domingo, 27 de junho de 2010

um maluco no pedaço







Quem não lembra de um dos mais conhecidos e queridos seriados já exibidos, Um Maluco no Pedaço ou “The Fresh Prince of Bel-Air” (título original), ainda hoje é considerado por muitos um dos melhores já produzidos.

Mas por onde andam e o que fazem atualmente os atores que fizeram deste seriado um sucesso?

Will Smith

O malandro, interpretado por Will Smith.

Tio Phill
Interpretado por James L. Avery, ainda trabalha na TV, fazendo participações especiais em alguns seriados (como por exemplo o seriado Divisão Criminal que passa atualmente nas madrugadas do SBT) e dublando


Vivian Banks

Muitos não antenderam porque a atriz de repente mudou. A primeira atriz, Janet Hubert-Whitten, saiu por frequentes desentendimentos com Will Smith, entrando então a 2ª Vivian, interpretada por Daphne Maxwell Reid.

Hilary Banks

A prima burra, interpretada por Karyn Parsons, hoje produtora, com projetos principalmente focados em programas infantis.

Carlton Banks

O hilário primo, interpretado por Alfonso Lincoln Ribeiro, continua trabalhando no ramo televisivo, como diretor e produtor.

Ashley Banks

A mocinha, agora uma mulher, Tatyana Marisol Ali, continua trabalhando na televisão, já participou de vários curta-metragens e leva uma carreira de cantora, seu primeiro álbum lhe rendeu um disco de ouro em 1999.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: 40 Anos da conquistra do tri 1970

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: 40 Anos da conquistra do tri 1970

Selecão Brasileira de 1970



Tudo sobre a copa de 70


A Copa do Mundo FIFA de 1970, a nona edição do torneio, foi disputada no México, de 31 de Maio até 21 de Junho. A mascote oficial da Copa do Mundo foi Juanito, um garoto vestindo o uniforme da seleção mexicana e um sombrero.

O evento foi marcado pelo tricampeonato do Brasil, a primeira equipe a ter o título de campeão mundial por três vezes. A histórica vitória por 4 a 1 sobre os italianos consagrou o futebol brasileiro. A terceira conquista do torneio deu direito ao Brasil de ficar com a posse definitiva da Taça Jules Rimet, mas no início da década de 80, o troféu foi roubado da sede da CBF.

A Copa de 1970 foi, como de costume, precedida por disputas sobre sua organização. Esta foi a primeira a ser televisionada em cores. Porém, para que as transmissões se encaixassem melhor nas programações da televisão européia, algumas partidas começaram ao meio-dia, decisão esta que desagradou muitos jogadores e treinadores, por causa do intenso calor no México neste período do dia.

O formato da competição permaneceu o mesmo da Copa anterior: 16 equipes classificadas, divididas em quatro grupos com quatro que se enfrentariam em turno único. Os dois primeiros colocados se classificariam às quartas-de-final. Porém, pela primeira vez nas Copas, o critério de desempate, no caso de igualdade de pontos na fase de grupos, era o saldo de gols (e não mais jogos-desempate e goal average). Se dois ou mais times tivessem o mesmo saldo de gols, o desempate se daria por sorteio. Se uma partida das quartas ou das semifinais resultasse em um empate após a prorrogação, também haveria sorteio para definir a equipe classificada.

Pela primeira vez, substituições foram permitidas em Copas do Mundo. Cada time poderia fazer duas alterações durante o jogo. A União Soviética foi o primeiro time a se utilizar desse recurso, foi contra o México na partida de abertura. Viktor Serebryanikov foi o primeiro jogador a ser substituído, quando Anatoly Puzach entrou em seu lugar após os 45 minutos iniciais.

Esta também foi a primeira Copa a apresentar o uso dos cartões amarelo e vermelho para advertências e expulsões respectivamente, apesar de que essas penalidades já existiam antes de 1970. Cinco cartões amarelos foram mostrados na partida de abertura entre México e URSS, enquanto nenhum cartão vermelho foi mostrado em todo o torneio.


A Seleção Principais Dados Resultados dos Jogos Curiosidades Vídeos Fotos




A Seleção


1 Félix | 2 Brito | 3 Piazza | 4 Carlos Alberto | 5 Clodoaldo | 6 Marco Antônio | 7 Jairzinho | 8 Gérson | 9 Tostão | 10 Pelé | 11 Rivellino | 12 Ado | 13 Roberto | 14 Baldocchi | 15 Fontana | 16 Everaldo | 17 Joel | 18 Paulo Cézar | 19 Edu | 20 Dario | 21 Zé Maria | 22 Leão | Treinador: Zagallo
A seleção brasileira é tida como uma das mais eficientes equipes na história das Copas. Neste torneio foi possível observar um retorno ao jogo solto e ofensivo em oposição às batalhas físicas das Copas de 1962 e 1966. Nas Eliminatórias, a equipe foi dirigida em quase todos os jogos por João Saldanha, substituído por Zagallo às vésperas do torneio. Em uma equipe que tinha Gérson, Rivellino, o capitão Carlos Alberto Torres e Jairzinho, o maior nome da competição foi Pelé, que, aos 29 anos, disputou sua última Copa do Mundo.
Apelidos

Jairzinho – Furacão
Pelé – A pérola negra
Gérson – O canhotinha de ouro




- Foi nessa Copa que aconteceu a primeira substituição da história. No empate por 0 a 0 entre União Soviética e México, o soviético Anatoliy Pusatch entrou no lugar de Serebrianikov.

- O brasileiro Jairzinho se tornou o primeiro, e até hoje único, atleta a marcar gol em todos os jogos da competição (sete gols em seis partidas). De quebra, o atacante sagrou-se campeão.

- Os árbitros ganharam no México um instrumento de advertência até então inédito: os cartões amarelo e vermelho.

- Titular como jogador nos dois primeiros títulos do Brasil em Copas, em 1958 e 1962, Mario Jorge Lobo Zagallo se tornou o primeiro técnico a conseguir a façanha dentro e fora das quatro linhas.

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Terra de Gigantes

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver:Seriado Terra de Gigantes

Terra de Gigantes





A Série.



Depois de produzir três séries de sucesso, Irwin Allen começou a trabalhar naquele que considerava seu projeto mais ousado, a série Terra de Gigantes.

A história desta série lembra também muitas outras séries e filmes como As Viagens de Gulliver (Gulliver´s Travels) e A Ilha dos Birutas (Gilligan´s Island - 1964-1967).

Com um orçamento monstruoso para a época: 250 mil dólares por episódio. Allen produziu diversos e enormes cenários, objetos imensos, nave espacial e uso de muitos outros artifícios para causar o efeito visual desejado. Alguns objetos deve ter custado uma fortuna, como por exemplo a criação de uma gigantesca mão que abraça alguns personagens quando capturados.

Além do custo, esta série também exigiu atores em perfeitas condições físicas, usando dubles somente para determinadas cenas consideradas muito arriscadas e perigosas. Muitas cenas exigiram dos atores grande esforço, além de enfrentarem um ou outro perigo relativamente pequenos e arranhões, pois tinham de subir usando ou descer utilizando enormes fios de telefones, transpor grandes objetos e coisas similares.

A série acabou se tornando outro grande sucesso de Allen, em parte graças a sua cenografia bem elaborada e o clima bizarro do seriado, mostrando um planeta de gigantes que era muito parecido com a Terra em alguns aspectos e diferente em outros.

Terra de Gigantes mostrou, em alguns de seus episódios, uma veia crítica que não se viu nas séries anteriores de Allen. Nos episódios "Os Guerrilheiros e "A Perseguição", vemos uma clara alusão ao movimentos políticos armados que procuravam lutar contra regimes repressivos. Em "Lavagem Cerebral" são mostrados os métodos de tortura e o modus operandi de muitas ditaduras terceiro mundistas ou do antigo bloco comunista. Vendo esse episódio, fica claro que a censura brasileira "cochilou", quando Terra de Gigantes chegou ao Brasil, no começo dos anos 70.





A História.



A história da série começa no dia 12 de junho de 1983, quando a nave espacial Spindrift fazia o vôo normal entre Los Angeles e Londres, sendo atingida por uma misteriosa névoa e se metendo em uma tempestade magnética que a jogou em uma Terra alternativa povoada por gigantes, doze vezes maior que a Terra. Os "pequeninos", como os tripulantes do Spindrift são chamados pelos gigantes, passam a ser perseguidos por todos. Após caírem na Terra de Gigantes, Dan, o co-piloto da nave, continua em sua função, ajudando o Capitão Steve Burton a organizar a defesa do grupo e tentar encontrar uma maneira de volta à Terra. Seu maior choque é com Alexander Fitzhugh, um covarde passageiro do Spindrift, que nunca está disposto a ajudar e que, na fatídica viagem, levava uma valise cheia de dinheiro de um golpe que havia executado.

Os pequeninos terrestres eram perseguidos também pela polícia política dos gigantes, o S.I.D, liderado pelo inspetor Kobick (Kevin Hagen). A presença do personagem era tão marcante que chegamos a estranhar o fato de o nome de Hagen não aparecer nos créditos iniciais da abertura do seriado. Kobick aparece apenas em oito episódios da série mas, graças ao talento de Hagen, e do bom nível dos roteiros, ele se tornou um dos vilões mais fortes da história da TV.

No planeta onde os gigantes viviam, havia um regime autoritário no poder, muito semelhante com diversas ditaduras que existiam em várias partes do mundo na década de 60. Embora, involuntariamente ou não, não ficasse muito claro qual era o direcionamento ideológico do regime dos gigantes, foi nesse seriado que as críticas ao autoritarismo ficaram mais evidentes na obra de Allen.





Dubladores Brasileiros


Gary Conway .... Steve Burton
Don Matheson .... Mark Wilson
Stefan Arngrim .... Barry Lockridge
Don Marshall .... Dan Erickson
Deanna Lund .... Valerie Scott
Heather Young .... Betty Hamilton
Kurt Kasznar .... Alexander Fitzhugh AIC - São Paulo:



Drausio De Oliveira .... Steve Burton

João Paulo .... Mark Wilson
Aliomar de Matos .... Barry Lockridge

João Ângelo .... Dan Erickson
Isaura Gomes .... Valerie Scott
Sandra Campos .... Betty Hamilton
José Soares .... Alexander Fitzhugh

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Daniel Azulay A Turma do Lambe Lambe



Quem de nos não se lembra do apresentador e desenhista Daniel >Azulay e a Turma do Lambe lambe , personagens inesqueciveis como o Prof . Pirajar , a gilda , a Xicoria e tantos outros que ele mesmo criou nos marcou muito nos inicios doa anos 80 . veja o video e mate saudades desse programa que passava na tv bandeirantes.

sábado, 12 de junho de 2010

Copa de 1986 final de trasmissão


Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: A historia de Ana Raio e Zé Trovão

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: A historia de Ana Raio e Zé Trovão

novela Ana Raio e Zé Trovão 1990/1991




A História de Ana Raio e Zé Trovão é uma telenovela brasileira produzida pela extinta Rede Manchete, e filmada em Mato Grosso, exibida originalmente em 12 de dezembro de 1990 a 13 de outubro de 1991. Foi escrita por Marcos Caruso e Rita Buzzar com a colaboração de Jandira Martini, idealizada e dirigida por Jayme Monjardim e teve codireção de Roberto Naar e Marcos Schechtman

A História de Ana Raio e Zé Trovão
Ana Raio e Zé Trovão
A História de Ana Raio e Zé Trovão
Informação geral
Formato Telenovela
Criador Marcos Caruso
Rita Buzzar
País de origem Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Jayme Monjardim
Roberto Naar
Marcos Schechtman
Elenco original Ingra Liberato
Almir Sater
Nelson Xavier
Tamara Taxman
Yara Lins
Micaela Góes
Sérgio Britto
Helena Ranaldi
Giuseppe Oristânio
Irving São Paulo
Yaçanã Martins
Carlos Denis Feldman
Demian Feldman
Carolina Ferraz
e outros
Tema de abertura Raio e Trovão, Paula Santoro e Sagrado Coração da Terra
Exibição
Emissora de
televisão original Rede Manchete
Emissora(s) de
televisão lusófona(s) Mostrar lista
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Rede Manchete
SBT
Transmissão original 12 de dezembro de 1990 - 13 de outubro de 1991
Qt. de temporadas 1
N. de episódios 251


Desde 7 de junho de 2010, o SBT está reprisando a novela, em versão compacta


Trama
Ana de Nazaré, ainda criança, mora numa fazenda no Rio Grande do Sul com o pai e aos treze anos é estuprada por Canjerê. Ana fica grávida e dá a luz a uma menina a quem dá o nome de Maria Lua, e que acaba sendo raptada pelo pai.

Treze anos se passam e Ana de Nazaré transformou-se em Ana Raio, uma afamada peoa de uma companhia de rodeios que procura a filha que lhe foi tirada dos braços após o nascimento, enquanto corre o país com sua caravana. Ao lado de Ana está João Riso, apaixonado por ela e que faz de tudo para agradá-la e ajudá-la a encontrar a filha.

Um dia a caravana de Ana Raio cruza com outra caravana importante, a de Dolores Estrada, cuja a maior atração é o peão Zé Trovão, um rapaz que desconhece seu passado. Entre rodeios, feiras e viagens pelo Brasil, a história de amor entre Ana Raio e Zé Trovão se consolida.

Desde 7 de junho de 2010, o SBT está reprisando a novela, em versão compacta.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Araken o show man



De 1983 a 1986, Araken, o Showman! era o personagem da Rede Globo que anunciava os programas da emissora. Interpretado pelo publicitário José Antonio de Barros Freire, mais conhecido como Barrinhos, Araken representava o brasileiro que não perde o otimismo por nada nesse mundo. Em encenações rápidas e divertidas, o baixinho de cabelos escuros tentava de mil maneiras vender suas idéias para os empresários, que o ignoravam.

Sua última aparição foi na Copa do Mundo de 94 em uma propaganda de sapatos e em outra de imóveis.À época, Barrinhos usou o sucesso do seu personagem para fazer campanhas para doação de sangue, recadastramento eleitoral e alfabetização.

Hoje, aos 57 anos, o documentarista mora no interior de São Paulo e trabalha com produção de vídeos de responsabilidade social e programas para televisão.

Um dos projetos recentes foi sobre música erudita e popular para jovens, que foi exibido pela TV Cultura. Além dele, Barrinhos trabalha em um documentário sobre a Opera Yoruba, que será exibida na Nigéria, ao lado da professora da Unicamp Inaicyra Falcão.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Morre o comediante Viana Júnior, o Apolônio de "A praça é nossa"

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Morre o comediante Viana Júnior, o Apolônio de "A praça é nossa"

Viana Júnior, o Apolônio de "A praça é nossa



Morreu nesta segunda-feira, 7, aos 68 anos, o comediante Viana Júnior, conhecido pelo papel do personagem Apolônio, do humorístico “A praça é nossa” (SBT). No quadro, ele contracenava com a velha surda, interpretada pelo comediante Rony Rios, falecido em 2001.
O comediante faleceu de insuficiência múltipla de órgãos, em sua residência, em Itanhaém, no litoral paulista. O enterro aconteceu, à tarde, no Cemitério Municipal da cidade.

Nos últimos anos, o ator esteve afastado da talevisão por motivos de saúde. Ele lutou contra um tumor no cérebro, e desde então, sofria de ataxia cerebelar, doença que lhe fez perder controle sobre seus movimentos musculares.

Um show organizado por Marli Marley foi organizado recentemente para arrecadar dinheiro para ajudar em seu tratamento.

Assista a um dos episódios do quadro de Apolônio e a velha surda em “A praça é nossa”:


domingo, 6 de junho de 2010

vinheta da copa de 1978

Vinheta com os comentários de Pedro Bial sobre o avanço tecnologico das vinhetas no espote da globo.



Vinheta com os comentários de Pedro Bial sobre o avanço tecnologico das vinhetas no espote da globo.


Reinaldo, um dos maiores centroavantes do Brasil e maior ídolo do Atlético-MG conta alguns detalhes que não foram revelados durante a Copa.
Reportagem do Fantastico a Geneton Morais Neto

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Vamos Recordar os comerciais e vinhetas das copas do mundo

Recordar anos 60 70 80 e 90 é viver: Vamos Recordar os comerciais e vinhetas das copas do mundo

Vamos Recordar os comerciais e vinhetas das copas do mundo

Meu caros amigos do blog vamos mostrar neste mes de copa do mundo comerciais videos vinhetas das copas de 1978 1982 1986 1990 1994 1998 2002 e 2006 espero que vcs gostem do n osso acervo boa copa do mundo a todos.


Claudio Coutinho aparece no programa Fantastico e fala aos brasileiros dias antes do embarque da seleção brasileira para a disputa da Copa do Mundo de 1978 na Argentina.
Confira! ,