatsthemovie.com que diz que fará uma produção do filme dos Thundercats prevista para estrear no dia 4 de julho de 2011, apresentando um filme em animação 3D de 30 minutos. Apesar de não ter ficado legal o último filme em animação 3D de Tartarugas Ninja, vamos torcer para que Jerry O’Flaherty e cia consigam fazer um trabalho digno e à altura do que deve ser um Filme dos Thundercats. Vamos ativar o “olho de Thundera” e monitorar o desenrolar do filme…

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Thundercats



ThunderCats foi uma série de animação desenvolvida por Rankin/Bass e distribuída por Lorimar-Telepictures em 1983, baseado nos personagens criados por Tobin "Ted" Wolf. A animação foi produzida por Pacific Animation Corporation, um grupo de estúdios japoneses, incluindo a Topcraft, que mais tarde viria a formar o Studio Ghibli. A primeira temporada foi ao ar em 1985 (com 65 episódios), seguido do filme intitulado ThunderCats - HO! em 1986. As temporadas 2 (1987-1988), 3 (1988-1989), e 4 (1989-1990), seguiram o novo formato de 20 episódios cada.

No Brasil, a série foi inicialmente exibida em 1986 até 1990 pela Globo, exibindo somente os primeiros 100 episódios dos 130 produzidos. Em 1995, Thundercats voltou a ser exibido pelo canal, no bloco TV Colosso. Nesse período também havia começado a ser exibido pela Warner Channel e pelo Cartoon Network. Em 2 de julho de 2001 passou a ser exibido pelo SBT, no programa "Bom Dia & Cia", na época apresentado por Jackeline Petkovic, desta vez, exibindo também o restante da série.